Não confio, não admiro e não tenho o menor respeito por quem se diz neutra ou neutro em política.
Gente assim me irrita - não pela decisão em si - mas pelo que essa decisão representa: neutralidade em política esconde um pacto com o “status quo”, ou seja, esconde uma defesa passiva e conivente para que a realidade atual prevaleça e se perpetue.
Não comungo com gente morna, isenta e que se julga alheia, acima do debate ou dos acontecimentos políticos do município, do estado ou do país, pois, em não sendo uma despudorada conveniência pessoal, é alienação politica e falta de consciência de classe - condições básicas para a autodefesa e luta coletiva na disputa política no convívio social.
Gosto de gente que escancara as suas convicções, sua identidade, suas utopias e psiquê mais subjetivas…
Gosto de gente que se abre, que escancara as suas afinidades políticas e ideológicas.
Gosto de gente que olha firme, que enxerga longe e sonha grande.
Gosto de gente que vence, mas amo e admiro gente que luta.
O PT não sabotou a candidatura de ninguém.
Cabia ao presidente Lula e ao PT escolherem um nome para representar a sigla, e o fizeram com Dilma Rousseff, que se mostrou afinada com a agenda do partido até sua queda.
Se eleito, Ciro surtaria já na posse com sua mania de grandeza e estremado ego.
Lula sempre acerta nos seus indicados e sentiu de longe a fragilidade de caráter no Ciro Gomes.
É muito descaramento o Ronaldo Caiado botar a cara na televisão para se apresentar como o grande outsider da política brasileira...
O sujeito é tão dissimulado que se comporta como se fosse impossível esconder do povo brasileiro o seu passado atrelado às piores correntes de manutenção da estrutura social, econômica e agrária do Brasil desde os primórdios da república brasileira.
Caiado é um exemplar pitoresco do tempo dos coronéis que administravam seus "feudos" com mãos de ferro.
Neto de um dos coronéis mais conhecidos de Goiás, vulgo Totó Caiado, cujos afazeres se dividiam entre os cuidados com a propriedade e a atividade política já pelos anos de 1900 - ora como deputado federal, ora como senador - representando sempre a oligarquia dos Caiados.
Diga-se: Caiado é cria de uma família de produtores rurais com histórica relevância na política do estado de Goiás desde meados do século XIX.
Logo, o autoproclamado defensor da democracia que hoje se mostrou indignado no JN com os vinte anos de governos do PT, não passa de um remanescente da velha UDR - movimento que representava e defendia os interesses dos grandes proprietários rurais, contrapondo-se, inclusive, à abertura democrática no Brasil.
Caiado sempre defendeu a concentração de terras e de riqueza, sempre esteve ao lado das grandes corporações, portanto, contribuiu historicamente para a marginalidade que hoje aponta e ataca na sociedade brasileira.
Por fim, são cinco mandatos como deputado federal, um mandato como senador e dois como governador, portanto, e se há mazelas na sociedade brasileira, grande parte dela é de exclusiva responsabilidade de políticos da lavra do coronel Ronaldo Caiado e daqueles para os quais trabalha.
O Jeca Tatu está no JN se vangloriando de ter deixado um suposto superávit no estado de Minas Gerais.
Faltou dizer que fazer superávit colocando as receitas do estado em sub júdice, quando recorrera dezenas de vezes ao STF para adiar, renegociar e até suspender as dívidas de Minas, é fácil, difícil é explicar porque deu 300% de aumento para o primeiro escalão do seu governo e deixou o servidor estadual com reajustes entre 10 e 35% durante os quase oito anos do seu governo.
Ah! Curiosamente, Romeu Zema é hoje o presidenciável que mais ataca o STF.
Um poço de hipocrisia e despudor.
Romeu Zema é aquele herdeiro multimilionário descarado que enche a boca para se auto-categorizar como empreendedor e enrolar os trouxas com o discurso da meritocracia.
Diz que se eleito, vai importar para o Brasil o modelo de Segurança Pública de El Salvador, mas sem adotar os mesmos métodos de Nayib Bukele. rsr’
É uma verdadeira ameba.
Romeu Zema é aquele pangarezinho mimado que cresceu trajado de uniformes de escoteiro americano e cercado de babás de classe média.
Hoje, em tom professoral, ostenta uma carteira profissional assinada pelo seu avô quando tinha 14 anos.
Certamente um mimo de um avô para um netinho socialmente deslocado que queria brincar de ser gente grande.
@_Convictor_ Só consegui ouvir até a frase:
"O menor número de pessoas possíveis". HAHA'
Esse sujeito é uma piada pronta.
Zema representa bem o estado que elegeu Nikolas Ferreira.
@g_vgouvea (…) O que leva as bolhas a não assistirem com profundidade a esses debates exatamente porque terão “o melhor” de seus eleitos para republicar e também fazerem bonito nas redes sociais.
É um círculo desastroso que parece não ter retorno.