As dirigentes da ANBCB, Vivian Rosadas, Fabiana Amaral Carvalho e Mayara Yano, assinam artigo publicado no Poder360 sobre o papel transformador da PEC 65/23, que reposiciona o Banco Central do Brasil diante dos desafios da economia moderna.
A proposta garante autonomia orçamentária, financeira e administrativa, permitindo que o BC atue com mais eficiência, responsabilidade e transparência, sempre prestando contas e mantendo seu compromisso com o interesse público.
As auditoras destacam que, embora o Banco Central seja uma das instituições mais relevantes do Estado brasileiro, ainda enfrenta limitações estruturais que afetam sua capacidade de resposta, especialmente em momentos de crise.
A PEC 65/23 corrige essas fragilidades e alinha o Brasil às melhores práticas internacionais, fortalecendo a estabilidade econômica e a confiança nas políticas monetárias.
Leia o artigo completo no Poder360: https://t.co/6J1EvAZIXU
Mais um ataque hacker volta a expor a fragilidade do sistema financeiro e o peso que recai sobre o Banco Central do Brasil na prevenção e mitigação desses crimes. O episódio revelou uma vulnerabilidade em aplicativos terceirizados, empresas que se conectam ao sistema financeiro por meio de prestadores de serviço de tecnologia (PSTIs), e reacende o debate sobre a necessidade de o BC ter recursos e estrutura compatíveis com as responsabilidades que já exerce.
Casos como o da fintech FictorPay, que sofreu o desvio de R$ 26 milhões em transações via Pix, evidenciam a urgência de uma solução estrutural: a PEC 65/23 (PEC do Pix), que garante autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao BC, permitindo-lhe investir de forma contínua em segurança, tecnologia e pessoal especializado.
Mesmo com limitações orçamentárias e uma equipe reduzida, o Banco Central continua ampliando e aperfeiçoando as normas de segurança digital, com medidas como o bloqueio preventivo de contas suspeitas e o aprimoramento do Mecanismo Especial de Devolução (MED 2.0).
Proteger o Pix e todo o sistema financeiro nacional é proteger o Brasil. E isso exige um Banco Central com capacidade de cumprir sua missão institucional. A PEC 65/23 (PEC do Pix) é necessária para garantir confiança, estabilidade e segurança a milhões de brasileiros.
Em 2024, o Banco Central gastou R$ 68 milhões para garantir a segurança do Pix, que movimentou R$ 26,5 trilhões no ano, o equivalente a 0,0003% do total transacionado. Mesmo com orçamento restrito, o BC protege todos os dias o sistema financeiro e o patrimônio dos brasileiros. É o que demonstra reportagem do Poder 360, com números obtidos através da Lei de Acesso à Informação.
Com apenas 30 servidores dedicados à operação do Pix, dos quais 9 atuam na prevenção de fraudes, o Banco Central tem sustentado uma estrutura que hoje responde por mais de 6 milhões de tentativas de fraude por ano. É um esforço humano e tecnológico admirável, mas também um sinal claro de limite.
A PEC 65/23 oferece a solução estrutural para esse e outros desafios: ao garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa, permitirá que o BC invista de forma contínua em segurança, tecnologia e pessoal, reforçando sua capacidade de proteger o sistema de pagamentos e a economia brasileira.
Como destacou o senador Plínio Valério, relator da proposta, a aprovação da PEC é essencial para “fortalecer a gestão do Banco Central e blindar o Pix”, consolidando um legado de confiança e estabilidade para o país.
Saiu na mídia: a PEC 65/23 é vista como urgente e essencial para proteger o Pix e fortalecer o Banco Central.
A Folha de S. Paulo publicou matéria destacando que 30 servidores da Gerência de Gestão e Operação do Pix enviaram uma carta ao presidente do BC, Gabriel Galípolo, em defesa da proposta. O grupo afirma que a PEC garantirá os recursos humanos e tecnológicos necessários para manter a operação e evolução dessa ferramenta que revolucionou os pagamentos no Brasil.
Na carta, os servidores alertam que, diante da escassez de recursos, crescem os riscos operacionais e a vulnerabilidade do sistema, um problema grave em um serviço que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.
A diretora da ANBCB, Mayara Yano, também reforçou a importância da PEC: hoje, apenas 33 pessoas cuidam de toda a operação e agenda evolutiva do Pix, o que já causa atrasos na implementação de melhorias de segurança e novos serviços.
