As chances de um ser humano ser picado por uma cobra venenosa são de 1 em 70 mil.
As chances de uma mulher ser atacada por um homem são de 1 em 3. E, de alguma forma, o seu medo de cobras é considerado válido.
Mas o medo que as mulheres têm de homem é visto como exagero.
Feminismo negro SIM!
1-Mulheres negras foram excluídas do feminismo. Elas não podiam participar!
2- Até 1996 o SUS realiza o processo de esterilização compulsória em mulheres negras.
3- É DIFERENTE viver com o peso do machismo e racismo juntos! São duas opressões estruturais.
🚨 NOJENTO!
Enquanto o Senado se recusa a aprovar a nossa proposta pelo FIM da escala 6x1 e o Projeto de Lei de criminalização da misoginia segue travado na Câmara, o partido da família Bolsonaro acaba de aprovar uma proposta para descriminalizar o racismo.
É sério e é urgente.
A proposta descriminaliza o racismo se ele for cometido por “manifestação de opinião, convicção religiosa, filosófica, científica, acadêmica ou política”.
Ou seja, a proposta descriminaliza o racismo de todas as formas possíveis e ainda o classifica como “opinião” e “convicção”.
Como se não bastasse o horror da proposta, a sua tramitação é nojenta por si só: o que eles aprovaram é uma proposta de Emenda ao Projeto de Lei que criminaliza a misoginia e o equipara ao crime de racismo.
Com isso, se o Projeto que equipara a misoginia for ser votado na Câmara, a Câmara terá que votar junto uma Emenda que descriminaliza o próprio racismo. Se a Emenda for aprovada com o PL, a misoginia é equiparada ao racismo, mas o racismo é liberado.
Isso é uma armadilha organizada pelo partido da família Bolsonaro na Comissão de Segurança Pública, onde a proposta foi aprovada.
E a intenção é clara: acuar as meninas e mulheres que clamam pela criminalização do discurso de ódio que as atinge todos os dias. Os bolsonaristas estão dizendo que, se a misoginia for equiparada ao racismo, o racismo deixará de ser crime.
O partido da família Bolsonaro aprovou uma proposta pra, caso as meninas e mulheres brasileiras consigam ser finalmente protegidas pela Lei, a própria Lei deixe de valer.
Não aceitaremos essa chantagem e essa ameaça aos direitos das mulheres, das meninas e da população negra.
Em união, seguiremos lutando pela aprovação do Projeto de Lei que criminaliza a misoginia e para DERRUBAR essa emenda nojenta.
Na Copa do Mundo, o Brasil perdeu por falta de jogo. Por não ter condições de superar o adversário.
Aqui no Brasil, o povo está sendo derrotado enquanto o Senado tem todas as condições de fazer uma vitória acontecer.
A nossa PEC pelo FIM da escala 6x1 está travada HÁ UM MÊS, com o Senado ameaçando deixar a votação para depois das eleições.
E essa é justamente a vontade da direita, da turma do Tariflávio, dos bilionários e dos inimigos do Brasil: que a pauta esfrie.
Não podemos permitir isso.
O Brasil pode falhar em campo, ao enfrentar outros países. Mas o Brasil não pode derrotar seu próprio povo.
Pressão total no Senado.
Queria muito poder dizer um grande "foda-se" pra isso e que ninguém depende da aceitação alheia pra ser quem se é.
Mas uma queda na aceitação da homossexualidade vira um aumento nos jovens LGBTQIA+ que são expulsos de casa. Vira discurso de ódio nas redes. Vira morte nas ruas.
E essa queda não é natural. Ela é construída a muitas mãos.
Ela é o resultado do trabalho dos políticos da extrema-direita, dos pastores e padres fundamentalistas e da sede de lucro insaciável das big techs.
E, sim, essa queda na aceitação da homossexualidade também é fruto da covardia de quem, dois anos atrás, não perdia um Dia do Orgulho pra ganhar engajamento em cima da nossa comunidade e agora se silencia sobre nossas existências. Inclusive políticos de esquerda.
