Deputada federal, professora, supervisora escolar da rede municipal de São Paulo e ativista em defesa da Educação 👩🏼🏫 Presidenta da federação PSOL-REDE SP
Estou ao lado de Erika Hilton, Carlos Giannazi e de todas as lideranças que estão cobrando transparência, respeito aos acordos firmados e critérios justos na distribuição dos recursos partidários.
Minha amiga e parceira de luta Erika Hilton tem razão. Não é aceitável que lideranças que carregam algumas das principais lutas do partido, ajudam a ampliar a bancada e assumiram o compromisso de permanecer no PSOL para superar a cláusula de barreira sejam tratadas dessa forma👇🏻
Simplesmente chocada e decepcionada.
Pra mim, vocês sabem, a política real se faz nas ruas, nas redes, com transparência, papo reto e propósito. Não se faz escondendo os problemas debaixo do tapete ou com tentativas de sabotagem.
Eu e muitas lideranças decidimos ficar no @PSOL50 para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira, porque nossa responsabilidade nestas eleições é gigante: dar nosso melhor, tudo de nós, para reeleger o presidente Lula e garantir uma bancada de esquerda mais forte, maior, para sustentar o governo e disputar a sociedade. Mas, para isso, o PSOL precisa cumprir os acordos que fez conosco. E não está cumprindo. Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando.
Tenho um orgulho imenso de ter ajudado a levar a luta pelo fim da escala 6x1 para o Brasil inteiro. As ruas estão do nosso lado. Mas fazer campanha no nosso país não é igual para todos. Sou uma deputada negra e travesti. Para viajar São Paulo, maior estado do país, puxando votos, preciso de uma logística imensa e de um esquema de segurança fortíssimo. Nossos corpos correm riscos que a burocracia do partido não pode simplesmente ignorar, com o risco de inviabilizar nossa pré candidatura à reeleição, rebaixar o máximo potencial dos nossos votos… e colocar em risco nossa integridade física.
É um absurdo que a direção partidária feche os olhos para essa realidade. Hoje, Juliano Medeiros @julianopsol, presidente da Federação PSOL-Rede, em sua primeira candidatura, teria exatamente a mesma prioridade que eu. @ManuelaDavila, que acabou de chegar ao partido, tem previsão de receber mais que o dobro. Respeito a trajetória deles e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios… A inteligência política passou longe. É uma tentativa de asfixiar quem está na linha de frente em detrimento de um perfil de pré-candidaturas bem específico, de grupos que só pensam em si mesmos e estão, mais uma vez, arriscando a viabilidade do PSOL.
Tanto é assim que, comandado por @PaulaCoradi, presidenta nacional, o PSOL simplesmente desmontou a sua política nacional de inclusão que garantia repasses nacionais justos com ajustes por gênero, raça e para pessoas com deficiência (PCD), exatamente no momento em que o próprio Tribunal Eleitoral reconhece a importância histórica e a necessidade dessa política. É um retrocesso inaceitável.
E não é só comigo. No Rio de Janeiro, lideranças gigantes e populares como @RenataSouzaRii e @RickAzzevedo sofrem do mesmo mal. Igualmente @CarlosGiannazi em SP. O partido ignorou e subestimou o Rick na última eleição, ele foi para a rua, foi o mais votado, enquanto o PSOL encolheu, em grande parte pela má distribuição dos seus recursos sob critério que são políticos. E agora o PSOL está prestes a repetir exatamente o mesmo erro com ele!
Ninguém quer tirar o básico ou negar importância de quem está nas suas primeiras campanhas. O que não podemos aceitar é a falta de transparência e o suicídio político de sufocar quem tem a força popular para garantir a sobrevivência do partido. Nós ficamos no PSOL para superar a cláusula de barreira e eleger bancadas fortes. Agora, exigimos que a direção cumpra a sua palavra.
Cumprir acordos políticos é uma obrigação da direção partidária. Enfraquecer candidaturas com forte inserção popular, eleitoral e social não fortalece o PSOL. Ao contrário, coloca em risco o projeto coletivo que construímos e a tarefa de ampliar nossa representação institucional
@ErikakHilton Não é aceitável que lideranças que carregam algumas das principais lutas do partido, ajudam a ampliar a bancada e assumiram o compromisso de permanecer no PSOL para superar a cláusula de barreira sejam tratadas dessa forma.
