Agora o Neymar Hipotético tem que ser preservado para jogar o 2º tempo hipotético das Quartas de Final hipotética... É o nosso craque de Schrödinger 🔥🇧🇷
A trend da foto com Trump, além de sem graça, só alimenta o algoritmo a subir mais o nome do ditador. Até quando quer entrar no jogo da pirraça virtual, a esquerda escolhe caminhos questionáveis. Aprendam: se Paula Lavigne fez, não faça.
É importante que as pessoas se lembrem sempre de que não adianta a gente brigar pra eleger um presidente progressista se elegermos junto 400 conservadores no Congresso.
Excelente a série documental "Andar Na Pedra: A História dos Raimundos", registro honesto e definitivo sobre o fim da icônica banda. Além de traçar muito bem o perfil (e os egos) dos integrantes, inocenta Rodolfo por ter abandonado o barco pra salvar a própria saúde. 8/10
Pode-se aprender muitas coisas com o PowerPoint da GloboNews, mas duas lições são bem básicas e incontornáveis: a primeira é que não existe jornalismo isento; a segunda é que o capital, em uma disputa entre um governo popular e o fascismo, sempre optará pelo fascismo.
Honesta, corajosa e “gente como a gente” a manifestação da @ivetesangalo de que teve “muita diarreia” e “passou a noite no bandeiro”. Acontece com qualquer um, ou uma, e admitir é naturalizar e humanizar uma situação que é justamente isso: natural e humana. Viva, Ivete!
O QUE TE IRRITA NA FOLHA? 😤 | 12 personalidades, entre líderes políticos, intelectuais, advogados e diretores de teatro, indicam o que mais os incomoda na Folha de S.Paulo, jornal que completa 105 anos.
Obcecado pelas irmãs Lundgren, melhores personagens de “O Testamento: O Segredo de Anita Harley”. As divas sínceronas bem humoradas largam o verbo sobre a contenda da tia sapatão, herdeira das Pernambucanas. Cheio de plots, é o melhor doc da @globoplay depois de Vale O Escrito.
O filme mais caro da A24 traz Timothée Chalamet-minguê em seu melhor papel. Marty Supreme é caos narrativo e protagonista obcecado pela glória com um narcisismo magnético que é a própria alegoria do sonho americano. Tudo arrematado por trilha oitentista em trama dos anos 50. 8/10
Hamnet é arrebatador. O lirismo de Chloé Zhao ao mostrar como uma mãe e um artista processam o luto, humaniza o mito de Shakespeare e ratifica que a arte existe porque a vida não basta - mas deve seguir. Se Jessie Buckley (brilhante) não levar o Oscar, será uma grande injustiça.