Compreende-se que a saúde mental seja um fator clínico real, mas explicar o que levou ao ato jamais pode servir para amenizar a dimensão da tragédia ou a necessidade de punição. Quem tira a vida a três crianças destruiu o seu próprio lugar na sociedade.
Quando alguém mata nunca está no seu perfeito juízo mental, mas não é por essa alteração existir que o ato deixa de ser imperdoável ou que a gravidade da consequência se apaga.
Curioso como a indignação seletiva funciona: contra a Ucrânia, silêncio, contra invasões amigas, choro. Defendem Maduro como defenderam Putin. O PCP não tem política externa: só apoia ditaduras, até parece ser contra a democracia, a liberdade e o povo, que tanto diz proteger.
Era o nosso Papa, era o Papa de todos, tal como a Santa Igreja a que ele dedicou a vida. Feita de portas abertas, de amor sem fronteiras e de fé vivida com humildade.
Que descanse em paz junto do Pai.
Está tudo a pensar no mesmo.
Pedro Passos Coelho, lembre-se que não perdeu as eleições. Lembre-se que não foram os Portugueses que o mandaram embora.
A minha geração, e os mais novos, compreenderam tudo o que muitos naquele tempo não compreenderam e querem uma segunda oportunidade para ver Portugal forte.
A nossa classe política está degradada, socialista, cada qual à sua maneira, não temos escolha.
Não fomos nós que o mandamos embora, não somos nós que temos que ter o futuro hipotecado.
Está tudo a pensar no mesmo!
A sede de poder é maior que o bem estar dos portugueses!
Os portugueses não querem mais eleições! Querem a continuidade de um governo que faz e muito tem feito!
Querem saber o quão importante o 25 de Novembro e os meses depois do 25 de Abril?
O PCP acabou de congratular a vitória de um ditador numas eleições fraudulentas e ainda tiveram a distinta lata de o chamar de “progressista, democrático e patriota”.
Portugal esteve quase para ser governado por isto.