vocês resumindo a categoria somente a kpop quando o nome dela é best ASIAN ja diz muito como vocês não ligam pra pauta, vocês se matando pros favs serem indicados ou ganharem e agora tão se fingindo de cult que não ligam pro grammy KKK
eles submeteram todos esses anos, fizeram bolo pra comemorar a indicação e os fãs usavam o grammy em fanwar, mas agora, coincidentemente quando o primeiro ato de kpop ganhou um grammy, eles abriram os olhos pra xenofobia e racismo do grammy que vem de décadas???? me poupe
perceberam q novo projeto n ia poder concorrer pq insistem em comprometer a qualidade do grupo cantando em ingles e se assimilar ao mercado q tanto criticam e fingem n ligar enquanto falta darem mil piruetas pra qq mijo q vem de lá pra meter essa kkk, porfa ne
“A lei de Zeus é retratada como decisiva, e ainda assim não existe Zeus.”
“Não há deuses, e ainda assim naufrágios e mortes são apresentados como consequência inevitável de cegar o filho de Posêidon.”
Eu pensei e ela falou
Kim Soo Hyun is a Pedophile
Kim Soo Hyun is a Pedophile
Kim Soo Hyun is a Pedophile
Kim Soo Hyun is a Pedophile
Kim Soo Hyun is a Pedophile
#KimSaeRon#JusticeforKimSaeRon
Breaking my silence:
Soulmate is not a BL, but it was never a bromance in the first place.
Why is it not a BL?
This can be confusing because, for many international fans, any drama, movie, or series that features boys in love is considered BL, because BL is basically boys’ love – love between boys/ males. To us, BL is an umbrella term and is not limited to one specific genre. We believe BL can cover any genre: legal drama, grief, family, slice of life, and so on. This is where the conflict often arises. I'll explain now.
First, from what I’ve observed with many Japanese dramas, not every story with boys in love is categorized as BL. For example, Oishii Rikon was not labeled as a BL drama, even though the leads are live-in boyfriends, because the focus of the drama is not their romance, but the divorces they handle. Japanese dramas may choose not to label something as BL when romance is not the main focus, even if love between men is clearly present.
Also, the BL tag in manga and the BL tag in dramas do not always function the same way.
For example, Smells Like Green Spirit is a BL manga, but its drama adaptation was not categorized as BL. Same case with One Room Angel. Another case is Hidamari ga Kikoeru. The original manga is a BL manga, and when it was adapted into a movie in 2017, known internationally as Silhouette of Your Voice, the movie was promoted as BL. However, when TV Tokyo adapted the same work again in 2024, they did not use the BL tag before the name I Hear The Sun Spot, even though they labeled Stay By My Side After the Rain as a BL drama.
This shows that the BL label in Japanese media is not always applied consistently across formats, adaptations, or even broadcasters. Sometimes the label depends less on whether male-male love exists in the story, and more on how the work is marketed, what genre the production wants to emphasize, and whether romance is treated as the central focus. So Soulmate wasn't labeled a BL maybe because of these reasons.
Also, because of this, some international fans use terms like “queer media” or “LGBTQ+ media” instead of BL regard to works that do not have BL tags but still involve queer love while Japanese shows just don’t add any label or in rare cases add LGBTQ+ to the genre when released on Netflix or internationally.
But one thing is certain: Soulmate is not a bromance.
Bromance refers to a platonic friendship between men, not a romance. (The exception here is some Chinese dramas had to label it bromance to pass censorship). So you can’t call Soulmate a bromance just because they don’t kiss. They literally confess to each other with “saranghae” and “aishiteru” in their language. Same thing happened with Oishii Rikon when some watchers just called it a bromance because they didn’t kiss in a show while obviously they are a couple.
So yeah, you can dislike Soulmate or get disappointed or angry with it but please don’t call it Bromance just because they don’t kiss or being physically intimate.
