Não dá pra ter debate mais não, gente.
O Flávio Bolsonaro usa a mesma técnica do Pablo Marçal. Eles sabem que o brasileiro médio não é muito inteligente. E aí eles levam a discussão pra lama, pro poço, porque lá eles conseguem ficar controlando a conversa. Não tem proposta. Não tem conhecimento.
Poucos juristas no Brasil conseguem bater de frente com Flávio Dino.
A eloquência, o conhecimento da Constituição e o discernimento para entender todo o contexto dos fatos fazem dele um dos juristas mais preparados do Brasil. É difícil enfrentá-lo em um debate.
Casagrande: "Não é ídolo de nada, é uma referência negativa pra quem segue ele. O Neymar tem súdito. Um cara que correu atrás pra ser perdoado do imposto de renda com o ex-presidente... É um cara que cometeu crime ambiental e tb correu pra livrar a cara".
Bruno e Endrick não podiam perder os gols que perderam, é claro. Mas vamos além, e não é pegar no pé, apenas constatar o óbvio: a entrada de Neymar estragou o melhor momento do Brasil no jogo. Porque Endrick teve que cair para a direita, onde é menos perigoso e marca mal; Vini também não ficou mais solto e teve que marcar mais, enquanto o craque dava suas corridinhas cenográficas atrás dos noruegueses. A aposta foi toda na qualidade individual de quem já foi um gênio, mas não joga futebol há 5 anos. Poderia ter dado certo, porque futebol é assim, mas não aconteceu. Responsabilidade é toda de Ancelotti, que até fazia um bom trabalho, e não de Neymar, acostumado a ter seus desejos atendidos. Resta olhar pra 2030, levando para a Copa 26 jogadores profissionais em condições.