A Parada Gay estava esvaziada. Se realmente reuniu 400 mil pessoas, já foi muito.
Enquanto as festas continuarem utilizando o Pride apenas para maximizar seus lucros, o público LGBT+ continuará se afastando da Parada, que é um ato político e social importante, especialmente no atual cenário do país.
É necessário repensar esse modelo. Em vez de concentrar investimentos apenas em eventos privados, seria importante direcionar recursos para financiar e patrocinar trios elétricos na Parada.
Precisamos de pessoas LGBTQIAPN+ ocupando as ruas, celebrando, protestando e sendo vistas. A força da Parada está na sua capacidade de reunir pessoas, gerar visibilidade e demonstrar resistência coletiva.