Henry tinha apenas uma missão na vida: ser criança.
Quem tinha o dever de protegê-lo eram os adultos ao seu redor.
Hoje, anos depois de sua morte brutal, o debate não é sobre a dor daquela criança, nem sobre o terror que ela viveu, o debate é sobre patriarcado, misoginia e teorias sociológicas.
O Brasil enlouqueceu.
Uma criança é enterrada, o Brasil chorou pela crianca exigindo o minimo: JUSTIÇA.
So q a Justiça parece mais preocupada em encontrar explicações para os adultos do que em lembrar quem foi a verdadeira vítima, o Henry.
Enquanto isso, mães do 8 de janeiro receberam o peso máximo do Estado, foram separadas dos filhos e transformadas em "exemplos públicos".
A mensagem que fica é devastadora:
A compaixão da Justiça parece depender de quem está sentado no banco dos réus.
E quando a morte de uma criança deixa de ser o centro da discussão, alguma coisa muito grave aconteceu com o nosso senso de justiça.
Muita gente não vai com a cara do Nando Moura, mas daí a tratá-lo como menos que um cidadão comum vai uma distância enorme.
Imagine-se no lugar dele, você está num evento, ao lado da sua família, quando do nada se aproxima um aspirante a político.
Ele começa a xingar, a provocar e por quê? Porque você o criticou na internet. Porque apontou publicamente o que ele representa. O que ele de fato é.
Ele em uma postura intimidadora pede para você repetir, você repete e ele escala a agressão, partindo de uma agressão verbal para uma física, dois tapas no rosto, diante de todos.
E não para por aí. Em seguida, faz uma transmissão ao vivo na qual, segundo se viu, deu a entender que "hoje foi tapa na cara, mas da próxima vez vai ser pior", sugerindo algo muito mais grave.
Eu pergunto a vocês que acreditam nessa insanidade chamada @MBLivre isso é normal?
É aceitável que alguém agrida fisicamente um crítico e ainda insinue publicamente que pretende ir além? Vocês acham isso compatível com quem quer ocupar um cargo público?
Quando faziam isso com o Arthur vocês aprovavam essa merda?
Dia 312.
Todo dia eu posto um vídeo de Jair Bolsonaro FALANDO, desde que bloquearam suas redes sociais, querem silenciar o maior líder político da história do Brasil, mas nós não vamos permitir!
FALA, BOLSONARO! 📢
A defesa e a decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros tentaram pintar a imagem de uma mãe destruída pela perda do filho e pelo julgamento público.
Mas o caso Henry Borel tem detalhes que tornam essa narrativa difícil de engolir.
Em uma das cenas mais dolorosas reveladas pela investigação, Henry fez uma videochamada com Monique enquanto ela estava em um salão de beleza.
O menino, machucado e assustado, teria pedido: “Mamãe, vem pra casa”. Na mesma ligação, relatou que “o tio bateu” ou “brigou”, em referência a Jairinho.
Mesmo depois de saber que algo grave havia acontecido com o filho, Monique não agiu como uma mãe diante de um pedido de socorro.
Esse não foi o único ponto.
A babá Thayná afirmou no julgamento que, após a morte de Henry, Monique pediu que ela apagasse mensagens do celular e omitisse informações.
Justamente mensagens que mostravam que a mãe sabia de episódios de violência contra o menino.
Também chamou atenção a ida de Monique ao salão de beleza depois da morte do filho.
Ela fez serviços estéticos e a própria polícia apontou contradições na explicação dada por ela.
Outro episódio que marcou a opinião pública foi a selfie tirada na delegacia, dez dias após a morte de Henry.
Na imagem, Monique aparece sentada ao lado de um advogado, com expressão tranquila, em um momento em que prestava depoimento sobre a morte do próprio filho.
Nenhum desses fatos, isoladamente, resume uma pessoa.
Mas juntos, eles formam um retrato muito distante da mãe apenas vulnerável, dominada e em luto que tentaram apresentar.
Henry não precisava de uma mãe perfeita.
Precisava de uma mãe que voltasse para casa quando ele pediu ajuda.
Precisava de uma mãe que não mandasse apagar mensagens.
Precisava de uma mãe que colocasse a vida dele acima do relacionamento, do status, do novo apartamento e da própria conveniência.
🚨URGENTE!
Segurança da deputada Érika Hilton agride Pedro Pôncio na parada LGBT.
Se fosse um segurança de direita agredindo um TRANS já sabe neh ?
A pergunta permanece; será que a Érika Hinton chama a própria mãe de “pessoa que gesta” ??
• Bahia liderando os índices de violência.
• Facções comandando os bairros.
• Banco Master
Mas pela empolgação do Jaques Wagnes e do Governador Jerônimo Rodrigues, o PT está muito preocupado com o estado!
Isso é uma aberração. Precisamos acabar com a progressão de regime, especialmente para crimes hediondos. Não vou descansar enquanto as vítimas não tiverem a justiça que merecem.
Jairinho foi condenado a 43 anos por torturar e matar Henry Borel, uma criança de 4 anos. Com progressão de regime e remição, pode sair em menos de 20 anos. E a mãe, que ocultou as agressões, recebeu perdão judicial.
É ou não é um ladrão?
Em mais um “sincericídio”, Lula disse em voz alta o que muitos brasileiros já perceberam há tempos.
O Brasil foi saqueado pela corrupção, e o povo continua pagando a conta. O brasileiro não esquece.