O entendimento do ministro Luiz Fux até agora é que Jair Bolsonaro iria receber um golpe de estado surpresa, já que Mauro Cid, braço direito de Jair, atentou contra o Estado de Direito SEM o conhecimento do então presidente.
Jair não sabia de nada.
Ia virar ditador sem querer.
Quem vê essa nova versão do Luiz Fux ultragarantista aí deve estar surpreendido.
Um dos juízes mais punitivistas, lavajatistas, que menos concede habeas corpus do Supremo...
Repentinamente, se torna entusiasta de todas teses da defesa.
O ministro Luiz Fux decidiu inventar uma nova teoria jurídica: segundo ele, não existe golpe de Estado sem a derrubada efetiva de um governo eleito.
É como dizer que não há tentativa de homicídio se a vítima não morrer.
A lógica é absurda e perigosa, porque transforma conspirações contra a democracia em meros “ensaios” toleráveis.
Ao absolver o traste e seus cúmplices do crime de organização criminosa e afastar a responsabilidade pelos danos ao patrimônio, Fux cria brechas que enfraquecem a resposta institucional.
A mensagem subliminar é a de que a democracia só merece defesa plena quando já foi destroçada antes disso, caberia relativizar.
Esse tipo de voto não é neutro, é político.
Ao suavizar a gravidade da trama, Fux alimenta a narrativa dos golpistas e dá munição para a extrema direita questionar o julgamento.
Em vez de um recado firme contra o ataque ao Estado Democrático de Direito, o que se vê é um malabarismo retórico que mascara complacência.
O STF está diante de um divisor de águas.
Se cada ministro adotar a lógica de Fux, a democracia brasileira corre o risco de virar refém de interpretações “flexíveis”, em que conspirações armadas só se tornam crimes de fato quando já é tarde demais.
TRASTE PRESO
@thkalinda Cara, eu gosto da novela, mas tem horas q não dá pra defender!!!! Esse diálogo foi terrível! Da onde a Fátima me tira esse lastro??? Não faz nem sentido com a linguagem dela. Outra coisa q eu achei péssimo é q já rolou bem umas 2 ou 3x usarem a frase “a vida presta”, até a Odete