🙏🙌// POVO PELO POVO: 👏👏👏
Enquanto o governo Lula foi criticado por ignorar e burocratizar o pedido de ajuda humanitária para o menino Luís Felipe Benke dos Santos, de 8 anos, de Balneário Camboriú (SC), diagnosticado com Sarcoma de Ewing em estágio terminal, um empresário catarinense de Itapema agiu com rapidez e generosidade: custeou integralmente as despesas da família, contratou um médico internacional para acompanhar o voo e viabilizou o embarque pela companhia TAP, permitindo que a criança retornasse ao Brasil para passar seus últimos momentos cercada pela família. A família e o governo de Santa Catarina haviam solicitado um voo sanitário da FAB, mas relataram demora e indiferença por parte do governo federal, que chegou a ser acionado na Justiça. O contraste entre a omissão estatal e a solidariedade do empresário destacou o “povo pelo povo”, com o gesto privado sendo apontado como o que realmente possibilitou o retorno digno do menino.
Via:/ Diário 360 🇧🇷🔥
Foto: Divulgação
OPINIÃO | FERNANDO SCHÜLER: "Desculpa, mas hoje é preciso falar sobre Henry Borel" 🔗
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A melhor homenagem que podemos fazer a ele é sermos pessoas melhores e exigir que um crime bárbaro como este não seja perdoado ao sabor de alguma retórica
ATERRADOR: Una mujer en Turquía fue obligada a casarse con el hombre que la violó. Él luego violó a su hija de 4 años, y el tribunal desestimó el caso.
Comenzó a protestar y exigir justicia. ¡Después de eso, tanto ella como su hija fueron encontradas muertas!
Esto es el Islam.
A Muslim man from Gaza openly admitted that the Palestinian desire to kill Jews is stronger than their will to live or build a better future for their children.
This is what the media in the West ignores about the people of Gaza because it damages the false image of Islam as a religion of peace.
According to Islam, murdering Jews as human sacrifices for Allah guarantees Muslims a place in paradise — along with virgin sex slaves for eternity.
The Western media deliberately hides these statements because they destroy the carefully constructed narrative that the conflict is about “occupation” or “land.” Once you understand that most Muslims in Gaza and Ramallah view the murder of Jews and Christians as a religious obligation rather than a political dispute, the entire framework of “two states for two peoples” collapses.
Palestinian students at UNRWA schools:
“Stabbing Jews brings dignity to the Palestinians. We have to stab the Jews. They teach us that Jews are terrorists. I am ready to stab a jew and drive a car over them. I am ready to join ISIS.”
Does this seem like a normal society to you?
Sanção dos EUA ao PCC e ao CV: o que aprendi seguindo dinheiro ilícito por 28 anos
Desde 5 de junho, o PCC e o Comando Vermelho são tratados pelos Estados Unidos como Organizações Terroristas Estrangeiras. Dias antes, em 29 de maio, já haviam entrado na lista de sanções do OFAC, o braço financeiro do Tesouro americano. A imprensa noticiou como assunto de segurança pública. Eu li de outro jeito, e quem dirige uma empresa deveria ler como eu.
Durante quase três décadas como juiz federal, meu ofício foi um só: seguir o dinheiro. Entender como recursos ilícitos entram em estruturas formais, vestem o terno de uma operação legítima e atravessam balanços, contratos e cadeias de fornecedores sem que ninguém — aparentemente — tenha feito nada de errado. O crime organizado raramente aparece de frente. Ele chega pela borda, pela ponta terceirizada, pelo intermediário que ninguém checou.
É essa experiência que me faz enxergar o que mudou agora. E o que mudou é sério.
A sanção americana alcança o chamado apoio material, e essa expressão é mais larga do que parece. Não se trata apenas de transferir dinheiro a uma facção. Pode ser prestar um serviço, ceder logística, alugar um imóvel, manter na cadeia de pagamentos uma ponta que, lá atrás, se conecta a um grupo designado. E há um detalhe que aprendi a respeitar: nesse regime, a responsabilização não exige intenção. A empresa não precisa ter querido ajudar o terrorismo. Basta a conexão existir e alguém encontrá-la.
Por isso companhias brasileiras já começaram a vasculhar as próprias cadeias atrás de qualquer fio que as ligue ao PCC ou ao CV. Não é zelo excessivo. É instinto de sobrevivência. Quem opera em dólar, exporta, capta no exterior ou tem sócio estrangeiro descobriu, da noite para o dia, que carrega um risco novo: o de sanção secundária, capaz de fechar o acesso ao sistema financeiro americano sem aviso e sem defesa prévia.
E aqui está o ponto que poucos estão dizendo com a clareza necessária:
Um programa de integridade desenhado só para a régua brasileira não protege mais ninguém. Ele foi feito para a Lei Anticorrupção, para a CGU, para o ambiente doméstico. Não foi feito para cruzar o nome de um fornecedor com a lista do Tesouro americano, mapear a exposição geográfica de uma operação, nem enxergar o beneficiário final escondido três camadas abaixo de um contrato banal. A diligência que bastava ontem é insuficiente hoje.
Vi muitos programas de compliance na minha carreira, sempre do outro lado da mesa, do lado de quem precisava decidir se aquilo era um sistema vivo ou um teatro montado para o dia da crise. Essa perspectiva não se adquire montando programas. Adquire-se examinando, sob pressão, os que não resistiram ao teste. E aprendi a reconhecer, em minutos, a diferença entre uma empresa que se protege e uma que apenas se enfeita.
