A internet inteira só consegue falar sobre a "fertilidade" de Mariam Nabatanzi.
Mas essa história nunca foi sobre biologia.
Foi sobre um crime silencioso.
Aos 12 anos, ela foi vendida pelo próprio pai para um homem de 57 anos.
Ela se tornou a quinta esposa em um casamento sem amor e cheio de abusos.
"Aos 18 anos, eu já tinha 18 filhos e implorei por ajuda médica."
O médico a proibiu de usar anticoncepcionais, dizendo que a única forma de não morrer era continuar tendo bebês devido à sua condição.
Ninguém percebeu o verdadeiro absurdo.
A própria madrasta que a criou se tornou amante do seu marido e teve filhos com ele.
Em 2015, o homem vendeu a casa da família e fugiu com todo o dinheiro, deixando-a com as crianças.
"Uma de minhas filhas se formou em enfermagem, foi para a Rússia e nunca mais me deu notícias."
Hoje, ela trabalha em 5 empregos diferentes para sustentar os filhos sozinha.
Reduzir a vida de Mariam a um "caso impressionante de fertilidade" é ignorar uma sequência brutal de abandonos, abusos e falhas do sistema.
Same Nigerian males that were mocking women and warning themselves on not marrying women with PCOS are saying “Do not abort a child with disabilities”
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everyone who is saying ‘parents need to be prepared for a disabled child for the rest of their lives, if they want to have a baby’ are being euphemistic.
They mean mothers.
Every severely disabled child I know is being taken care off primarily by their mom.
If someone tells you that they don’t want you to do a specific thing sexually and you decide to do it anyway, it’s a violation of consent. Legal ramifications aside (we know conviction rates and thresholds), morally, why would you do that? What does that make you?????????