POSIÇÃO EDITORIAL
Até 310 milhões de meninos sofreram estupro durante a infância. Quando falamos de meninas, o número ultrapassa 370 milhões. Das mulheres vivas hoje, 1 em cada 8 sofreram estupro antes dos 18 anos. Estes são dados da UNICEF.
Desde o início, quando ainda não havia qualquer informação sobre o caso do Psi, fomos nós a plataforma internacional a dar visibilidade ao caso. Quando não havia nem mesmo uma única pessoa em defesa dele, nós traduzimos, em lágrimas, tudo que ele relatou. Algo que doeu profundamente, em todos os sentidos, por questões e traumas pessoais que, apesar da coragem de Psi, ultrapassam a coragem de quem escreve este texto.
Foram horríveis todas as desculpas que, em nenhum momento, se voltaram pra vítima de verdade. Horrível o timing de uma companhia que decidiu, após um dia de tudo o que aconteceu, liberar um anúncio de estreia. E horrível todos aqueles artistas e não artistas que, mesmo diante do áudio exposto, continuaram a apoiar Mild e Pi Scott.
Dentro do jornalismo, existe uma diferença entre noticiar e promover algo. Nunca promoveríamos nada do qual alguém dentro do projeto poderia estar, de alguma forma, direta ou indiretamente, apoiando pessoas ligadas a um estuprador. O papel de uma notícia, por outro lado, é informar e permitir que o público desenvolva uma visão crítica sobre aquilo que lê. Ainda assim, nossos valores precisam ser visíveis a todos para mostrar aquilo que realmente defendemos. Estamos deixando de noticiar qualquer produção da qual os membros envolvidos estejam, ainda, do lado de quem apoia e acoberta um caso de violência sexual. Nada nem ninguém pode estar acima da vítima.
No início deste texto, trouxemos dados e mostramos que, mesmo quando ainda não havia nada internacionalmente, buscamos e levamos essas informações até vocês. A desculpa de que não houve informação por parte de qualquer pessoa na Tailândia, não é nem um pouco razoável.
Não há como, do outro lado do mundo, nós termos acesso aos acontecimentos enquanto, na própria Tailândia, um dos maiores casos midiáticos dos últimos tempos envolvendo uma família poderosa, não tenha chegado aos artistas e outras figuras públicas. Sendo coberto durante todo o dia na TV, sendo o assunto mais comentado do Twitter, e com centenas de matérias online publicadas.
Não vamos dizer que esperamos que os artistas tomem mais cuidado ao usar as redes sociais, até porque isso é regra comum para qualquer pessoa na internet. Como figuras públicas, mundialmente conhecidas e, com uma base gigante de fãs, seu compromisso deve ser maior. O que nós esperamos, de verdade, é que eles usem esse espaço para apoiar a vítima, para promover a conscientização acerca da violência sexual na infância, adolescência, na vida adulta e, que apoiem diretamente instituições e ONGs que realizem trabalhos em prol da comunidade LGBTQIAP+ e pessoas que sofreram violência em algum momento da vida.
Temos orgulho de que, por meio do HUB Awards e do apoio dos fãs, conseguimos doar 2.250 dólares para uma instituição que acolhe pessoas LGBTQIAP+ expulsas de casa por serem queers, com moradia, alimentação e atendimento psico-social. Então, por que aqueles que interpretam narrativas LGBTQIAP+ e cuja carreira e ganhos financeiros (leia-se muito, mas muito dinheiro mesmo) é baseado nisso, não conseguem realizar uma doação ou promover iniciativas semelhantes? Ser uma pessoa boa e agir com responsabilidade é o mínimo esperado de qualquer cidadão. Devemos esperar mais ação, e ações concretas.
Essa é a nossa posição. Até que os mesmos se desculpem diretamente com a vítima, assumam seus erros, deixem de apoiar o lado acusado e demonstrem atitudes concretas em apoio a pessoas que sofrem violência todos os dias.
Sempre do lado da vítima.
BoysLove Hub
14/05/2026