@EnioViterbo@allanrendeiro Olha a conversinha do elemento. Deve ser no mínimo tenente-coronel e vem com essa profundidade de poça d’água dizer que ia pra guerra com o comandante? Que cara mais rasteiro… pqp
@MinDefesaBahea Porchat e Adnet até onde me lembro também fazem piadas com mulheres e negros, todos no entanto de um mesmo espectro político, aparentemente oposto ao deles.
James Sexton, advogado de divórcio com vasta experiência, revela uma verdade crua e impactante:
Nossa sociedade inteira é estruturada para nos distrair do único fato que poderia destruir a máquina de consumo: se realmente internalizássemos que vamos morrer, pararíamos de comprar a maioria das porcarias sem sentido que vendem.
Ele propõe uma mudança radical: 1 a 2 anos obrigatórios de voluntariado em um centro de cuidados paliativos aos 18 anos.
Por quê? Porque passar um tempo com os moribundos nos deixa completamente despidos.
Eles não falam sobre suas contas bancárias, status ou bens materiais.
Eles falam sobre:
- As pessoas que amaram
- As conexões que criaram
- As experiências belas (e dolorosas)
Todo o drama "importante" do seu dia evapora no momento em que você sai daquele quarto.
Sexton compartilha a experiência da última cirurgia de câncer de sua mãe: 20 minutos depois, os médicos a fecharam: câncer por toda parte, nada mais a fazer. Naquele instante, todas as outras preocupações da sua vida foram reduzidas a zero. Tudo o que importava era o tempo que restava para amá-la, para garantir que ela soubesse.
Lembrete: Há um número finito de vezes que você beijará sua esposa, abraçará seus filhos, ligará para seus pais. Você não sabe quantos são. Só perceberá isso depois que já tiver passado.
Essa finitude é o que torna cada momento sagrado.
Viver para sempre seria uma maldição.
Agora, as pessoas que você ama estão vivas — agora mesmo.
Beije-as quantas vezes quiser.
Essa é a melhor coisa do mundo.
Uma perspectiva poderosa, desconfortável e bela. Mantenha a morte em seu campo de visão — é o filtro de clareza definitivo.