On September 11th 2001, thousands of Palestinians, including children, took to the streets to CELEBRATE the Twin Towers attack after 2,977 people lost their lives.
23:59 "Israel colonizador, imperialista, invasor" (em uma terra na qual o povo judeu vive há mais de 3 mil anos)
00:00 "Toda a Palestina é terra islâmica... a Espanha também é... e conquistaremos Roma... controlaremos todo o mundo... é uma batalha cada vez mais forte que começou na Palestina, Iraque, Afeganistão e Chechênia e não vai parar!"
Eles estão literalmente dizendo aquilo que pretendem fazer!
O dia em que o mundo viu a face do mal: o julgamento de Eichmann em 1961
Em 1961, o mundo assistiu ao julgamento de um dos principais responsáveis pelo Holocausto, o nazista Adolf Eichmann. Ele foi capturado na Argentina por agentes israelenses e levado para Israel, onde enfrentou a acusação de crimes contra a humanidade, crimes contra o povo judeu e crimes de guerra
O julgamento de Eichmann foi um marco histórico, pois expôs os horrores cometidos pelos nazistas contra os judeus na Europa, que resultaram na morte de cerca de seis milhões de pessoas. Eichmann era o chefe do Departamento de Assuntos Judaicos da Gestapo e o principal organizador da chamada Solução Final, o plano de extermínio dos judeus. Ele era responsável pelo envio de milhares de trens para os campos de concentração e de extermínio, como Auschwitz, onde as vítimas eram mortas em câmaras de gás
O julgamento de Eichmann durou oito meses e contou com o depoimento de mais de cem testemunhas, na maioria sobreviventes do Holocausto. Eles relataram as atrocidades que sofreram e viram, como a fome, a tortura, a separação das famílias, a humilhação e o assassinato em massa. Eichmann, que ficou em uma cabine de vidro blindada durante o julgamento, alegou que apenas cumpria ordens superiores e que não tinha culpa pelos crimes
No dia 15 de dezembro de 1961, os três juízes que presidiram o julgamento anunciaram a sentença: Eichmann foi considerado culpado de todos os quinze crimes dos quais era acusado e condenado à morte. Ele recorreu à Suprema Corte, que confirmou a condenação e a pena. O presidente de Israel, Yitzhak Ben-Zvi, rejeitou o pedido de clemência de Eichmann. Em 1º de junho de 1962, ele foi enforcado na prisão de Ramla, na única execução judicial realizada até hoje em Israel.
O julgamento de Eichmann foi um dos primeiros a ser transmitido pela televisão e teve um grande impacto na opinião pública mundial. Ele também foi um importante momento de reconhecimento e de justiça para as vítimas do Holocausto e seus familiares. Além disso, contribuiu para a educação sobre os perigos do ódio, do preconceito e do totalitarismo, e para a defesa dos direitos humanos e da dignidade de todos os povos.
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Em novembro de 1944, no auge do Holocausto, o extermínio nazista de judeus, a Cruz Vermelha divulgou o seguinte relatório, dizendo "não haver indícios de execuções em massa" no campo de concentração de Auschwitz.
De acordo com informações obtidas a partir da observação direta dos locais, de documentos e testemunhos de vítimas e de oficiais alemães após a guerra, em novembro de 1944 já tinham sido executadas em Auschwitz mais de 1 milhão de pessoas, na sua maioria judeus, mas também ciganos, prisioneiros políticos e prisioneiros de guerra.
De um total de 1,3 milhão de pessoas que entraram em Auschwitz, 1,1 milhão morreram em Auschwitz.
Saltando 79 anos no tempo, agora em 2023, a Cruz Vermelha soltou diversas notas afirmando não haver armas, terroristas ou reféns nos hospitais de Gaza, mas hoje, graças a câmeras do circuito interno de alguns hospitais, sabemos que logo no dia 7 de outubro, terroristas e reféns já estavam no interior de alguns hospitais em Gaza.
Em 2020, a Cruz Vermelha reconheceu oficialmente que falhou em proteger milhões de vítimas do nazismo presas em campos de concentração.
"A Cruz Vermelha expressa publicamente o seu pesar pela sua impotência e pelos erros que cometeu ao lidar com a perseguição e o genocídio nazistas."
Fonte: https://t.co/r5KSotQQeY
Quanto tempo levará até a Cruz Vermelha reconhecer que também falhou em Gaza ao insistir em que não havia terroristas e reféns no interior dos hospitais?