Cumprir acordos é uma obrigação da direção partidária
@ErikakHilton Enfraquecer candidaturas com forte inserção popular, eleitoral e social não fortalece o PSOL. Ao contrário, coloca em risco o projeto coletivo que construímos e a tarefa de ampliar nossa representação institucional 👇🏻
Em defesa dos direitos dos aposentados e pensionistas! Nossa luta contra o confisco continua, queremos a devolução dos proventos! Vamos somar pela retomada do julgamento no STF. Fachin, paute a ADI 6254! #AposentadoriaJusta
Isenção de imposto de renda para todos os professores e trabalhadores da educação. Esse é o objetivo do [PL 4687/2025] de @_lucavalcante (Psol-SP), convidada do videocast Me Conta +. Assista à entrevista completa no Spotify, no X, no Tik Tok e no YouTube da Câmara!
DEPUTADA EM ASCENSÃO, POR MAIS UM ANO
1º mandato e estou, pelo 2º ano consecutivo, na lista das parlamentares mais influentes da Câmara dos Deputados.
2 projetos que se tornaram as Leis 15.326 e 226. Seguirei articulando para que o Brasil avance em todas pautas que importam
A deputada @_lucavalcante (PSOL-SP) pede que o seu Projeto de Lei 4687/25 tramite em regime de urgência na Câmara dos Deputados. O texto isenta todos os profissionais da educação do pagamento do Imposto de Renda e tem o apoio de mais de 700 mil pessoas, registradas em um abaixo-assinado pela aprovação do projeto (https://t.co/VN3WXIY9ON).
“O Estado brasileiro já concede mais de R$ 600 bilhões em isenção para setores estratégicos e precisa dizer para a sociedade que a educação é política de estado, é política de desenvolvimento”, afirmou a deputada no Plenário da Câmara.
Autora da Lei 15.326/26, que enquadrou as educadoras infantis na carreira do magistério, a deputada luta para que a valorização chegue a todos os profissionais da educação da educação pública, do ensino básico ao universitário. A isenção do imposto é uma das maneiras de melhorar a remuneração desses trabalhadores.
O primeiro dia do Brasil na Copa 2026 chegou e a gente já tá como? No clima e convocada! 🇧🇷
Enquanto a bola rola em campo, nosso compromisso continua sendo marcar gol contra os retrocessos e defender o serviço público. O Hexa vem, e nossas vitórias também! 💥⚽️
#Copa2026
CPMI do Dark Horse já!
E parabéns deputada @_lucavalcante , a investigação no STF tem de ser imediata. É propina e não filme. A CPMI que apresentei está com 59 assinaturas, nenhuma dos bolsonaristas, pois estão blindando o Master e o Flávio.
A deputada federal @_lucavalcante (SP) protocolou uma representação no Supremo Tribunal Federal e levou ao Ministério Público denúncias de contratos da Prefeitura de São Paulo, comandada por Ricardo Nunes, e a produtora responsável pelo filme Dark Horse, sobre o presidiário Jair Bolsonaro.
A iniciativa foi apresentada em conjunto com o deputado estadual Carlos Giannazi e o vereador Celso Giannazi.
O pedido foi encaminhado ao ministro André Mendonça no âmbito do Inquérito nº 5026, que investiga o Banco Master. Na petição, os parlamentares pedem que sejam incorporados às apurações fatos envolvendo a produtora Go UP Entertainment e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade que mantém contratos sob investigação com a administração municipal paulistana.
A representação foi apresentada após a Polícia Civil de São Paulo realizar uma operação para investigar suspeitas de irregularidades em contratos firmados entre a gestão Ricardo Nunes e o Instituto Conhecer Brasil. Entre os alvos estiveram a sede do instituto, a residência de sua presidente, Karina Ferreira da Gama, e a sede da Go UP Entertainment, produtora do filme sobre Bolsonaro. As investigações apuram suspeitas de direcionamento, sobrepreço, pagamentos sem comprovação da execução dos serviços e possível desvio de recursos públicos.
No centro das apurações está um contrato para implantação e manutenção de 5 mil pontos de internet pública em comunidades da capital. O acordo, inicialmente estimado em R$ 108 milhões, passou a ser alvo de investigação do Ministério Público, que aponta possíveis irregularidades como ausência de concorrência efetiva, falta de justificativas técnicas para a contratação e sucessivos aditamentos contratuais.
Documentos do Ministério Público também registram divergências entre os valores pagos e a execução dos serviços. Segundo a apuração, até dezembro de 2024 haviam sido ativados 2.615 pontos de internet, enquanto os repasses já somavam R$ 39,2 milhões. Os dados levaram à instauração de inquérito civil para aprofundar a investigação.
