Prepare-se, ministro Mendonça, porque o jogo é bruto, é brutal! 🤬
“Os ofícios disparados ao Judiciário foram assinados na noite da última quarta-feira, 17, pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ademar Borges. O documento diz que a medida atende a uma “diretriz presidencial de fortalecimento da segurança pública” e, em seguida, profere a ordem acompanhada de uma lista de nomes dos policiais: “Exortamos esse órgão cessionário a adotar, prontamente, as providências administrativas necessárias ao imediato retorno ao órgão de origem dos servidores abaixo elencados”.
Nos bastidores, integrantes da PF veem a medida como uma retaliação ao gabinete de André Mendonça. As investigações do INSS avançaram sobre o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, e a do caso Master cumpriu nesta semana uma operação contra o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).“
TAGLIAFERRO E ADVOGADOS INTERPELAM CRIMINALMENTE MORAES
Advogados e ex-assessor apresentam requerimento com pedido de explicações contra Alexandre de Moraes no STF
O ex-assessor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eduardo Tagliaferro, e os advogados Paulo Faria (OAB/GO 57.637) e Filipe Rocha de Oliveira (OAB/ES 17.646) protocolaram perante o Supremo Tribunal Federal uma Interpelação Judicial Criminal, com fundamento no artigo 144 do Código Penal, requerendo que o ministro Alexandre de Moraes esclareça declarações feitas durante sessão pública da Primeira Turma do STF realizada em 16 de junho de 2026.
Segundo a petição, Moraes teria se referido a um caso “extremamente semelhante”, mencionando um “réu brasileiro” que teria solicitado a renúncia de seus advogados e posteriormente “fugido para a Europa”, acrescentando que “fraudes e crimes” não poderiam ser utilizados para perpetuar outras irregularidades.
Os interpelantes sustentam que as referências possuem destinatários claramente identificáveis e apontam para Eduardo Tagliaferro e seus então advogados.
A medida afirma que a narrativa apresentada durante o julgamento seria incompatível com os fatos documentados nos autos.
De acordo com a petição, Tagliaferro reside legalmente na Itália desde abril de 2025, antes mesmo do oferecimento da denúncia criminal, razão pela qual não poderia ser qualificado como alguém que “fugiu para a Europa”.
Sustenta ainda que os advogados não renunciaram ao mandato, mas foram formalmente destituídos por decisões do próprio ministro Alexandre de Moraes em março e abril de 2026.
Os autores da interpelação alegam que as declarações, ao associarem os fatos a “fraudes”, “crimes” e “torpeza”, podem caracterizar ofensas à honra, com potencial conteúdo calunioso e difamatório, atingindo tanto o cliente quanto seus patronos.
Afirmam, ainda, que a medida tem caráter preparatório e busca esclarecer o alcance das manifestações antes da eventual adoção das medidas judiciais cabíveis.
No pedido, os interpelantes requerem que o ministro esclareça, entre outros pontos, se suas declarações efetivamente se referiam a Eduardo Tagliaferro e seus advogados, qual teria sido a base fática para afirmar que o investigado “fugiu para a Europa”, por qual motivo mencionou suposta renúncia dos advogados e se as expressões utilizadas tinham o propósito de atribuir aos envolvidos a prática de fraude, crime ou comportamento processual desleal.
A ação foi distribuída ao Supremo Tribunal Federal por envolver pedido de explicações dirigido a um ministro da própria Corte, e os autores sustentam que a interpelação é instrumento legal destinado justamente a esclarecer manifestações consideradas ambíguas, duvidosas ou potencialmente ofensivas antes do eventual ajuizamento de ação penal privada.
Resumo objetivo: A interpelação judicial busca que Alexandre de Moraes esclareça declarações feitas em sessão do STF que, segundo os autores, atribuíram falsamente a Eduardo Tagliaferro e a seus advogados uma fuga para a Europa, renúncia estratégica de defensores e participação em fraudes ou crimes, fatos que afirmam não corresponder à realidade documentada dos autos.
"Interpelação criminal é um preparativo muito utilizado para uma ação criminal a quem fala demais", afirma Paulo Faria, advogado.
Vejam o que foi questionado a Moraes na petição apresentada ao STF, hoje, 19/06:
"1) Confirma o Interpelado que, ao se referir a um "caso extremamente semelhante" e a um "réu brasileiro" durante o julgamento da Ação Penal nº 2782, suas declarações eram uma alusão direta à situação processual do interpelante Eduardo Tagliaferro, e seus advogados, na Ação Penal nº 2720/DF?