PEC 65/23 = Banco Central fortalecido + Pix protegido, gratuito e seguro.
O Pix une o Brasil!
PEC 65/23 pelo Pix cada vez melhor!
#BCFortePixProtegido
#Pec65PixGratuito
Durante discurso no plenário do Senado Federal, o Senador Plínio Valério defendeu a PEC65/23, também chamada de PEC do Pix.
O Senador pountou a necessidade de defesa do meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central diante de ataques externos ao sistema. A proposta prevê que o Pix será operado exclusivamente pelo Banco Central e será sempre gratuito para pessoas físicas.
Plínio Valério também comentou sobre a crise vivida pelo Banco Central diante da falta de pessoas e orçamento para investimentos, prejudicando o cumprimento de sua missão institucional. Citou que apenas 32 servidores cuidam do Pix.
A ANBCB apoia esse projeto e conta com o seu apoio para proteger o Pix e dotar o Banco Central de mecanismos para continuar entregando serviços para a população brasileira.
Confira o vídeo com a fala do Senador @PlinioValerio45
Saiu na mídia | JOTA
Lideranças da ANBCB assinam artigo no portal JOTA destacando a urgência da aprovação da PEC 65/23, que redefine o regime jurídico do Banco Central.
O texto mostra que, sem autonomia orçamentária, financeira e administrativa, o Banco Central vem sofrendo um processo de desmonte, o que coloca em risco não apenas o funcionamento da instituição, mas também a segurança e a sustentabilidade do Pix, patrimônio nacional e inovação reconhecida internacionalmente.
O artigo apresenta dados alarmantes:
•Redução de 35% no quadro de servidores do BC nos últimos 15 anos;
•Apenas 33 servidores cuidam da regulação, supervisão e combate a fraudes do Pix;
•Fraudes aumentaram 95% em 2024 em relação a 2023, com mais de R$ 4 bilhões desviados apenas em 2025;
•Novas funcionalidades, como o Pix Automático, chegam com até três anos de atraso por falta de estrutura.
As autoras defendem que a PEC 65/23 é o passo necessário para garantir a autonomia real do BC, permitindo gestão própria de recursos, pessoal e infraestrutura, medidas essenciais para proteger o futuro do Pix e fortalecer a política monetária brasileira.
Leia o artigo completo no JOTA: https://t.co/bNY6gEzKbU
@PlinioValerio45@Vanderlan_VC@jaqueswagner@ottoalencar@SenadorRogerio
Um artigo publicado pelo Policy Research Working Paper do Banco Mundial, em sua edição nº11.179, analisa os impactos da autonomia dos Bancos Centrais em relação ao custo de captação de países.
O artigo publicado pelos autores Angelos Athanasopoulos, Nicolò Fraccaroli, Andreas Kern e Davide Romelli utilizou um índice que captura as restrições institucionais de empréstimos de BCs ao governo em 155 países, levando em consideração os anos de 1972 a 2023.
Concluiu-se que empréstimos mais restritos ao executivo reduzem significativamente as taxas de juros soberanas e aumentam a relação dívida/produto interno bruto nos países em desenvolvimento.
Nesse sentido, esses efeitos refletem na maior capacidade do Executivo de obter empréstimos a custos mais baixos, desde que haja maior autonomia do Banco Central.
Do ponto de vista político, os resultados destacam o papel fundamental dos Bancos Centrais autônomos como catalisadores da redução dos custos de endividamento dos governos.
Confira o artigo em: https://t.co/SBJa2SZKTD
Os servidores do Banco Central são os pilares das inovações que transformaram a vida dos brasileiros, como o Pix, o Valores a Receber e tantos serviços essenciais. Mas essa força humana tem sido subvalorizada e subdimensionada, e isso compromete o futuro institucional.
Atualmente, apenas 32 servidores são responsáveis pela gestão do sistema Pix, que atende 180 milhões de usuários, movimenta bilhões de transações e exige vigilância constante diante de fraudes e ataques. Além disso, apenas 9 servidores atuam especificamente na segurança do sistema de pagamentos instantâneos, o que deixa o sistema vulnerável considerando a escala de operação do Pix. E essa é apenas uma das equipes do BC que trabalham para que tenhamos um sistema financeiro sólido e eficiente.