A representação apresentada pela deputada também destaca que entidades ligadas à mesma dirigente receberam recursos públicos para a realização da feira gospel The Connect Faith 2025 e mantiveram reuniões oficiais com integrantes da Prefeitura de São Paulo.
Para a deputada Professora Luciene, os fatos exigem uma investigação ampla e integrada. O pedido encaminhado ao STF busca reunir documentos, contratos, prestações de contas e relatórios de fiscalização para verificar se existe relação entre contratos da administração municipal e estruturas privadas que hoje estão no centro de investigações conduzidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
A deputada federal @_lucavalcante (SP) intensificou nesta semana as articulações no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Congresso Nacional pelo fim do Confisco das aposentadorias e pensões de servidores públicos.
A reunião com Gilmar Mendes teve como foco reforçar a importância da retomada do julgamento, que foi interrompido após pedido de vista do ministro. Atualmente, o placar está em 7 votos a 3 contra o Confisco, mas ainda falta o voto de Mendes para a conclusão do processo.
Já na audiência com Edson Fachin, atual presidente do STF, a deputada destacou a urgência de o tema voltar à pauta da Corte. Como presidente do Supremo, Fachin tem a prerrogativa de definir os julgamentos que serão pautados pelo tribunal.
“Esse confisco é uma grande crueldade contra aposentados e pensionistas. Milhares de famílias sofrem diariamente com essa cobrança”, afirma Luciene.
Além da atuação no STF, o mandato também acompanha a tramitação da PEC 6/2024, apresentada por ela para acelerar o fim do confisco previdenciário. A proposta já reuniu o número necessário de assinaturas para ser apensada à PEC 555/2006, que está pronta para votação no plenário da Câmara dos Deputados.
PELO FIM DO CONFISCO, JÁ!
A deputada @_lucavalcante (SP) segue na luta incessante contra o confisco das aposentadorias e pensões de servidores públicos. Essa semana, ela participou de duas agendas importantes no Supremo Tribunal Federal. Luciene se reuniu com os ministros Gilmar Mendes e Edson Fachin, atual presidente do STF. Até o momento, o fim do confisco está vencendo a votação por 7 a 3, mas ainda falta o voto de Mendes e o julgamento foi paralisado após um pedido de vista do ministro. Luciene enfatizou que já é hora de acabar com essa crueldade que atinge milhares de aposentados e pensionistas.
Quem se aposentou tem direito a descanso e respeito, não a confisco!
Estamos atuando em Brasília pelas ADIs no STF e pela PEC 6/2024 na Câmara. Entre nessa luta com a gente e mande sua mensagem para os ministros!
Faça pressão aqui: https://t.co/SOdXXM1Zwr
#AposentadoriaJusta
A ação foi apresentada pela deputada federal @_lucavalcante, que tem liderado a ofensiva jurídica e política contra o programa implementado pelo governo Tarcísio de Freitas. Relator da ação, Gilmar Mendes já havia reconhecido a relevância do tema ao determinar que o Governo de São Paulo e a Assembleia Legislativa prestassem esclarecimentos sobre o programa antes da análise do pedido liminar.
Para a deputada Professora Luciene Cavalcante, o programa ultrapassa questões administrativas e cria um novo modelo pedagógico sem respaldo constitucional. A parlamentar sustenta que a proposta invade competências da União sobre as diretrizes da educação nacional e desvirtua a função constitucional das polícias militares, destinada à preservação da ordem pública.
“Estamos enfrentando um projeto de militarização da educação pública que desvia recursos, enfraquece a gestão democrática e impõe um modelo autoritário dentro das escolas”, afirma a deputada Professora Luciene Cavalcante. Segundo ela, o programa também afronta princípios constitucionais da valorização dos profissionais da educação e do planejamento pedagógico.
Trabalhar a vida inteira esperando o descanso e receber de volta a mão do Nunes no seu bolso. O confisco de aposentadorias e pensões não é "ajuste fiscal", é covardia. Querem equilibrar as contas? Cortem na própria carne e não de quem ja contribuiu a vida toda #AposentadoriaJusta
SEXTOU com o prefeito Ricardo Nunes descobrindo que contrato público não é diário secreto. A Justiça cansou do esconde-esconde e tascou multa pela "reiterada resistência" em mostrar o contrato do Pacaembu. O que tanto escondem ali? Quem não deve, não esconde, prefeito! 🔍💸
Vitória importante! O MP confirmou o que denunciamos: o edital das escolas cívico-militais de Tarcísio é recheado de ilegalidades. Educação é lugar de pedagogia, não de quartel improvisado para satisfazer ideologia.
Seguimos vigilantes até a anulação total! 👩🏫✊🏻