"A estratégia política do Governo, estritamente desse ponto de vista, é muito bem pensada. Quanto ao resto, não soltava já os foguetes. É preciso ter cuidado com as percepções."
"Operação 'all in'", em https://t.co/XwC36mgDo5
Vai finalmente realizar-se o debate quinzenal e há muitas novidades. O primeiro-ministro não leva membros do Governo, mas sim televisores, e vai anunciar o novo MAI. Também se aborda o ghost do Luís ao José Luís. E os jogos olímpicos de Inverno.
https://t.co/0A2KoO2WOY
"Canais premium na residência oficial, mesmo valendo oito mil euros por ano, são uma ninharia. O problema é que várias ninharias fazem uma fortuna. Ou um azar."
"Jogos de alto risco", em https://t.co/2qc03vUuug
"Suspeito que Maria Lúcia Amaral não fosse já ministra há muito tempo, mas sim prisioneira num Governo que bem tenta evitar embaraços, mas são uns atrás dos outros."
"Da invisibilidade à demissão", em https://t.co/Zftq4JuOqD
"O centrão funciona como o anticiclone dos Açores. Também vai oscilando, evitando algumas tempestades. Acaba de travar uma, mas sabemos bem que não trava todas."
"Seguro sem amarras", sobre a noite eleitoral, em https://t.co/jjAH2O2uk0
"Não, João Miguel Tavares. Os extremos e o populismo não têm utilidade alguma, antes poluem o debate em torno de temas que também não trazem para a discussão, mas sim capturam."
"Não há utilidade nos extremos, pelo contrário", em https://t.co/YZ9IdchqvL
"De saída do palácio, mas jamais da política, como se vê pela intervenção a que a calamidade obrigou. Na derradeira missão, ajuda a combater o populismo que deixou crescer. Seguro fica a dever uma."
"O último acto de Marcelo em Belém", em https://t.co/RP9HnHp3LU
"O país despertou vergonhosamente tarde para o que se tinha passado em Leiria e Castelo Branco, entre outras regiões. Há um país ao abandono que já quase nem na tragédia merece atenção."
"Outra cobertura que voou", em https://t.co/1CGUaR35b1
A cobertura noticiosa desta tempestade tem de ser explicada, sobretudo no que respeita a Leiria. Acompanhei as notícias durante a madrugada e manhã. Só 24 horas depois, no mínimo, se começou a perceber. Havia muitos repórteres, sim, prontos para apanhar as ondas de "15 metros".
"Perante uma calamidade, deve ser obrigatório avaliar a resposta que foi dada pelo Estado e pelas empresas. Jamais para fazer política ou peças para os noticiários. Pelo mais básico interesse público."
"Depois da tormenta (ou antes da próxima)", https://t.co/jVpbcgvvpO
"A falta de esclarecimento é uma das ameaças à democracia, tão grande quanto o populismo, que também se aproveita dela. Dizia-se que esta segunda volta ia ter apenas um debate, mas não teve nenhum."
"Qual debate?", em https://t.co/rT4Eb2mZYk
O Governo fez queixa de uma publicação, mas devia agradecer quando o primeiro-ministro é levado a sério. Neste episódio, há ainda cartas abertas, movimentos e meteorologia.
https://t.co/EB1M8ExNBt
Contra as manipulações da Carta da Nigéria de Ventura, juntei a minha assinatura a uma outra Carta, neste caso de pessoas que apoiam Seguro com uma carreira de oposição ao tal "socialismo".
"A propósito de cartas", em https://t.co/cSch0s3vtb