Fiz um joguinho de peixinho na Fabapp IA.
Não porque era útil. Porque eu queria ver se dava.
E jogo é um teste bem mais duro que parece. Não é formulário que salva dado e pronto. Tem loop rodando, colisão, gravidade, placar, dificuldade subindo. Se qualquer uma dessas coisas sai errada, você percebe em dois segundos jogando.
Descrevi o que eu queria em português. 5 minutos depois estava no ar, rodando no navegador, com link pra mandar pra qualquer pessoa.
Zero linha de código escrita por mim.
E aqui está o ponto que interessa pra quem tem empresa: se a plataforma dá conta de um jogo rodando em tempo real, ela dá conta do controle de pedidos que você resolve na planilha. Do formulário que seu cliente preenche errado toda semana. Do sistema interno que você adiou por três anos porque orçamento de dev não fechava.
Eu testei com um peixinho. Você pode testar com o problema que te custa dinheiro.
Comenta JOGO aqui embaixo que eu te mando o link no direct pra você tentar bater meu recorde.
#inteligenciaartificial #empreendedorismo #nocode #vibecoding #fabapp
A parte difícil de gerar um app não é gerar, é saber se o que saiu funciona.
Um app pode compilar perfeitamente e ter um formulário que mostra "salvo com sucesso" sem gravar nada.
Por isso todo build na Fabapp passa por seis camadas antes de chegar em você:
verificação estática, ~30 famílias de checagem revisão de aceite contra o que foi combinado antes de construir build real, em ambiente isolado um navegador abrindo cada tela um roteiro que usa o app e confere o banco, não a mensagem na tela revisão visual, com visão de verdade, nas telas renderizadas.
Achou defeito, o sistema conserta e verifica de novo. Correção determinística primeiro, modelo só no que sobra, com orçamento fechado de rodadas.
O conserto é sempre de graça. Plataforma arrumando o próprio erro não é serviço, é obrigação.
E cada defeito que se repete vira correção determinística, instrução nova ou componente pronto. Uma chamada de modelo a menos, para sempre. Nosso build fica mais barato com o tempo, não mais caro.
Gerar app rápido todo mundo faz. A gente prefere te entregar um que funciona.
Antes eu ouvia muito "não dá pra fazer isso na Fabapp".
Não dá pra usar essa biblioteca. Não dá pra exportar o código. Não dá pra cobrar dentro do app. Não dá pra fazer essa funcionalidade. Não dá pra fazer esse tipo de app...
Cada um desses "não dá" era um teto. E teto tem um efeito silencioso: a pessoa aprende a desenhar por baixo dele e para de pedir o que realmente queria.
Esse ano a gente passou derrubando teto.
Hoje a IA da Fabapp escreve o app usando qualquer pacote do npm, e não uma lista de componentes que eu aprovei antes. Ela lê documentação na internet quando não sabe alguma coisa. Publica app nativo no Android e no iOS. Manda push. Guarda arquivo. Coloca login, mapa, analytics, pagamento. E, desde essa semana, vende assinatura dentro do próprio app nas lojas.
A mudança que eu mais sinto não está em nenhuma dessas linhas. Está no tipo de pedido que chega. Antes vinha pedido do tamanho do que a ferramenta permitia. Agora vem pedido do tamanho da ideia.
Quando alguém me manda uma coisa que eu nem tinha imaginado que dava pra fazer aqui dentro, é o melhor dia da semana.
Novidade na Fabapp: os apps criados na plataforma agora vendem assinatura dentro do próprio app, na Google Play e na App Store.
Você cadastra o plano no painel e pronto. A cobrança, a renovação e o cancelamento ficam com a loja, e o acesso do assinante acompanha sozinho.
Sem escrever uma linha de código.
https://t.co/dClVJDuSVN
#nocode #inteligenciaartificial #appdevelopment #empreendedorismo
Um cliente nosso mandou esse áudio ao ver o próprio app rodando. Ele não é programador.
Três dias do zero ao app funcionando.
Qual app a sua empresa precisa hoje e vem sendo adiado faz anos porque não tinha quem construísse?
Eu já vi meio milhão de apps nascerem.
E nenhum deles começou com alguém me pedindo tecnologia.