Sem profissionais qualificados e em número suficiente, a inovação perde força e a manutenção da infraestrutura crítica fica em risco. Por isso, defendemos que a PEC 65/23 seja parte de uma solução estrutural. Com autonomia orçamentária, financeira e administrativa, o BC poderá planejar concursos, reter talentos e investir em tecnologias que garantam a segurança e a continuidade dos serviços que tanto beneficiam o cidadão.
O Governo Federal voltou a destacar o sucesso do Pix e nós celebramos esse reconhecimento. Criado, desenvolvido e mantido por servidores de carreira do Banco Central do Brasil, o Pix se tornou um orgulho nacional e referência mundial em inclusão financeira.
O Banco Central segue aprimorando o sistema e desenvolvendo novas funcionalidades que facilitam a vida de milhões de brasileiros. Mas para continuar inovando, garantindo segurança e estabilidade, o BC precisa de uma solução definitiva para seus desafios institucionais.
A #PECDOPIX (PEC 65/23) é esse passo essencial: dá ao Banco Central autonomia orçamentária, financeira e administrativa, com transparência e prestação de contas, permitindo que a instituição continue servindo ao país com eficiência e responsabilidade.
Agradecemos à Secom e ao Governo Federal por reconhecerem o valor do Pix, uma criação genuinamente brasileira, feita por servidores públicos comprometidos com o futuro do Brasil. 🇧🇷
O Pix une o Brasil!
PEC 65/23 pelo Pix cada vez melhor!
#BCFortePixProtegido
#Pec65PixGratuito
A PEC 65/23 é a solução definitiva para que o Banco Central do Brasil possa enfrentar seus desafios estruturais com autonomia orçamentária, financeira e administrativa, garantindo eficiência, segurança e continuidade em suas ações, sempre com transparência e prestação de contas.
Durante o lançamento do novo modelo de crédito imobiliário, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, destacou o pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por uma “mudança estrutural, não paliativa”.
A fala ilustra uma necessidade ainda mais ampla: o próprio Banco Central também precisa de uma solução definitiva para que possa desenvolver políticas consistentes e duradouras, sem depender de medidas temporárias que apenas empurram os problemas para frente.
Soluções paliativas enfraquecem instituições e comprometem o futuro. É hora de construir algo melhor agora, com bases sólidas para que o BC possa continuar protegendo o sistema financeiro, fortalecendo o Pix e promovendo estabilidade para o país.
A PEC 65/23 representa exatamente esse passo: um avanço estrutural que permitirá ao Banco Central exercer plenamente sua função de Estado e entregar resultados duradouros para toda a sociedade.
A partir de 13 de outubro, o Pix Automático deixou de ser opcional e passa a ser obrigatório para instituições financeiras que oferecem Pix. A funcionalidade, lançada em junho, permite que usuários agendem pagamentos recorrentes (contas de luz, água, assinaturas, mensalidades etc.) com uma única autorização, eliminando a necessidade de repetir o pagamento a cada vencimento.
Para os brasileiros isso representa mais praticidade, menos risco de atraso e maior controle, já que é possível definir limites, periodicidade e cancelar ou alterar autorizações. Para empresas e MEIs, facilita o recebimento de pagamentos automáticos por meio de um único banco.
Mas, para que essa funcionalidade funcione com segurança e estabilidade, o BC precisa ter capacidade técnica e autonomia administrativa para investir em pessoal, tecnologia e supervisão robusta, além de reter talentos. É para isso que defendemos a PEC 65/23: para garantir ao BC autonomia orçamentária, financeira e administrativa, com prestação de contas e fiscalização, de modo que inovações sejam seguras o suficiente para que realmente beneficiem toda a sociedade.
A nova medida que obriga bancos a rejeitarem pagamentos destinados a contas suspeitas de fraude amplia o papel fiscalizador do Banco Central, exigindo mais estrutura, tecnologia e servidores qualificados. Por isso a PEC 65/23 é fundamental, para que o BC tenha condições de cumprir de forma ainda mais eficiente suas funções
A regra, que entrou em vigor a partir de 13 de outubro, vale para qualquer tipo de pagamento e tem como objetivo reforçar a segurança do sistema financeiro nacional em meio à atuação crescente do crime organizado.
Além de bloquear transações suspeitas, o BC agora fiscalizará o cumprimento da norma, o que amplia sua carga de trabalho e reforça a necessidade de recursos humanos e tecnológicos adequados. Atualmente, uma equipe reduzida precisa lidar com um ecossistema cada vez mais complexo, que inclui o Pix e outras plataformas digitais.
