Nadie obliga a comprar en Steam, tienes Epic, GOG, itch o las plataformas de las EA, Ubisoft , etc a un clic.
Si el 85% sigue eligiendo Steam después de 20 años, es que nadie ha sabido hacerlo mejor, una tienda que todos elegimos porque funciona y porque se preocupa de sus usuarios.
Te dan pago global, reembolsos sin preguntas, guardado en la nube, Workshop, online gratuito...
Dime otra plataforma que dé todo eso por menos.
Valve is a "monopoly", because the users are genuinely satisfied with Steam and its sale offerings. Maybe other companies should take an example from Valve and not to be a bitch.
Atari is literally on a mission to remaster as many games as possible
-Toy Story Retro Round Up + 3 Complete Edition
-Godzilla Destroy All Monsters Melee Remastered
-Barbie Rewind
-Mortal Kombat Legacy Kollection
-Rayman 30th Anniversary Edition
+ so much more
Let them COOK
Capcom must have five full time teams working on a game at any one time. The past few years they’ve been developing RE9, Pragmata, Onimusha 4, RE Veronica, and MH Wilds DLC plus a Switch 2 port. They’ve got it down.
It really exposes companies like Naughty Dog, Rockstar, etc.
Faut absolument que vous sachiez comment Ubisoft a traité cet homme (créateur de Assassin's Creed) comme une merde :
- en 2010 il commençait à dire qu'il voulait réduire la cadence avec les AC et que le fait d'annualiser la licence allait nuire à la qualité des jeux
- quelques mois après il est poussé vers la sortie et démissionne (sûrement harcelé par Ubisoft vous connaissez les méthodes 🥹)
- en 2011 il rejoint THQ qui fondent spécialement pour lui un sous studio et commence a bosser sur 1666 Amsterdam
- en 2013 Ubisoft rachète THQ et vire spécifiquement Patrice, et conservent par la même occasion tous les droits sur sa création 1666 Amsterdam
- en 2016, après 3 ans de bataille juridique acharnée, ils récupèrent les droits sur son jeu
- en 2026, 10 ans après, il nous présente enfin 1666 Amsterdam
Newly revealed court documents from an ongoing antitrust lawsuit claim that Valve once threatened to remove Rainbow Six Siege from Steam after Ubisoft tried selling the game at a lower price on its own storefront, Uplay.
According to the reports, Ubisoft introduced a cheaper “Starter Pack” version of Rainbow Six Siege outside of Steam.
Valve allegedly warned Ubisoft that the game could be removed from Steam if the pricing difference wasn’t addressed. Ubisoft changed course, and the game remained on the platform.
-Porque no tengo que pagar para jugar online.
-No tengo que estar cerrado a un único ecosistema.
-Steam es la mejor tienda de videojuegos digital del mundo.
-Mejores precios de videojuegos.
-Juegos gratis todos los meses a través de Epic Games.
-Mods.
-Libertad de hardware (Compro mis juegos una sola vez y puedo compaginar jugar en sobremesa y en portátil)
-Libertad de periféricos: desde joycons de Switch hasta cualquier mando chino.
-Más juegos indie.
-No hay que pagar por remasters, ya que los juegos corren y se ven mejor en cuanto mejoras tus componentes.
-Libertad de modificar aspectos visuales en todos los videojuegos como las aberraciones cromáticas, FOV, etc.
Y creo que me dejo alguna cosa, pero viva el PC
Cuando VALVe estaba al borde de la quiebra y Gabe Newell fue a pedir ayuda para lanzar Steam, el 99% de la industria le dijo que no, que perdía el tiempo. No fueron una o dos empresas. Fueron todas. Lo cuenta el propio GabeN en el documental del 20º aniversario de Half-Life 2.
Ahora esa misma industria llora porque quieren parte del pastel que su propia incompetencia y arrogancia les impidió ver.
Excepto VALVe, nadie pensó a largo plazo. Nadie se jugó la empresa y el patrimonio personal contra una industria sin visión. Nadie apostó por tratar a sus clientes como personas.
Por eso CEOs como @TimSweeneyEpic y compañía se la pasan despidiendo gente en masa mientras buscan nuevas formas de exprimir y abusar de los jugadores, en vez de construir una comunidad de verdad.
Steam no es un monopolio. Es la recompensa por hacer las cosas bien cuando nadie más tuvo cojones.
Vish...
Desenvolvedores independentes e órgãos reguladores acusam o Steam de abusar do seu poder de mercado. Segundo os processos ativos no EUA e UK, a plataforma sufoca a concorrência na indústria bilionária dos computadores e impõe taxas abusivas que prejudicam diretamente os criadores de jogos.
Gabe Newell, cofundador e presidente da Valve, prestou depoimento sobre o caso e negou qualquer prática irregular. O executivo afirmou que a empresa não dita os preços praticados em outras lojas virtuais. Apesar disso, documentos internos revelados nos tribunais mostram funcionários da companhia cobrando paridade de preços de grandes editoras. Essa pressão gerou revolta e uniu estúdios independentes em uma ação coletiva que promete abalar as estruturas do mercado atual.
O centro da disputa jurídica envolve a polêmica comissão de 30% cobrada sobre as vendas na plataforma. Essa taxa tornou-se um padrão da indústria, mas sofre duras críticas dos profissionais do setor. Além disso, uma pesquisa recente realizada pela Atomik Research revelou que 72% dos gerentes de estúdios nos EUA e Reino Unido consideram o Steam um monopólio.
A força do Steam reside no gigantesco efeito de rede construído ao longo de duas décadas. No início de 2026, a loja registrou a impressionante marca de 42 milhões de usuários conectados simultaneamente. Dessa forma, abandonar a plataforma significa cometer um suicídio comercial para a maioria dos estúdios. Até mesmo gigantes como a Epic Games tentaram quebrar essa soberania reduzindo sua comissão para 12%, porém o público continuou fiel à biblioteca unificada da Valve.
Os processos indicam que a cultura sem hierarquia formal da Valve serve para camuflar as responsabilidades pelas decisões comerciais. Advogados dos queixosos relatam extrema dificuldade para identificar quem assina as ordens de punição dentro da empresa. Enquanto isso, o faturamento estimado da companhia atingiu a marca de 5,2 bilhões de dólares em 2025. Esse montante gigantesco é administrado por uma equipe de apenas 350 funcionários.
Caso a Valve perca a disputa judicial no Reino Unido, a penalidade financeira pode alcançar a impressionante marca de 900 milhões de dólares. Nos Estados Unidos, o objetivo principal do estúdio Wolfire Games, que lidera a ação, é obter uma liminar que force a alteração imediata das regras de distribuição da loja.
Os custos de desenvolvimento de um novo jogo crescem de forma alarmante a cada ano. Por conta disso, reaver uma parte da porcentagem abocanhada pela distribuidora virou uma questão de sobrevivência para as empresas menores. Toda essa turbulência jurídica pode finalmente abrir espaço para que lojas alternativas ganhem relevância real nos próximos anos. Resta saber se o tribunal decidirá o futuro do PC Gaming ou se a fortaleza de Gabe Newell continuará totalmente impenetrável.