@TaxaBolsonaro50@profsosa13@aanaelisast Não tem ninguém separando, apenas determinando peso, se milheres negras são a base da pirâmide é justamente por serem mulheres NEGRAS, se fosse apenas sobre genero mulheres brancas estariam no msm patamar, a violência de genero é intensificada pela cor da oela
@AntiMarxsista@carolguasti@babi@alineramosme Apenas alguns comentarios do caso racista da semana envolvendo a Thelma, isso é respostas ao video que contem falas racistas…
O post teve 10 respostas, 7/8 eram defendendo o “comentário” racista
@rrrruute@aanaelisast A raça vem antes mais se existe um 2º problema isso é somado, e 2 problemas é maior do q 1 (meio obvio?)
E sim, tem aqueles que tentam excluir outras questões, existem pretos sexistas e homofóbicos, e isso continua não excluindo o racismo como a maior violência desse pais
@rrrruute@aanaelisast Até pq se esta na msm comunidade ñ há distinção de cor né seu arrombado, ai sim, é vista como mulher em primeiro lugar… mas ainda tem ressalvas, o próprio homem preto mts vzs vê uma mulher preta como mais suscetível a agressões e desrespeito justo por ser preta e ter menos valor
@nicolegef1@carolguasti@babi@alineramosme Se por policiado você quer dizer covardes, concordo plenamente, temem ser racistas publicamente justamente pela jurisdição, e ainda assim são!
E como eu disse, se tona muito pior, levando em consideração que é um país racista msm o racismo ensinado desde cedo como um problema
@nicolegef1@carolguasti@babi@alineramosme Sai da internet, preto no Brasil sofre racismo diário, seja entrando numa loja, seja olhares discriminatórios, até ataques diretos, isso sem falar do racismo institucional, a dificuldade de inserção na sociedade
Argentinos são racistas, nunca neguei, mas brasileiros são piores
Que fique claro. O X, foi a ÚNICA rede social que viu problema de imediato na publicação do Rodrigo Branco e expôs os famosos que comentaram. Aparentemente, a revolução começa aqui.
Uma adolescente de 17 anos, praticante do Candomblé, foi vítima de intolerância religiosa dentro de uma escola estadual no Rio de Janeiro.
Segundo relato da família, a jovem foi agredida fisicamente por um grupo de alunas cristãs no Colégio Estadual Arnoldo Abruzzini da Fonseca, localizado em Sepetiba, na Zona Oeste da capital.
De acordo com a mãe da estudante, as agressões ocorreram por causa da religião da adolescente.
A família afirma que ela já vinha sofrendo ofensas e discriminação relacionadas à sua fé, mas que, desta vez, os ataques evoluíram para violência física.
A jovem foi cercada e agredida com socos, chutes e puxões de cabelo.