O dia em que comi um cachorro-quente com Messi
"No dia que você ganhar a Copa do Mundo, vou contar pra todo mundo que paguei um cachorro-quente para você.
Ele riu, olhou pra mim com aquela timidez de sempre e disse: Beleza."
Obra-prima. Apenas leiam.
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“Muito obrigado, Matheus Pereira. É um privilégio estar trabalhando em um jogo como esse. É um jogador diferenciado, de muita qualidade. Só tenta esse voleio quem é diferente. Não é qualquer jogador que pode fazer isso. O Matheus Pereira pode!”
🎙️ Zinho, na ESPN.
📸 Gustavo Aleixo/CEC
He tenido la fortuna de ver partidos con hinchadas extraordinarias y en estadios muy bacanes.
Pero debo decir que la torcida de Cruzeiro juega en otra liga.
Ni hablar de la acústica impactante del Mineirão.
Matheus Pereira é o jogador com maior número de passes decisivos NO MUNDO em 2026. Foram 86 passes para finalização, 16 grandes chances criadas, mas apenas 4 assistências. Relembre alguns dos presentes distribuídos pelo camisa 10 do Cruzeiro que não foram aproveitados na temporada.
Privilégio é o sentimento de poder fazer o que eu gosto, na minha cidade, no meu clube e com essa camisa. A dez do Príncipe, do Talento e de tantos outros grandes craques. Seguimos na busca de escrever novas páginas heroicas e imortais. 🔟🙏🏾💙 #MP150
Acho fácil afirmar que Piratas do Caribe é o melhor universo já criado pela Disney.
E a trilogia inicial está entre as melhores do cinema.
O começo de No Fim do Mundo é simplesmente antológico.
Depois de novas imagens, revisão de lances e análise quase pericial, chegamos ao relatório final: 9 jogadores deixaram lembranças em Lyanco, o machão do Instagram.
Lista oficial dos agentes da delicadeza:
🥷 Kaio Jorge
🥷 Romero
🥷 Wallace
🥷 Christian
🥷 Cássio, duas vezes
🥷 Gerson
🥷 Mateus Henrique
🥷 Kauã Prates
🥷 Lucas Silva
E o mais impressionante nem foi a quantidade. Foi a democracia do negócio.
Teve príncipe e teve cria do terrão.
Teve garoto de até 20 anos, atleta na faixa dos 20 aos 30 e veterano dos 30 aos 40.
Teve católico, evangélico e ateu colaborando com a causa.
Teve nordestino, paulista, carioca, sulista e mineiro e até gringo participando da festa.
Teve branco, preto, moreno. Só faltou o oriental para completar o elenco da diversidade. “Porra Japa”.
Por posição, a atuação também foi ampla: goleiro, lateral, meia e atacante.
No status do elenco, ninguém ficou de fora: teve titular, reserva e jogador da base.
No fim das contas, Lyanco conseguiu um feito raro no futebol brasileiro. Uniu gerações, origens, crenças, perfis e funções diferentes em torno de um mesmo propósito: deixar a sua marca!
Ao Lyanco, fica aqui nossa saudação final: apanhou de um povo plural, diverso e comprometido com a missão.