brasil ganhando depois da gente brigar com a ásia toda por uma semana e a alemanha eliminada mantendo nosso penta por mais 4 anos faz 10 anos que eu não vivia uma segunda-feira tão boa
A seleção sul-coreana rompeu com a imprensa do país que cobre a Copa do Mundo após jornalistas serem gravados zombando do capitão Son Heungmin durante um treino aberto.
Os repórteres criticaram a dispensa do jogador do serviço militar obrigatório, dizendo que Son "nem serviu direito no exército". Son obteve a isenção após conquistar a medalha de ouro com a seleção sul-coreana nos Jogos Asiáticos de 2018, e completou um treinamento básico de 3 semanas em substituição.
Em solidariedade ao capitão, os atletas da seleção recusaram entrevistas mesmo após a vitória sobre a República Tcheca. A Associação de Futebol da Coreia emitiu uma advertência pública à imprensa nacional e os jogadores anunciaram que não conversarão com a imprensa, com o apoio do público coreano.
O caso é considerado a maior crise entre jogadores e jornalistas na história do futebol do país.
Flávio Bolsonaro não está “combatendo o crime”; ele está tentando importar para o Brasil a lógica da guerra ao terror dos EUA. E quem pode pagar a conta é o país inteiro. O filho do Jair Bolsonaro foi aos Estados Unidos pedir a Trump que trate PCC e CV como organizações terroristas.
O problema são as consequências. Parece discurso duro contra o crime. Mas, na prática, é uma irresponsabilidade gigantesca com o Brasil.
O risco político é enorme: os EUA passam a ter argumento para aplicar sanções, impor pressão diplomática e interferir no modo como o Brasil conduz sua própria política de segurança. A Reuters já havia registrado que o governo brasileiro rejeitou esse caminho porque, pela lei brasileira, PCC e CV são organizações criminosas, não organizações terroristas.
Quando uma facção brasileira entra na lógica americana da “guerra ao terror”, o problema deixa de ser apenas de segurança pública e passa a envolver sanções internacionais, pressão sobre bancos, empresas, fintechs, comércio, investimentos e até risco de interferência estrangeira sobre decisões do Estado brasileiro.
Quem pode sofrer com isso não é o criminoso do alto escalão apenas. É o país inteiro.
Empresas brasileiras podem virar alvo de bloqueios. Bancos podem ser pressionados. Cadeias produtivas inteiras podem ser colocadas sob suspeita. Qualquer setor infiltrado por dinheiro do crime pode gerar consequência para gente que nem sabia que estava perto dessa rede.
O Brasil precisa combater PCC e CV com força, sim. Mas com inteligência financeira, investigação, bloqueio de bens, combate à lavagem de dinheiro, controle de armas, fronteiras protegidas e Estado presente.
O que Flávio fez foi outra coisa: tentou terceirizar a segurança do Brasil para Trump, usando um problema gravíssimo do povo brasileiro como peça de campanha eleitoral. Isso não é patriotismo. É submissão, sabotagem...
E é assim que a extrema direita funciona: cria caos, vende medo e depois entrega a soberania do país como se fosse solução. O crime organizado precisa ser enfrentado. Mas o Brasil, o povo, não pode ser prejudicado, colocado de joelhos diante dos Estados Unidos por ambição eleitoral de um Bolsonaro.
Ninguém está passando pano para facção. O que se está denunciando é outra coisa: Flávio Bolsonaro usou a segurança pública como palanque eleitoral e colocou o Brasil numa rota perigosa de sanções, interferência externa e insegurança econômica.
cuando tengo flashbacks de una escena random y tengo que buscar en mi memoria si fue de un libro que leí, una película que vi, un fanfic o un escenario que me inventé sola