Tem uma conhecida aqui de Sergipe que estudou 5 anos pra med e reprovou.
Vivia trancada.
Aí em 2018 ela meio que aloprou, saiu pra festas, bebeu etc: passou pra med e de quebra pra o Corpo de Bombeiros nas primeiras colocações. Juro.
e tá certinha, 5 dias pulando carnaval n vai atrapalhar ninguém q estuda de forma séria durante o ano... n tem pq perder carnaval, natal com a família e etc
em 2024 eu tinha desistido da medicina e estava estudando biomed, infeliz, não era oq eu queria, mas era oq tinha. fui viajar pra sp e decidi visitar a usp. foi o dia q eu vi que ser médica era oq que eu queria, chorei a noite toda e assim q cheguei de viajem voltei a estudar.🩵
“Acabei de comprar o curso. Queria saber se as aulas são gravadas ou ao vivo.”
Será que sou muito conservador de achar que essa deveria ser a PRIMEIRA informação a ser analisada ANTES de comprar o curso?
https://t.co/mDE5YEXdwy
Oii gente vi que surgiram uns racistas y transfóbicos nesse tweet
Vim só deixar aq minha fotinha no Centro Acadêmico de Medicina enqnt vcs lambem meu cu tacando hate rs
Eu não vou compartilhar o post que está circulando por aí. Algumas ideias não precisam de palco.
Prefiro falar de algo maior.
De um projeto de país.
Há conquistas democráticas que não surgem do acaso. Elas nascem do reconhecimento de que igualdade formal nunca foi suficiente em uma sociedade construída sobre desigualdades estruturais profundas. Reconhecer isso não é concessão. É maturidade democrática.
Quando alguém se incomoda com a presença de corpos historicamente excluídos em espaços que sempre lhes foram negados, o incômodo raramente é sobre mérito. É sobre perda de exclusividade. Sobre o desconforto de ver o país se parecendo mais com o país real.
O sistema que hoje é alvo de ataques não diminuiu a universidade pública. Ele a fortaleceu. Tornou-a mais diversa, mais justa e mais alinhada com a função social que sempre deveria ter exercido. Não há democracia sólida onde a educação superior é privilégio hereditário.
Criticar esse avanço é, no fundo, um elogio involuntário à sua eficácia.
Ele funcionou. E exatamente por isso incomoda.
Defender políticas que ampliam acesso não é ideologia. É compromisso com um país menos desigual, mais racional e mais honesto com a sua própria história.
E algumas histórias, definitivamente, não aceitam retrocesso.
Parabéns ao governo que jogou a nota do ENEM 2023 e 2024 no SISU. Resultado: até quem tem 800+ fica inseguro. A lista vai andar, porque boa parte de quem usou nota antiga vai passar e não vai assumir, enquanto isso, mais ansiedade pros vestibulandos. Palmas. 👏