A reação a um evento como este separa dois tipos de companhia. A primeira espera o problema bater à porta, a transação travada, a pergunta do banco correspondente, a notificação do regulador estrangeiro. A segunda antecipa: revisa a cadeia antes, redesenha a diligência de terceiros, mapeia onde está de fato exposta e constrói a prova de que agiu com diligência antes de ser cobrada. A diferença não está no tamanho do departamento jurídico. Está na qualidade do julgamento de quem olha.
O recado a conselhos e diretorias é direto: o tema saiu da caixa do risco reputacional e entrou na do risco existencial. A pergunta não é mais se a empresa está exposta. É o quanto, e se alguém com o olhar treinado para seguir esse rastro já olhou de verdade.
Passei a carreira desfazendo o caminho que o dinheiro ilícito percorre. Hoje ofereço ao setor produtivo exatamente essa leitura: a de quem persegue o ilícito, não a de quem preenche formulário.
Se ninguém ainda olhou a sua exposição com esse olhar, este é o momento.
Marcelo Bretas — Juiz Federal por 28 anos.
ENGLAND: A Palestinian refugee from Gaza, who arrived claiming to be fleeing a ‘genocide’, was arrested for attempting to rape a 14-year-old girl.
He defended himself: “According to Sharia law, raping a non-Muslim girl is legal. I only follow Allah and Sharia law.”
Pure evil!
"Mataron a mi madre por ser demasiado mayor para ser esclava sexual.
Mataron a todos mis hermanos por negarse a convertirse al islam.
Fui violada y torturada todos los días durante 6 meses.
Así es la vida de los no musulmanes en Oriente Medio."
-Nadia Murad
ABSURDO! A juíza feminista Elizabeth Louro forçou o juri a votar novamente no julgamento de Monique Medeiros até obter o resultado que queria, conforme denúncia dos advogados de acusação do caso da assassina Monique Medeiros!
Advogados de acusação no caso Henry Borel afirmaram que a juíza feminista que anistiou Monique Medeiros anulou a votação do Conselho de Sentença após não concordar com o resultado e ordenou nova votação.
Segundo a denúncia, na primeira votação os jurados condenaram Monique por homicídio doloso — mas a magistrada teria forçado uma situação para que a questão fosse votada novamente, só encerrando o processo quando obteve a desclassificação (para homicídio culposo) que a juiza desejava.
Essas irregularidades apontadas não seriam isoladas. Os advogados apontaram que a magistrada também:
- Concedeu prisão domiciliar a Monique, contrariando decisão do STF;
- Revogou a prisão da ré, agindo contra decisão do STF;
Em razão do que veem como uma postura claramente parcial e enviesada por parte da Juiza em favor da assassina, a acusação igressou com reclamação constitucional para que Monique seja presa novamente.
Além disso, a acusação irá recorrer ao Tribunal de Justiça para anular a decisão e fazer com que Monique seja submetida a um novo Conselho de Sentença sem interferência ou manipulação por parte da juíza acusada.
Se as denúncias forem deferidas, estará provado que a juiza feminista violou a soberania do júri popular — princípio fundamental do Estado Democrático de Direito — para proteger uma assassina, apenas por ela ser mulher.
Criança de 12 anos executada na Pavuna partiu de festa de traficante!
Já pensou se fosse de policial o quanto de cruz de “ONGs da Paz” teriam nas praias?
Enquanto o crime organizado/grupos terroristas ditas as regras com armas de guerra, o governo Lula segue blindando criminosos e tratando terroristas como “nossos criminosos”.
“SOBERANIA”
🚨 HOLY SMOKES. FBI Director Kash Patel reveals **3 MILLION** p*dophile accounts on the Tor network were taken down, plus a nearly 100% SURGE in child predator arrests
"7,200 kids that we found that got to go home. 3,400 child predators and traffickers arrested. That's up 99% from the best year Biden ever had. That means kids are being protected at levels that are simply unheard of!"
"And that means this FBI, here's another thing. We didn't just do the physical work on the streets. We went to the cyber community and we dismantled 3 million pedophile accounts off the Tor network where these predators prey on our children and think they can hide from this FBI."
"They can't. We are going to the ends of the earth and the cyber realm to make sure our most precious commodity kids are safeguarded."
"And the numbers speak for themselves because the FBI are putting kids first." @FBIDirectorKash@kayleighmcenany
ÚLTIMA HORA:
Francia: El secretario de Defensa de EE.UU., Pete Hegseth, en el 82º aniversario del Desembarco de Normandía:
“Lamentablemente, hoy otras playas de Europa sufren una invasión de ideologías peligrosas. En España, Italia, Grecia y Bulgaria llegan sin parar barcos de migrantes.¿Cuándo van a reaccionar las capitales europeas? ¿O ya es demasiado tarde?”
🚨🇬🇧 La policía ignoró a los inmigrantes que acosaban a una mujer en su casa y luego la amenazó con arrestarla por "odio racial" si denunciaba los hechos. Ahora, el hombre que lo expuso está esposado.
Una mujer fue acosada en su casa por inmigrantes. Acudió a la policía, pero no hicieron nada.
Cuando dijo que acudiría a la prensa, la amenazaron con arrestarla por "incitar al odio racial".
Un periodista ciudadano @ActivePatriotUK publicó información al respecto y fue arrestado por "comunicación maliciosa".
Lo retuvieron hasta las 11 de la noche, le confiscaron el teléfono y lo pusieron en libertad bajo fianza durante 3 meses con condiciones estrictas que no puede mencionar.
Esta es la realidad del Reino Unido hoy.
Henry Borel não teve chance nenhuma. Sua história nos ensina algo sobre os limites da maldade humana. Perdoar um crime como este é um convite a mais violência. E isto não poderíamos aceitar. Meu artigo no @estadao: https://t.co/uhhHTqqrh9