enquanto vcs estão preocupadas discutindo se lésbica pode usar tape e se mulheres trans podem ser lésbicas é esse tipo de coisa que está acontecendo no mundo real. acordem e se organizem, precisamos lutar pelos nossos direitos JUNTAS.
Sou bancario, clt e trabalho 36 horas semanais, isso me dá flexibilidade pra fazer tudo que eu quero. Quero ir pro pilates 8 da manhã? Blz eu só entro as 10, BO pra resolver a tarde? Tranquilo, saio as 16, é mais cedo? conversa com o chefe pra um dia chegar as 9 e sair as 15, costuma ser tranquilo.
O problema não é a CLT, é o capitalismo periferico que o Brasil pratica contra sua população q esmaga o trabalhador e transformou o vinculo formal numa jornada de 9, 10 horas diárias, mais deslocamentos de 2, 3 horas em escala 6x1. A Clt na verdade.é o restinho de civilidade que ainda amortece essa máquina de moer gente que virou o mercado de trabalho por aqui, principalmente pós-contrarreforma trabalhista de 2017.
Um mundo onde todos são autônomos e trocam serviços é simplesmente impossível pq o sistema precisa explorar mão de obra barata pra continuar girando, logo, enquanto o sonho individual de "sair da clt" não der lugar ao coletivo de fortalecer a luta trabalhista, pra que os empregos seja mais dignos e possibilitem as pessoas viver e não só sobreviver, o resultado vai ser só mais precarização e achatamento salarial.
A jornada de 36 horas, por exemplo, é a padrão na França, prova de que esse tipo de coisa não precisa ser privilégio de classe.
Fabiana e Ieda passaram nove dias desaparecidas até serem encontradas mortas, enterradas em uma área de mata.
O Brasil continua sendo um país onde mulheres são assassinadas todos os dias. E quando essas mulheres são lésbicas, o silêncio e a invisibilidade também fazem parte da violência. Fabiana e Ieda não podem ser apenas mais um caso.
Este crime de lesbofobia precisa ser investigado com seriedade, porque combater crimes de ódio também é responsabilidade do Estado. Justiça não pode ser seletiva.
Queremos respostas, responsabilização e o direito de existir sem medo!
Essa é a parte do Jornal Nacional que precisa circular.
Ela mostra exatamente o que está em jogo. Não se trata das acusações apresentadas, porque elas simplesmente não se sustentam. O que está em jogo é a tentativa de impor interesses sobre o Brasil, pressionando o país a abrir mão da sua soberania.
Estamos falando de temas estratégicos como o PIX, o etanol, o comércio da Rua 25 de Março e outras áreas de interesse nacional. O objetivo é forçar uma rendição política e econômica que o Brasil não pode aceitar.
Não existe negociação possível quando a exigência é abrir mão do que é nosso. Soberania não se negocia.
É por isso que esse trecho precisa chegar ao maior número de pessoas. Ele ajuda a entender que esse ataque tem consequências concretas para o país e que essa pressão foi alimentada por setores da extrema direita brasileira, com atuação de Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo e outros aliados, que vêm trabalhando para favorecer esse tipo de interferência.
Compartilhem esse vídeo. As pessoas precisam entender o que realmente está em jogo.