O desfile da acadêmicos de Niterói foi tipo um fan service para quem é de esquerda. Nesse trecho, eles:
Criticara a “família tradicional” e os neoconservadores em conserva;
Zuaram os patriotas da América;
E ainda colocaram o trompetista no desfile, ele que estava na marcha do Nikolas tocando berrante.
PELA ZUEIRA E PELA RESENHA HARD, NOTA 10.
Em Salvador, a música do carnaval nas ruas não é Jetski, nem Vampirinha, é PANAMERA, de Tony Salles. Uma versão de Guantanamera, clássico patriótico de Cuba que virou pagodão baiano sobre sexo no Porsche.