Com as recentes ocorrências de ataques cibernéticos, golpes financeiros e o envolvimento de organizações criminosas, medidas como essa são essenciais. Mas para garantir sua eficácia e continuidade, o Banco Central precisa da autonomia real prevista na PEC 65/23, que permitirá ao órgão investir de forma estratégica e sustentável na segurança, na inovação e na estabilidade do sistema financeiro que serve a toda a sociedade.
A estabilidade econômica do Brasil começa na confiança: confiança dos investidores, das empresas e das famílias. Essa confiança é sustentada por instituições capazes de agir com técnica, previsibilidade e responsabilidade, como o Banco Central do Brasil.
Garantir ao BC condições de trabalho seguras, planejamento de longo prazo e recursos próprios é garantir que ele possa continuar combatendo a inflação, mantendo a solidez do sistema financeiro e promovendo o desenvolvimento sustentável do país.
A PEC 65/23 é fundamental nesse processo. Ela assegura autonomia orçamentária, financeira e administrativa, pilares que permitem ao Banco Central agir com eficiência e transparência, prestando contas e sendo fiscalizado, mas livre das pressões políticas do momento.
Mais que uma pauta institucional, a autonomia real do Banco Central é uma pauta de Estado e um compromisso com o futuro do Brasil.
A confiança no sistema financeiro brasileiro é resultado de anos de construção técnica e institucional, e o Banco Central tem papel decisivo nesse processo.
Manter essa confiança exige estrutura, equipe e recursos estáveis para prevenir falhas, aperfeiçoar sistemas e agir com agilidade diante de riscos.
Hoje, o BC administra um dos sistemas mais complexos e integrados do mundo, com mais de 940 instituições participantes do Pix, 76% da população usuária e uma agenda contínua de inovações. Mas, com quadro reduzido e restrições orçamentárias, qualquer avanço depende de planejamento e condições adequadas.
A PEC 65/23 é a base para isso: assegura autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao BC, permitindo que ele siga inovando, fortalecendo a segurança e garantindo estabilidade, sempre com transparência e fiscalização pública.
A PEC 65/23, que garante autonomia financeira, administrativa e orçamentária ao Banco Central do Brasil, é fundamental para que a instituição possa atuar com ainda mais eficiência e autonomia, acompanhando outros bancos centrais ao redor do mundo. O próprio presidente do BC, Gabriel Galípolo, reforçou essa necessidade durante sua participação em webinar promovido pela Fundação Fernando Henrique Cardoso (FHC).
Em sua fala, Galípolo destacou que o Banco Central brasileiro possui autonomia operacional, mas ainda carece de autonomia financeira, administrativa e orçamentária, uma defasagem institucional que limita sua capacidade de investimento em tecnologia, supervisão e segurança, especialmente em um cenário de crescente complexidade do sistema financeiro.
“Talvez exista aí uma oportunidade do Banco Central fazer um salto e ir direto para a fronteira”, afirmou o presidente, ressaltando que o fortalecimento institucional é essencial para aprimorar a supervisão de instrumentos como o Pix.
A aprovação da PEC 65/23 é o passo decisivo para que o Banco Central possa continuar exercendo seu papel de forma técnica e autônomo, com recursos e estrutura adequados para garantir a estabilidade, a inovação e a segurança do sistema financeiro brasileiro.
A PEC 65/23 é fundamental para garantir que o Banco Central do Brasil tenha as condições estruturais de seguir inovando, com segurança e eficiência.
Nos últimos anos, o BC foi responsável por avanços que transformaram o dia a dia dos brasileiros, como o Pix e o Open Finance. Mas a mesma instituição que criou um dos sistemas de pagamento mais modernos do mundo enfrenta hoje redução expressiva de pessoal e riscos de novos atrasos em projetos importantes, como o Pix parcelado e o Pix em garantia, ambos adiados por falta de estrutura e necessidade de reforço na segurança.
Com 35% a menos de servidores do que há alguns anos e uma equipe de apenas 33 profissionais dedicados ao Pix, é urgente criar condições para manter o ritmo de inovação e proteger o sistema financeiro nacional.
A PEC 65/23 oferece essa resposta estrutural, ao assegurar autonomia orçamentária, financeira e administrativa para o Banco Central, com transparência, controle e prestação de contas permanentes.