Em quinze anos fazendo isso, o pedido que chega é sempre o mesmo, com as mesmas palavras: "eu queria um app meu". Ninguém nunca me pediu framework, integração ou modelo de IA. As pessoas pedem uma coisa que seja delas.
Durante muito tempo, a resposta honesta que eu tinha era: escolhe um modelo pronto e encaixa a sua ideia no que já existe. Funcionou, foram mais de meio milhão de apps, em 120 países. Mas era sempre a ideia da pessoa cabendo na ferramenta, nunca o contrário.
Isso mudou.
Hoje a pessoa descreve o que quer, em português, e o app existe. Com os dados dela. A marca dela. O pagamento caindo na conta dela, por Pix.
E eu quero ser preciso sobre o porquê, porque virou moda dizer que "a IA resolveu".
Não foi só a IA. A IA escreve o código. O que faz o app durar é o que fica em volta: o backend, o login, o pagamento, a publicação, o histórico para voltar atrás quando quebra.
Modelo bom gera tela. O que entrega produto é a estrutura em volta dele.
O pedido nunca mudou. A resposta é que melhorou.
#vibecoding #startupbrasil
Concordo, e o motivo é bem sem graça: distribuição não é a mesma coisa que operação. ChatGPT dentro do WhatsApp resolve conversar, não resolve cobrar, emitir nota fiscal e responder pelo erro quando o cliente reclama na segunda de manhã. O SaaS que morre é o que só era interface bonita. O que carrega processo continua de pé.
A gente recebeu uma oferta no Shark Tank. E disse não.
Subimos naquele palco com um banner cheio de número orgânico e zero de mídia paga. Uma empresa brasileira que, desde 2011, colocava app na mão de quem nunca ia contratar um desenvolvedor.
Naquela época a Fabapp montava app híbrido, tela por tela, num editor visual. Era o estado da arte possível. Funcionava.
Aí a IA chegou e mudou a pergunta inteira. Não dava pra colar um chat em cima do editor antigo e chamar de inovação. Teve que reescrever quase tudo por dentro: geração de código, banco, autenticação, pagamento, publicação. Anos de produto jogados fora de propósito.
Muita empresa da nossa geração não atravessou essa. A maioria tentou virar wrapper e morreu no meio do caminho.
Hoje é Fabapp AI. Você descreve o app em uma frase, a IA escreve o código inteiro, com banco de dados, login de usuário final, pagamento em Pix, domínio próprio e empacotamento nativo. Stack proprietária do começo ao fim. Não é embrulho em cima de infra gringa.
1,6 milhão de criadores. 120 países. Feito no Brasil, com time brasileiro.
Enquanto se discute se o Brasil vai conseguir competir em IA, a gente já está exportando.
@anupamrjp https://t.co/FdzRC4EK34
We were putting apps in the hands of non developers across Latin America and Europe years before anyone called this vibe coding. 1M apps later, we rebuilt the whole platform AI first.
Describe it, ship it, and the client code is yours to export.
@lucas_montano Flipar token é arbitragem de atenção, construir empresa é outra coisa, e as duas usam exatamente a mesma ferramenta. A diferença aparece lá pelo terceiro mês, quando chega suporte, churn e cliente pedindo integração.
HI, Fabapp AI. You describe the app, you get a real React and Next.js project, and you can export the whole backend and walk away.
I built Fábrica de Aplicativos before this, 400k apps across Latin America. The one thing people asked for every single year was the code. So we built that part first.
https://t.co/61QpKKVILE
Fabapp AI. You describe the app, you get a real React and Next.js project, and you can export the whole backend and walk away.
I built Fábrica de Aplicativos before this, 400k apps across Latin America. The one thing people asked for every single year was the code. So we built that part first.
https://t.co/61QpKKVILE
Uma semana desde o lançamento oficial do Fabapp AI.
+2.000 appers.
+4.000 projetos criados.
Mas o que mais me pegou não foi número. Foi o feedback de gente que nunca escreveu uma linha de código e já venderam os primeiros projetos que criaram na plataforma. Não é demo, não é protótipo bonito: é cliente pagando.
Tenho orgulho do negócio saudável que estamos construindo, a Fabapp AI é a primeira plataforma de vibe coding 100% brasileira e uma das poucas no mundo com a stack inteira própria (backend, banco de dado, pagamentos e etc). Não é uma casca em cima da infra de outra empresa.
