Os grandes vencedores da contenda JJ/CR:
-JJ
-o “treinador de bancada” de sofá e das tascas, que vê validadas as suas ideias e vai continuar a achar que “eu é que sei”
Verdade. O mundo só ganha com a saída deste inepto incompetente e incapaz. Há um ‘antes’ e um ‘depois’ de Guterres nas Nações Unidas. Ou no que resta delas.
No seu último discurso como SG na @UN, @antonioguterres não desiludiu. Foi igual a si próprio.
Foi incapaz de assumir que a UN falhou. E falhou por interesses e ideologia. E Guterres permitiu.
Deixou Portugal num pântano, e vai conseguir deixar a UN totalmente irrelevante.
Foi com “Dá-me lume” que me apaixonei pela música do grande Palma. Quis o destino que, mais tarde, me cruzasse pessoalmente com ele. Um privilégio. Foi-se embora um grande… À tua, Jorge
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🎥 18 vantagens perdidas: quando o erro passa a ser padrão.
O Rui Borges, desde que chegou ao Sporting, já perdeu 17 vantagens, jogos em que a equipa começou a ganhar e acabou por permitir o empate ou a derrota.
Fui rever essas 17 situações (golos que normalmente dão o empate ao adversário), lance a lance, e em 13 deles há um padrão que me salta imediatamente à vista: a maioria dos golos sofridos surge na sequência de cruzamentos. Cruzamentos entre a linha defensiva e o guarda-redes, entre os centrais, segundo poste ou para zonas onde a nossa linha defensiva tem revelado dificuldades em controlar a área. A estes juntam-se ainda dois golos sofridos na sequência de pontapés de canto.
E aqui fica a reflexão que para mim é inevitável: Quando um padrão se repete tantas vezes, deixa de ser apenas um conjunto de erros individuais. Passa a ser um problema coletivo.
Os golos têm erros individuais, claro. Mas também existem problemas de posicionamento, controlo da área, referências, agressividade na defesa do cruzamento e sobretudo na forma como a equipa protege determinadas zonas.
E se nós de fora conseguimos identificar este padrão, é inevitável perguntar: a equipa técnica também já o identificou?
É trabalhado diariamente? São corrigidos os comportamentos que estão na origem destes golos? Existe uma estratégia específica para defender melhor este tipo de situações?
Não é por acaso que o Arouca procurou explorar tantas vezes o cruzamento. Os adversários estudam-nos. Quando percebem que existe uma fragilidade recorrente, vão insistir nela.
E é precisamente aqui que entra a responsabilidade da equipa técnica, não basta identificar o erro depois de o golo acontecer. É preciso reconhecer o padrão antes que ele continue a decidir jogos. 18 vantagens perdidas. Muitos golos sofridos com uma origem semelhante. A pergunta deixa de ser apenas “quem errou neste lance?”. Passa a ser: quem é responsável por corrigir um problema que já se tornou um padrão?
Vídeo ⬇️
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Não é só a qualidade do Sporting em todos os momentos do jogo (não só em alguns); nem aquilo que o Benfica está a jogar (o melhor dos 3 grandes); nem a batota autorizada do Porto. Tem sido também isto. Já desde a época passada. Mas os piores cegos são os que não querem ver.