2) Tendo conhecimento, por ser fato notório e documentalmente comprovado nos autos da AP 2720/DF, que o interpelante Eduardo Tagliaferro reside legalmente na Itália desde abril de 2025 - antes mesmo do oferecimento da denúncia - e que jamais foi considerado ou declarado foragido pela justiça brasileira, qual foi a base fática e/ou jurídica para o Interpelado afirmar, em sessão pública, que ele "Fugiu para a Europa"?
3) Considerando que os advogados Paulo Faria e Filipe Oliveira foram formalmente destituídos do patrocínio da causa por decisão do próprio Interpelado em decisões datadas de 27 de março e 13 de abril de 2026, e não renunciaram ao mandato, poderia este Interpelado esclarecer qual o fundamento fático e/ou documental para ter afirmado que o réu "pediu para os advogados renunciarem"?
4) Se houve renúncia ao mandato, como afirmado com veemência pelo Interpelado, poderia este apresentar o documento que comprova tal ato?
5) Ao iniciar seu pronunciamento questionando se "pode o réu se beneficiar da própria torpeza?", este Interpelado estava a qualificar a conduta do interpelante Eduardo Tagliaferro e de seus então advogados como "torpe",atribuindo-lhes um comportamento processual desleal, malicioso ou criminoso?
6) A conjugação das narrativas factualmente inverídicas de "fuga" e "renúncia" teve o deliberado propósito de imputar aos interpelantes (cliente e advogados) a prática de um conluio ou manobra ilícita, caracterizada por este Interpelado como "fraudes e crimes praticados para outros crimes"?
7) As expressões "processo penal não é palhaçada" e "aplicação da justiça não é palhaçada", proferidas no contexto da narrativa inverídica, foram utilizadas com a intenção de desqualificar a atuação processual dos advogados interpelantes, que, até a data da destituição, e continuam até esta data, peticionavam e recorriam regularmente nos autos?
8) Entende o Interpelado que a divulgação de premissas fáticas comprovadamente falsas (fuga inexistente e renúncia que foi, na verdade, destituição) para fundamentar uma linha de raciocínio em um julgamento televisionado se coaduna com os deveres inerentes à magistratura e está integralmente abarcada pela imunidade funcional de que trata o art. 41 da LOMAN?"
O conteúdo das acusações que gerou esse questionamento pode ser conferido no video:
Vorcaro marcou encontro com Jaques Wagner e disponibilizou avião para senador, indicam diálogos → https://t.co/AJbeZiKTyG
Informações foram encontradas pela PF no celular do banqueiro; em nota, senador disse reiterar que não tem nenhuma relação com Vorcaro e ‘não pode ser responsabilizado por conversas de terceiros’
EXCLUSIVO 🔴 Diálogo de Vorcaro cita Jaques Wagner como intermediário para recado a Lula, indica PF → https://t.co/gwtbwtiyLK
Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro mostram detalhes do relacionamento dele com líder do governo no Senado; defesa do senador ainda não comentou menções, mas já havia negado irregularidades na relação com donos do Master
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O Brasil não pode normalizar a corrupção do PT. Mensalão, Petrolão, Greenfield, Lava Jato, estatais aparelhadas e dinheiro público saqueado não são acidente: são método. Nós não somos o PT, não nos misturamos com o PT e não aceitamos que a corrupção seja banalizada no Brasil.
Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/wVqaiyHBDg
Malu Gaspar expõe Gilmar Mendes como nunca antes.
Disse o que todo mundo já sabe: ele não é imparcial. Odeia delação… exceto a do Mauro Cid. No caso Vorcaro, o modus operandi de sempre: soltar quem precisa.
Veja o que a Malu falou:
“O comportamento dele no caso Vorcaro não surpreende. Votou pela manutenção da prisão em um caso, em outros pediu vista e agora quer o relaxamento. Tem histórico de ser crítico às delações desde a Lava Jato, mas a do Mauro Cid não foi. Tem uma guerra aí para ver quem vai prevalecer no controle desse processo.”
Lula quer boicotar investigações do Master e INSS?
Lula está mexendo na Polícia Federal bem na hora em que as investigações chegam perto demais dos seus camaradas.
O Ministério da Justiça mandou ofícios pedindo a volta dos delegados cedidos a gabinetes, e nos bastidores ninguém tem dúvida do alvo: o gabinete do ministro André Mendonça, que toca os inquéritos do INSS e do Banco Master.
Assista até o final e responda: você acha que Lula tem algum motivo para querer impedir essas investigações?
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