Todo o crédito vai para um time muito especial. Faz muito tempo que eu não me divertia tanto trabalhando.
Old tech that serves someone well isn't technical debt. It's just old tech.
Confusing the two is expensive in both directions: you kill what was profitable, and keep what was bleeding.
Killing your product on schedule is as lazy as never killing it.
Both save you from looking at the actual case.
15 years of building app-creation tools taught me the difference. 🧵
The test isn't "is this old?"
The test is "is this blocking anything?"
Java ME was blocking. Every new device charged a tax, and the tax had eaten our capacity to ship.
Hybrid wasn't blocking anything. It served the people it served.
TLDR: reconstruí a Fabapp inteira em cima de IA.
Em 15 anos, mais de 500 mil apps nasceram aqui, feitos por gente que nunca escreveu uma linha de código. Agora a IA escreve o código, e o que era um construtor virou uma plataforma que entrega app funcionando, com login, dados e pagamento.
Abaixo, minha tese sobre onde essa categoria vai parar, e por que acho que essa disputa não se decide lá fora.
A versão longa:
A Fabapp existe desde 2010. Em 2017 a Apple mudou a regra e derrubou de uma vez os apps gerados por plataforma como a nossa. Passamos anos correndo atrás daquela porta. Quando sentei para testar geração de código com IA pela primeira vez, entendi que a gente tinha passado uma década resolvendo o problema errado. O difícil nunca foi colocar o app na loja. Era fazer o app valer alguma coisa depois que ele entrasse.
O padrão se repetiu por mais de uma década: a pessoa não trava em fazer o app. Ela trava depois. Trava em cobrar. Trava em ter usuário com login. Trava em publicar num domínio que seja dela. Trava em vender.
O app nunca foi o produto. O app é o começo do produto.
É por isso que eu não acho que a corrida atual seja pela melhor geração de código.
Minha tese, em duas partes:
1. Gerar código vira commodity, e mais rápido do que a categoria admite.
Cinco empresas hoje geram um app decente a partir de uma frase. Ano que vem serão vinte, e a diferença entre elas vai caber numa margem de erro. Todo mundo usa os mesmos modelos, e os modelos melhoram para todo mundo ao mesmo tempo.
Quando a geração empata, o que sobra é tudo que acontece depois do "pronto". O app aguenta mil usuários? Cobra de verdade? Roda no celular do cliente do meu cliente? Instala? Notifica?
Nós apostamos aí. Um app gerado na Fabapp já nasce com banco, login de usuário final, assinatura, cobrança e multi-tenancy próprios, de modo que o cliente do nosso cliente vira assinante do app dele. E ele sai empacotado como app nativo de verdade via Expo, não como um invólucro de site.
2. O último quilômetro é local, e é aí que a briga é ganhável.
Um construtor global genérico não sabe o que é Pix. Não sabe que aqui a conversa começa no WhatsApp, e não num painel. Não sabe que o dono do salão não vai abrir dashboard nenhum: ele vai mandar um áudio.
Competir de frente com empresas de dezenas de milhões de dólares de receita, pelo mesmo público global e genérico, não é realista. E eu não vou fingir que é. Realista é ser insubstituível para quem cobra em real, vende no WhatsApp e precisa que o app funcione no aparelho que o cliente tem.
Pagamentos brasileiros (Pix, pagarme, Mercado Pago) já estão cobrando em produção. O canal de WhatsApp é o próximo.
O que estou construindo a partir disso
Uma plataforma onde a distância entre a frase e o negócio no ar seja de minutos, e onde o app gerado já venha pronto para ganhar dinheiro, não para ser protótipo bonito.
Duas semanas no ar. Mais de 2 mil usuários, as primeiras assinaturas pagas e nenhum real gasto em anúncio.
Estou procurando:
Agências e freelancers que vivem de entregar software para pequeno negócio. Estamos montando um programa de parceria. Se você entrega app para cliente, quero falar com você.
Quem já tentou tirar um app do papel e desistiu no meio. Me conta onde travou. É a informação mais valiosa que eu recebo.
https://t.co/lVRo8RR6rN