its june 1st which means everything is possible again, the sun is warm on your heart, you can keep trying over and over, and whats yours will find u with ease
Hayley sobre Future:
"Tinha uma música que a gente costumava tocar. Era a última faixa do álbum autointitulado, chamada Future. E nós realmente só tocamos ela por um período, naquela turnê e acho que no cruzeiro que costumávamos fazer.
A música se chamava Future e era meio que nós abraçando aquela parte fracassada da gente, aquela que só quer guitarras pesadas e arrastadas… A música dura, sei lá, quantos minutos? Quero dizer 11 minutos, mas não sei se chega a tudo isso. E decidimos fazer exatamente isso no palco. Chegamos até ao ponto de reproduzir aquela coisa do The Smiths, em que eles abaixam totalmente o volume e depois ele volta aos poucos. A gente fez isso na mixagem.
Toda noite eu chorava em algum momento, sem entender exatamente o motivo.
Às vezes acho que a música nos permite entrar em contato com uma espécie de sentido profético ou intuição. Existe uma razão para nos conectarmos com músicas específicas - e não precisam ser músicas que você escreveu. Acho que existe uma razão para você ter conexão com o seu artista favorito, sabe?
Mas, para mim, com essa música em particular, eu não percebia o quão profética ela era. Porque eu pensava: 'Já passamos pelo pior, já vimos de tudo. Perdemos membros da banda e essa é a pior coisa que poderia acontecer comigo.' E então Future foi escrita depois disso… e, caramba, minha vida ficou ainda mais louca depois. Sinto que meu corpo já sabia disso, e é por isso que aquela música era tão catártica todas as noites no palco. Eu tinha dificuldade até de olhar para o público. Mas eu também amava aquilo, sabe? Eram lágrimas boas."
Hayley performed her first festival show of this tour cycle in Salt Lake City, UT @ Kilby Block Party. It was also her last show of this leg of the tour. She played 14 tracks.
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Hayley no podcast 'One Life One Chance':
"Eu passei por um término e purifiquei minha casa. Acho que é sobre como você se protege. Existem músicas que escrevo que às vezes sinto que vêm de um lugar mais profundo. Não é uma voz consciente, é algo mais profundo. E quando escrevo, é como se eu estivesse lançando um feitiço sobre mim, pedindo por coisas melhores, pedindo por proteção, por movimento. Qualquer coisa. Acho que escrever é algo muito ligado à nossa espiritualidade, a partes mais profundas de nós. Por isso acho que músicas podem ser proféticas. Você pode escrever uma música e descobrir o significado dela dentro de alguns anos."