Casada mãe de 2 filhas, serva do Deus Vivo sou de direita conservadora contra aborto e ideologias!!!! Só SDV pessoas q estão lutando por um país melhor🇧🇷🇮🇱
They asked Him, “Are You the Messiah?”
The answer was never meant to be hidden.
Jesus Christ is the Messiah—the Son of God, our Savior and our hope.
Do you believe He is the Messiah?
@PauloNGuedes Porem ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem ñ murcha; e tudo qto ele faz será bem-sucedido. Os ímpios ñ são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa. Por isso, os perversos ñ prevalecerão no juízo.
Jonathan Roumie, o ator que interpreta Jesus na série: 'The Chosen' estava no fundo do poço.
Conta no vermelho.
20 dólares no bolso.
Comida só para o dia.
Sem saber o que ia comer amanhã.
Ajoelhou-se e disse:
“Jesus, eu me entrego a Ti. Cuida de tudo.”
Horas depois, abriu a caixa de correio.
Quatro cheques.
Um ele esperava. Os outros três, não.
Residuais atrasados de trabalhos antigos. Coisas que “tinham esquecido” de pagar.
No total: cerca de 1.100 dólares.
Ele gravou o momento.
Chorou.
Riu.
Não conseguia acreditar.
Três meses depois, veio o convite para interpretar Jesus em The Chosen.
Às vezes Deus não responde quando a gente quer.
Responde quando a gente solta.
Donald Trump acusa Brasil de falhar no combate ao PCC e CV e aponta país como “hub” do tráfico global.
Os Estados Unidos elevaram o tom contra o Brasil ao afirmar que o país passou a ter papel relevante nas rotas internacionais do tráfico de cocaína.
Washington aponta o PCC e o Comando Vermelho como organizações criminosas com atuação cada vez mais internacional e cobra das autoridades brasileiras uma resposta mais dura.
Estes apontamentos vieram da Determinação Presidencial sobre Países de Trânsito ou Produção de Drogas Ilícitas para o Ano Fiscal de 2027.
O presidente Donald Trump envia esse relatório todos os anos ao Congresso americano. Ele foi enviado ontem (15/09) e o Departamento de Estado divulgou o conteúdo hoje.
Segundo o documento divulgado pelo governo americano, as duas facções representam uma ameaça crescente à segurança internacional e precisam ser combatidas antes que ampliem ainda mais sua atuação.
A avaliação ocorre em meio à preocupação com as rotas que conectam a América do Sul a mercados consumidores na Europa, África e Estados Unidos.
A pressão americana acontece enquanto a cooperação entre Brasil e EUA na área de segurança enfrenta dificuldades diplomáticas.
O cenário coloca o combate ao crime organizado transnacional no centro da relação entre os dois países, justamente quando as facções brasileiras ampliam suas conexões internacionais e movimentam grandes redes de drogas e lavagem de dinheiro.