A Alma Preta acompanhou os principais pontos do debate realizado no RJ, na ESPM, entre os dias 6 e 8 de junho. Na abertura, @_rosaneborges respondeu se o jornalismo (como o conhecemos) acabou. “Não acabou, foi o modelo de negócio que colapsou", pontuou.
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Maria da Conceição Tavares. Exemplo máximo de professora, ser humano engajado com a emancipação coletiva, economista sem ser economicista. Viva seu legado e força!
🗣️"O presente é composto por um passado que não passa" @_rosaneborges
Vozes do seminário online "Sobrevivendo ao Racismo - estratégias interseccionais para inclusão de pessoas negras no Brasil.
Participe: https://t.co/lDdbU3EfXa
Rapaziada, amanhã (05/04) sexta-feira às 22h na TV Cultura, estarei no Programa Estação Livre com as mestras Rosane Borges e Cris Guterres pra trocar ideia sobre Intelectualidade Negra.
Não mosca e sintoniza lá que vai ter ideia mil grau! Satisfação imensa em ter participado 🙏🏾
Páscoa. Independemente de religião, Páscoa significa renascimento, renovação. Mas não há possibilidade de renovação sem lutas. Neste ano de 2024, a Páscoa coincide com os 60 anos do golpe militar, o que nos faz pensar que só há possibilidade do novo quando expugarmos o passado. Feliz Páscoa, com luta e esperança!
Nesta entrevista à Ponte em 2019, a pesquisadora @_rosaneborges explica o que é necropolítica e como se aplica a diferentes realidades, inclusive no Brasil. "Essa política da morte tem um endereço", explica. 👇🏿
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A força dos estereótipos: quando o presidente diz o que diz, os elementos da equação ficam expostos. De fato, quem só sabe dançar, quem gosta de um batuque, quem só é namorada de alguém, não tem cacife (nem nunca terá) para ser ministra do STF. No melhor dos mundos, só serve pra ser destinatária das políticas públicas, com o homem branco adulto sempre no comando, dizendo quem somos nós pelo reducionismo dos estereótipos.
O mês de janeiro é pontilhado de acontecimentos da luta negra na diáspora: começa com a Independência do Haiti (1/1), criação do Congresso Nacional Sul-Africano, o assassinato de Amílcar Cabral, o tombamento da Serra da Barriga. Nascimentos de André Rebouças, Martim Luther King, Angela Davis. E por falar nela, cola comigo na live sobre os 80 anos de Davis. Será nesta sexta, 26/1, às 20h no meu canal do YouTube, Esboços do contemporâneo. Só vem. Estou te aguardando!
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O curso Escrevivências, memória e narrativas: a literatura de Conceição Evaristo é um curso que associa política à literatura com o protagonismo da gente negra. Fiquem atentes. Farei muitos fios por aqui!
Além da morte física, Julieta Hernandez também é alvo da morte pela linguagem. Quando fazemos a pergunta: “o que uma mulher sozinha andando de bicicleta mundo afora pode esperar”? Mata-se mais uma vez Julieta, cruel e barbaramente. É precisar cessar com as múltiplas mortes de Julieta.
“Não é possível que as redes sociais sejam a terra do vale tudo, das fake news que levam a mortes. É preciso ter, para o bem das plataformas, algum nível de regulação. Por isso, confiamos muito, e volto a dizer que não é de esquerda ou de direita, não tem ideologia, que num debate equilibrado, de bom senso, nós vamos conseguir avançar com isso em 2024”, disse o ministro da Justiça em exercício, Ricardo Cappelli, sobre a PL das fake news, cuja discussão no Congresso o governo pretende retomar no início de 2024.
➡ Assista ao #Edição18 com @CesarTralli: https://t.co/mgnXyoxnmY #GloboNews
Fake News, ódio, exposição da vida do outro para oferecer aos abutres. No meio de tudo isso (no início e fim também ) estão as redes sociais, que não são apenas pedras no meio do caminho, mas o próprio caminho que vém nos levando a um ambiente regressivo e de mortes.
Hoje, 12/12, saiu artigo meu na FSP, @folha, onde comento algumas posições, entre elas a do professor Henrique Restier, que defendem ser os homens negros a categoria mais violentada e excluída. Segue o link
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Direitos humanos e a gente negra brasileira e diaspórica!
Falar em Declaração Universal dos Direitos Humanos significa dar várias voltas em sentido anti-horário de uma temporalidade que enunciou, na voz de escravizadas/os, a barbárie que tirava a humanidade de boa parte do planeta. Viva Esperança Garcia, a primeira advogada negra brasileira, do século XVIII. Viva Luiz Gama e toda gente negra da diáspora!