@NewsLiberdade Ou seja, acabaram com a vida do cara…
ele teve que sair da própria empresa por perseguição, e o Estado brasileiro, inútil como é, levou anos pra chegar nessa conclusão lógica.
O dano já foi feito, e ninguém vai responder por isso.
Um vendedor se aproximou de um pai que caminhava com sua filha, chutou o carrinho de bebê e puxou uma faca quando a família se recusou a comprar seus produtos. O pai tirou a faca da mão do vendedor e o matou. Estou 10000% do lado do pai.
O Fantástico fez uma matéria especial de quase 4 minutos só para explicar como é que a PF conseguiu recuperar as mensagens apagadas que fizeram muitos perderem os cabelos? Até mesmo aqueles que não tem? Rapaz 🤯 não dá mais pra segurar o BO.
Um bar passou a atrair grande público após o dono colar um adesivo com a frase “Fora Lula” na fachada do estabelecimento e afirmar publicamente ser de direita. A atitude, que em outros tempos poderia passar despercebida, transformou o local em ponto de encontro de clientes que dizem se sentir cansados do discurso político dominante e da hostilidade contra quem pensa diferente.
A movimentação aumentou de forma significativa, com relatos de filas e casa cheia, impulsionadas por divulgação espontânea nas redes sociais. Para muitos frequentadores, o bar virou símbolo de resistência ao que chamam de patrulhamento ideológico, mostrando que uma parcela da população busca espaços onde possa se expressar sem constrangimento.
O episódio também revela um fenômeno cada vez mais comum no país: a politização de atividades cotidianas como lazer e consumo. Enquanto setores ligados à esquerda costumam associar posicionamento político a boicotes e campanhas de cancelamento, o caso do bar indica que assumir uma posição clara pode, ao contrário, gerar apoio e engajamento.
A repercussão reforça a polarização no Brasil e evidencia que manifestações políticas, mesmo simples como um adesivo, são suficientes para mobilizar públicos e transformar negócios comuns em palco de disputas ideológicas.