Se ser pobre é ser preguiçoso, como explicamos a quantidade de pessoas enfrentando transportes públicos antes do sol nascer, chegando em casa à noite, resistindo a uma jornada de trabalho exaustiva e, ainda, ter que assumir tarefas domésticas e os cuidados com a família?
Basta olhar a realidade nas ruas: a correria por uma renda extra, a exaustão de quem precisa conciliar três empregos, os corpos vencidos pelo cansado, o cochilo no ônibus. É isso que vejo todos os dias nas ruas.
Polícia Federal nas ruas do RJ. Agora os alvos são Marcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e candidato ao Senado pelo União Brasil, e Marcus Amim, ex-secretário da Polícia Civil de Cláudio Castro. Eles são suspeitos de lavar R$ 7,6 BILHÕES através de postos de gasolina. Sabe de quem eles são aliados no RJ? Acertou quem respondeu Flávio Bolsonaro.
Criativa o suficiente para imaginar novos caminhos, engajada o suficiente para querer transformar a realidade, caoticamente organizada para dar conta de tudo, afetuosa para cuidar das pessoas e intensa para colocar o coração em tudo o que faço.
Uma história que mais parece um soco no estômago!
Uma mãe foi encontrada sem vida. Seu bebê de apenas um ano ainda mamava em seu peito. No outro quarto, uma criança de dois anos dormia, sem saber que havia acabado de perder a mãe para o feminicídio, insiste em transformar o fato de ser mulher em uma sentença de morte.
Mas por que agimos apenas depois da morte de uma mulher? Qual é o limite da crueldade para que políticas públicas efetivas de punição aos responsáveis, de políticas de prevenção, de educação para a igualdade de gênero, de acolhimento e de proteção sejam tratadas como urgência?
O feminicídio não mata apenas mulheres. Ele mata famílias, condena crianças ao luto por toda a vida e deixa uma cicatriz cruel na sua história, para além de interromper sonhos, roubar futuros e perpetuar ciclos de violência.
Precisamos repensar onde falhamos como sociedade. Digo isso porque essa é, de fato, uma responsabilidade coletiva.
O pastor Márcio Poncio foi preso. Rodrigo Bacellar e o bicheiro Adilsinho, que já estavam presos, voltaram a ser alvos de novos mandados na quinta fase da Operação Unha e Carne. Ao todo, são 14 mandados. Há anos eu denuncio que o maior desafio da segurança pública no Rio é enfrentar a relação entre crime, poder e política. Foi por isso que presidi a CPI das Milícias em 2008 e sigo defendendo instituições fortes e uma Polícia Federal com autonomia para investigar, doa a quem doer.
É assim que se combate o crime organizado: seguindo as provas, não os interesses de quem está no poder.
É a educação deixando de ser promessa e mudando a realidade das famílias!
O Pé-de-Meia está nos mostrando na prática que investir para manter o jovem na escola é um ganho coletivo de um futuro melhor.
Isso é vergonhoso! O dinheiro que deveria ser investido na qualidade de vida da população estava sendo utilizado para pagar funcionários fantasmas. Uma auditoria revelou que, na gestão Cláudio Castro, cerca de 78% dos cargos de confiança das secretarias do Rio estavam nessa situação. Mais de 4 mil servidores já foram exonerados pelo governador interino Ricardo Couto.
R$ 16,7 milhões/mês em funcionário fantasma. 80% da secretaria de TRABALHO não trabalhava. E até agora só 20 de 78 órgãos foram auditados. Cláudio Castro montou uma máquina de cargos pra alimentar aliados enquanto o estado afundava. Enquanto isso, faltava dinheiro pra saúde, escola e segurança do povo do Rio. A farra tá acabando! O Rio tem jeito
Os anúncios de Bets estão diferentes. Cada vez mais agressivos, querendo estimular a aposta a todo custo.
E custa caro, custa o conforto de famílias, conquistas e até vidas. Mas ainda não satisfeita, a estratégia agora é outra: atrelar uma paixão nacional ao desejo de apostas sedutoras.
Para uns, pode parecer uma estratégia de marketing maravilhosa, mas para outros é o começo do fim de muita coisa.
Vini Jr. nos devolve algo que o futebol brasileiro sempre soube produzir: esperança. Cria de São Gonçalo, conquistou o mundo com seu próprio talento. Mas não só. Porque, no Brasil, o sonho de um garoto preto da periferia nunca disputa espaço apenas com os adversários em campo. Ele enfrenta também as barreiras que insistem em limitar horizontes antes mesmo do apito inicial. Talvez seja por isso que a trajetória do Vini mobilize tanta gente. Quando ele vence, muita gente se vê naquela vitória.
Os sonhos que nascem na periferia seguem atravessando fronteiras.
Mais uma manhã de terror para os moradores e turistas do Rio de Janeiro. A troca de tiros aconteceu durante uma operação policial realizada pela Policia Civil no Dona Marta. No vídeo, turistas se abrigam no Mirante. Mais um dia de mudança na rotina, o coração disparado, não saber se tem alguém ferido, a única preocupação é proteger a nossa vida e a dos que estão ao redor.
Vídeo: Ari Kaye
Diferente do que muita gente tenta fazer parecer, defender o fim da escala 6x1 não é ser contra o trabalho. É defender o direito de trabalhar com dignidade, ter tempo para viver, cuidar da saúde, da família e de si mesmo.
Escrevi sobre a escala 6x1 para o @brasil247.
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Assusta pensar que alguém usaria uma ferramenta da Defesa Civil para amedrontar toda uma população. Um ataque como esse ganha uma dimensão ainda maior quando penso que, amanhã, meu vizinho pode não acreditar em um alerta dizendo que a casa dele será alagada em poucos minutos. Precisamos, como sociedade, disputar cada clique, cada ferramenta e cada olhar das nossas pessoas.
Usar o sistema da defesa civil para promover um ataque como esse é crime. Seja lá quem tenha sido, esse caso precisa ser investigado, ainda mais depois da mensagem de misantropia, que nada mais é do que aversão à humanidade.
Repito: isso não foi uma brincadeira. Foi um crime!
Alguém mais tomou um apavoro com o alerta da Defesa Civil? Só que não foi a Defesa Civil, ao que consta. E ainda meteram a palavra “misantropia”. Significa aversão, desconfiança ou rejeição ao ser humano e à sociedade. Resumindo: tem alguém trolando geral.