Sempre haverá alguém maior do que você, e que fará coisas melhores que você e, mesmo assim, ninguém nunca fará do jeito que você faz. Quando puder compreender isso, entenderá o porquê você veio ao mundo.
O ser humano esqueceu o poder das guerras. Não sabe mais o que aconteceu em Hiroshima, com o Napalm, em Dresden, Varsóvia ou Manila. Os 40 a 55 milhões de mortos na Segunda Guerra hoje são apenas números.
Não devem ter lido sobre as atrocidades em Leningrado, Stalingrado e tantas outras cidades; os relatos sobre pessoas que comiam papel de parede, couro, as "gangues de cadáveres" e o desespero de quem se via obrigado a comer seus gatos, cachorros e pombos.
O diário de Elena Kochina conta:
"Hoje comi o gato. Foi difícil matá-lo, mas a fome é mais forte que a compaixão. O gosto era como o de um coelho, mas a culpa é amarga".
Robert Conquest já nos conta:
"Vimos crianças com as barrigas inchadas pela fome, comendo grama e cascas de árvores. Vi uma mãe que enlouqueceu e cozinhou o próprio filho para que o outro não morresse."
Isto é doentio. É desumano. A sociedade falhou. Não consigo olhar para uma guerra e pensar apenas em questões ideológicas. Ver as imagens e dizer: "Vou defender Israel, o Irã, os EUA" ou seja lá quem for.
Só penso no poder de destruição, nas famílias, nas histórias e nas vidas perdidas. Dói a alma. Quanta tristeza!
Apresentador Boa Noite chega em padaria e diz: "boa noite, tem boa noite?" Mas o padeiro vira, revelando ser o cantor Tem Cabaré Essa Noite e responde: "não, tem cabaré essa noite"
Os psiquiatras conseguem realmente saber se alguém é insano?
O psicólogo de Stanford, David Rosenhan, quis tirar a dúvida.
Em 1973, ele fez com que 8 pessoas perfeitamente saudáveis fossem internadas em hospitais psiquiátricos.
O que ele descobriu expôs o lado obscuro da psiquiatria :
Um acontecimento inacreditável no campeonato colombiano 🇨🇴 https://t.co/xxgflWt9dS
Era a partida entre Independiente Medellín x Santa Fé.
Hugo Rodallega, aos 39 anos, chorava de dor e mal conseguia andar após se machucar. Mesmo assim, voltou mancando e marcou o gol do título para o Santa Fé. Uma lenda viva!
O time de Hugo venceu por 2x1 fora de casa.
@muitohumildee aproveitando q fez tweet falando dele… e o seu video q tu foi espertão em gravar na hora q saiu a fita, p engajar, pagando de mestre da moral e cagando regra, massacrando o neymar, falando um pacote, e q obviamente hypou, sobre a SUPOSTA traição inventada pelo Leo Dias? 😳😳😳
Em entrevista ao GE, David Luiz faz reflexão e diz que 'estamos sobrevivendo e não vivendo':
"As pessoas hoje estão solitárias por causa da tecnologia, do telefone. Elas não vivem mais o momento, elas querem apenas registrar. Elas não estão perto das pessoas porque querem falar com quem está longe. Elas são imediatistas não só no futebol, tudo é muito descartável, tudo se troca e segue. As pessoas querem plantar hoje para colher amanhã. Então, o trabalho que não é feito de uma maneira que te dê logo o resultado já não vale. A tecnologia trouxe isso, essa é a verdade. As pessoas estão indo para o entretenimento cansadas, depressivas, angustiadas e ali é a válvula de escape para botar para fora tudo o que estão sentindo. O entretenimento está sendo pressionado e espremido por conta do que é a sociedade hoje."
"As 24 horas ficaram pequenas para nós, devido o número de informações que colocamos na cabeça no dia, e isso faz com que a gente viva mais estressado, sem viver o momento que estamos e sufocados pela quantidade de informação. No futebol, a pessoa que está assistindo está pressionada porque quer que você faça gol não porque torce, mas porque ela apostou. Quer o resultado porque vai influenciar no mês dela e isso acabou potencializando mais o lado negativo do que o positivo. As pessoas começam a se basear no que podem ter de imediato, na fonte de renda, da vida, e aí depende do David, do Joãozinho, do Zezinho, e tem que fazer o gol. Isso faz com que as pessoas vivam desta maneira e já deixa de ter entretenimento, prazer, mais nada. Deixa de celebrar o gol do seu time e passa a celebrar o que apostou."
"Esse é o mundo real, essa é a verdade, e o futebol é um dos braços disso porque envolve muitas coisas. Dinheiro, poder, política, paixão, religião... Deixou de ser um entretenimento prazeroso. Nossa geração ainda viveu aquilo de esperar um mês, dois meses para ter um bilhete e ir com um pai para o estádio de futebol. O jogo é 4 da tarde, você chegava meio-dia, andava em volta, via as camisas, aquela coisa toda, a troca com as pessoas e até mesmo a rivalidade que era sadia e já não é mais. No fim das contas, estamos sobrevivendo e não vivendo."
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📸 Reprodução/ge