Nesta quinta-feira dia 21, no @cpfsesc, retomo a tese defendida há dois anos, "a vida nua das imagens: uma crítica da iconocracia a partir da arte contemporânea"!
O que é preciso para se olhar nos olhos da fera de uma época e encarar seu riso desconcertante? Olhar nos olhos da fera pressupõe que ela nos olhe de volta. É preciso, então, receber esse olhar. Olhar para as obras como feridas abertas.
https://t.co/MjdCY5dzNk
Thiago Honório repercute os ecos da experiência religiosa na exposição Oração, que se encerra no dia de São João com uma conversa na galeria Luisa Strina entre o artista e a curadora Ana Paula Cohen, mas se desdobra na Capela do Morumbi a partir de agosto
https://t.co/Iz4ILc07yc
O testemunho não é pensado como um gênero textual nem como um objeto de investigação sociológica, mas como a força expressiva pela qual o real irrompe nas obras.
https://t.co/EQPSKfhjie
Orixás, de Djanira, pintura que escapou do saque de bolsonaristas graças à exposição temporária no Museu da República, fotografada no Palácio do Planalto em agosto de 2012 com câmera cybershot.