Se a decisão judicial se ancora nesse documento, onde está a justiça?
O Judiciário precisa escutar quem cuida — não só quem calcula.
Porque quem paga o parecer… não pode decidir a vida.
A morte da autonomia médica começou.
Por décadas, a palavra do médico era decisiva. Escutar o paciente, olhar nos olhos, entender o contexto — isso era medicina. Mas algo está mudando. E rápido.
A justificativa? Eficiência. A consequência? Risco sistêmico. Um conflito de interesse estrutural disfarçado de apoio técnico.
Se o parecer técnico é financiado por quem se beneficia da negativa, como garantir isenção?