Minha opinião:
1- Ainda bem que o Militão não foi convocado pois ainda não perdoei tudo que ele fez com a Ceci na barriga da mãe.
2- Alisson - ok, não temos nada que desabone a conduta dele.
3- Paquetá sim, pq eu acho o máximo o nome dele.
4- Endrick - ainda está em estágio probatório, se não virar raparigueiro, vou torcer a favor e arrumar umas irmãs do coque para orar por ele.
5- Vini Jr.: passo. Ele foi tão ruim que conseguiu me fazer ter simpatia pela tigrínia, veja o nível do absurdo!
6- Neymar: excelente convocação, precisamos ter a quem culpar pela derrota.
7- Senti falta de Gabigol, como alguém que tem o nome de gol não está no time que deve fazer gols?
Ps. : Será que dá tempo de entrar com um recurso e chamar o Kaká? Meter um monjauro no Ronaldo? O Roberto Carlos com certeza aceitaria. E o Ronaldinho Gaúcho com uma grade de cerveja, um pagode e umas loiras, dá para trazer de volta.
Dica: antes de falar “Lula foi citado por Epstein” pesquise o teor da conversa pra não passar vergonha.
ÚNICO CONTEÚDO SOBRE O LULA:
O nome aparece nos arquivos de Epstein em um e-mail enviado por Noam Chomsky para Jeffrey Epstein, datado de dezembro de 2018.
Nessa mensagem, Chomsky descreve sua visita a Lula na prisão em Curitiba (junto com sua esposa Valéria), e escreve algo como:
“Conseguimos visitar Lula, o prisioneiro político mais importante do mundo, preso logo antes da eleição que ele provavelmente venceria, na última etapa do golpe da direita que vem ocorrendo há vários anos.”
Ele continua detalhando as condições de detenção: confinamento solitário, sem acesso a material impresso, visitas limitadas, TV em canal governamental e sem direito a declarações públicas.
IMPORTANTE: Note que a expressão é de Chomsky, não de Epstein — Epstein apenas recebeu e arquivou o e-mail.
Epstein tinha interesse em Bolsonaro, e usava o Bannon pra isso.
🚨VEJA - Delegado chora ao detalhar o caso em que o piloto Pedro Turra espanc0u um adolescente no DF, que está em coma, por causa de um chiclete
“Desde sexta eu mal durmo. Eu sou pai e me coloco na posição daquela família.”
O delegado que sentiu a dor que a lei ignorou
Na madrugada de 22 de janeiro, Pedro Arthur Turra, 19 anos, espancou um adolescente de 16 anos após discussão por um chiclete. A vítima sofreu parada cardíaca por 12 minutos, teve a calota craniana removida e permanece em coma em uma UTI.
Pedro foi preso em flagrante. No dia seguinte, pagou R$ 24,3 mil de fiança e foi solto. A juíza Ana Claudia Loiola entendeu que a conduta "não evidencia periculosidade exacerbada".
Enquanto isso, o delegado Pablo Aguiar investigava. O que encontrou foi assustador: quatro inquéritos policiais contra o mesmo agressor.
Em junho de 2024, Pedro forçou uma adolescente a beber vodka. Depois, torturou a mesma garota com taser, descarregando o aparelho completamente enquanto ria. No mesmo mês, espancou jovem em praça. Em julho, agrediu homem de 49 anos.
Nesta sexta-feira (30/1), durante coletiva de imprensa, ao falar sobre o depoimento da adolescente torturada, Pablo Aguiar chorou.
"Sinto a dor de um pai", disse, a voz embargada. "Ele não tem condição de viver em sociedade."
Ali estava a diferença entre quem vê processos e quem vê pessoas. A juíza encontrou "ausência de periculosidade" em quatro inquéritos. O delegado identificou um sociopata que tortura rindo.
Pablo fez seu trabalho: reuniu provas, documentou padrões, ouviu vítimas. Revelou que mais de 10 pessoas têm medo de denunciar Pedro. Agora deposita esperança no Ministério Público, especialmente no Gaeco, e no Judiciário para que "enxerguem o caso com mais seriedade".
Um delegado não deveria precisar chorar em público para que o sistema leve a sério um torturador. Mas talvez suas lágrimas sejam o alerta que faltava: isso não é burocracia. São vidas destroçadas.