De nada vale querer acelerar a cura de nossos ferimentos emocionais. Tudo é processual, caminha sob as regras do tempo. Quem conduz o processo da cura não é a pressa, mas a paciência.
Nosso interesse pela vida alheia, pelo escândalo e pela catástrofe
é uma tentativa de minimizar o vazio que nos atormenta.
Quanta indigência. Tão cheios de outros, tão vazios de nós.