inventaram esse dispositivo antiestupro em 2005 que prende no agressor. não foi pra frente porque especialistas alertaram que o homem preso e com dor poderia matar a vítima na hora. o dado mais deprimente é esse: até a autodefesa dela vira risco pra ela.
O Haaland coloca em prática um ensinamento que o Romário sempre fala sobre ser atacante, mas muita gente acha que é arrogância, preguiça ou deboche.
Romário diz que ser atacante não tem a ver com correr, se movimentar ou se desgastar. Pelo contrário, quem corre é a bola e o resto do time. Não o atacante.
Para ele, ser atacante é estar no lugar certo e descansado. Só. É saber se posicionar e ter a energia e a explosão necessária para fazer o gol.
E foi exatamente o que a gente viu ontem do Haaland. Ele anda em campo. Quase não pega na bola. Mal se movimenta a ponto da gente achar que ele sequer está jogando. A gente acha que ele está jogando mal. Que aquele não é e não será o dia dele.
Até que chega uma bola. E é só o que ele precisa. E aí ele cresce. E a gente morre. E sobra outra.
Um monstro que tem mais gols que jogos em sua seleção. Como Romário que fez mais de mil gols na carreira.
E a gente tem um tal de Neymar que prefere arrumar briga nos últimos minutos quando a gente tinha um último fôlego pra empatar.
Que diferença, não?