Nenhum direito está garantido. A nossa mobilização precisa ser permanente e a luta precisa ser diária. A nossa comunidade não pode achar que já "chegamos lá". Não podemos titubear.
E, aos "gays de direita" que estão propondo excluir pessoas bissexuais, trans e travestis e até mesmo mulheres lésbicas para serem aceitos, ainda dá tempo de acordar. Não se constrói aceitação propondo a exclusão. Vocês só estão postergando o momento em que o alvo do ódio estará na testa de vocês.
🎮 SEM JOGUINHO COM OS CONSUMIDORES!
Estou encaminhando à Secretaria Nacional do Consumidor as denúncias que recebi sobre o anúncio do fim dos jogos em mídia física pros consoles PlayStation.
Há problemas evidentes nisso: os consoles vendidos hoje contam com o leitor de mídia física e continuam sendo vendidos. Inclusive, os consumidores pagam a mais pelas versões com leitor de mídia física.
Ou seja, há o compromisso implícito de que este leitor terá utilidade nos anos que virão.
Outro problema evidente diz respeito aos jogos já anunciados, mas que ainda não foram lançados.
Será que a Sony utilizou-se de algum jogo futuro que só será lançado em mídia digital para fazer marketing do console PlayStation 5, que conta com leitor de mídia física? Essa é uma apuração que precisa ser feita.
É grave também a questão da posse do jogo. Os jogos em mídia digital, na maioria esmagadora dos casos, não são "vendidos". Eles são "licenciados" para o consumidor mediante pagamento.
E as empresas distribuidoras desses jogos se reservam ao direito de cancelar essa licença a qualquer momento. Assim, um jogo pode simplesmente sumir da biblioteca digital do consumidor que achou que comprou o jogo.
A venda exclusivamente digital de jogos também fortalece o monopólio das lojas de cada empresa de consoles. Os consumidores terão direito de revender ou emprestar seus jogos digitais? Suspeito que não.
A minha compreensão é que tudo isso já aponta a necessidade de uma atuação proativa por parte dos órgãos de defesa do consumidor contra o fim da mídia física.
Mas também há um grande problema futuro, que precisa ser enfrentado desde já:
A tendência atual, com os movimentos monopolistas da Microsoft, as práticas anticonsumidores da Sony e os ataques judiciais da Nintendo contra quem preserva os arquivos de jogos que não estão mais disponíveis para compra, é de um futuro onde os jogadores não terão mais seus próprios acervos de jogos.
Existirão apenas assinaturas, com mil níveis e preços diferentes, com anúncios no meio dos jogos e as piores práticas possíveis. O console, comprado pelo consumidor, só terá utilidade mediante a venda casada de uma assinatura.
Eu, enquanto parlamentar, enquanto membra da Comissão de Defesa do Consumidor e enquanto alguém que tem apenas um jogo em sua biblioteca, GTA, e viciada em fazer apenas a missão do avião, não aceito essa possibilidade.
Passei 1 minuto do meu banho me recuperando de uma cólica fudida vendo minha buceta pingar sangue igual um conta gota logo depois de ver 4 pedaços das paredes do meu útero escorregarem pra fora e não conseguirem descer o ralo
Boa sexta feira
Isso não é engraçado, não pela música nem nada do tipo, é pelo simples fato de que o Romário, é senador da República e não está em recesso. Ele é servidor público, pago com o nosso dinheiro um salário mensal de 46 mil. Não dá pra normalizar isso aqui, desculpe.
fiz o selo Feito no Brasil 🇧🇷
uma iniciativa simples pra dar visibilidade pra todo tipo de projeto criados por devs brasileiros.
tem muita coisa foda sendo feita aqui no Brasil e ficando invisível.
É simples bateu o olho já sabe: foi feito por dev BR.
https://t.co/Zg0soJqMhl