Desperta, América latina!
Pelas tuas veias abertas, organizamos o movimento.
Levante, hemisfério rebelde!
Erga nossa bandeira e plante nossa raiz no topo do mundo.
Vire ao contrário o mapa americano.
Desnorteie, América invertida!
A partir de agora, o Sul é o Norte.
O poder do Norte Global está sob nova direção. Sulear.
Viva a Revolução Latino-Americana Independente de Padre Miguel!
Seja na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro ou nas ruas de São Paulo, a maior metrópole da América Latina, a luta é uma só:
Provaremos que a bússola mentiu. Nosso norte é o sul.
@projetemos ✊🏿 @MidiaNINJA
Continua amanhã! 💚⭐️
Chegou o momento da minha Santa Profana invadir o Panteão da Arte.
Dia de celebrarmos Rita Lee como símbolo supremo da liberdade. Não como uma trajetória biográfica, mas sim como um grito de independência musical, estética e comportamental.
Como falei durante todo o ano: Rita não é só nome. É verbo. E chegou o momento de juntos conjugarmos esse verbo para toda a avenida!
Obrigada a todos que estiveram comigo até aqui. Agora é hora de sermos felizes, de festejar e mostrar na avenida o motivo de sermos FÁCEIS DE AMAR.
CHEGOU A HORA DE RITALEEZAR TODO MUNDO! 🤘🏽💚🎸🎶
#VamosRitaLeezar
ESTÁ CHEGANDO O DIA DE COMEMORAR MEUS 70 ANOS EM GRANDE ESTILO!!💚✨
Essa importante data terá uma série de surpresas para meus Independentes. A primeira será uma grande feijoada no Maracanã do Samba com todas minhas co-irmãs cantando seus sambas para o próximo carnaval.
Vai ser um domingo de muita festa. Já estou preparando roupa de gala. Espero vocês!
Ingressos já disponíveis.
Renato Gaúcho além de burro, ele também é covarde.
Quando o Fluminense tá ganhando ele coloca a panela mas quando o time precisa de resultado ele coloca os jogadores que a torcida pede pra depois jogar na cara da torcida e blábláblá.
Ansioso pra coletiva desse pardal
Agora sim, indo dormir.
Mas, antes essa imagem que diz muita coisa.
Amanhã eu volto pra contar mais deste dia histórico da MAIOR FINAL DO CARNAVAL!
📸 @chavesbia94
Uma Santa Profana no Panteão da Arte.
Ela não veio de Roma.
Não tem manto, nem altar.
Tem guitarra, batom vermelho e um milhão de almas libertas por suas canções.
Rita não é só nome. É verbo.
É verbo que dança, que desafia, que ri do medo e beija o impossível.