Quando Voltar Atrás é Andar para a Frente
Richie Campbell veio recordar a toda a gente porque continua a jogar numa liga à parte da música portuguesa.
Três anos depois do último disco e nove anos depois do histórico Lisboa, Richie regressa com um disco que entra diretamente na conversa para álbum nacional do ano.
No último disco tínhamos assistido a uma ligeira aproximação a sonoridades mais melódicas e contemporâneas, quase numa lógica de “Drakeização” do seu som.
Neste disco Richie aproxima-se de novo das sonoridades de Kingston a que nos tinha habituado e ataca de frente o elefante na sala que é: “um rapaz branco de Portugal estar a fazer esta sonoridade tão bem ou melhor que os locais”.
Quando um artista regressa às origens, normalmente é porque ficou sem ideias. Não é o caso aqui. O disco vai oscilando entre músicas para late night drives e winey songs que vão bater no club (até o amigo Plutónio tem uma participação especial num dos sons). Acho que este álbum vem provar mais uma vez o quão maduro é o artista da linha de cascais. Se olharmos à sua discografia, com mais de 15 anos, não houve ainda nenhum disco a bater na rocha. Todos têm bangerzz.
Conclusão: Shout out Richie Campbell
O instagram falha 🤝🏼 eu a desligar Wi-Fi e a ligar os dados 🤝🏼 continua a dar erro 🤝🏼 eu entro em pânico e venho ao Twitter saber se é um erro geral ou se perdi a minha conta para sempre
Acho ser Low profile tão chique, a pessoa não precisa postar nada do que gosta, como vive, onde vive, o que faz, se está viajando, ela simplesmente vive a vida dela, pra ela, sem ter que ter plateias.