O NÍVEL DE BURRICE E DESPREPARO DO ZEMA É ALGO QUE ME CHOCA!
Eu não consigo entender como a assessoria de imprensa do Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, deixou ele ir ao Podcast 3 Irmãos...
O Rodrigão pegou leve, mas mesmo assim:
"Não consigo entender porque MG deu 50 bi em isenções para 50 empresas", questionou Rodrigão.
"Por isso que MG saiu do buraco. Tô trazendo imposto", disse Zema.
"Como saiu do buraco se a dívida subiu tanto?"
Essa é apenas uma das muitas pérolas do show de horrores... o Partido Novo deveria vetar essa candidatura para ontem!
Ao menos três colegas jornalistas me relataram a mesma cena: agentes e funcionários do Consulado dos EUA em São Paulo circulavam pelo congresso anual da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo no último final de semana. Sua missão: aliciar jornalistas para conversas sobre o processo eleitoral brasileiro e a situação da ���liberdade de expressão” no país. A Abraji não participou das investidas, que foram feitas de modo “independente” pelos agentes consulares.
Dois jornalistas me relataram que receberam propostas de facilitação para vistos nos EUA, caso necessitassem. Os vistos não seriam para as conversas com os funcionários do consulado – marcadas para São Paulo – mas como um gesto de boa vontade na aproximação.
A movimentação do Consulado dos EUA em São Paulo se intensifica com as disputas entre Brasil e EUA em relação às eleições. Recentemente, três enviados dos EUA ao Brasil tiveram seus vistos negados. Em retaliação, o Governo Trump revogou o visto da embaixadora do Brasil nos EUA.
Na semana passada, eu denunciei em primeira mão que o o Consulado dos EUA em São Paulo estava sendo usado para se reunir com influenciadores de direita no Brasil, também com o briefing sobre eleições. (por Leandro Demori)
🚨QUE LAPADA: Em rede nacional, Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) acabou de ser completamente HUMILHADO pela repórter Adriana Araújo, da TV Bandeirantes, por se submeter aos interesses do Presidente norte-americano Donald Trump na questão da tarifação de 87.5% (37.5% + 50% impostos semana passada) contra o Brasil. “Você precisa assumir o erro que cometeu no tocante às tarifas, Senador @FlavioBolsonaro!🇧🇷👍🤣
🗞️Vídeo do amigo @brunoguzzo!
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
PAULO BILYNSKYJ CRUZOU O LIMITE.
Ontem, no podcast Iron Talks ao lado de Paulo Cogos e Felipe Sestaro, o deputado chegou ao cúmulo de defender que quem recebe Bolsa Família e servidores públicos não deveriam ter direito ao voto porque, segundo ele, não possuem independência. Três semanas antes, Paulo Figueiredo já havia declarado que mulheres votam mal, especialmente as solteiras, por escolherem mais candidatos de esquerda. O que une essas duas falas é puro desprezo de classe e de gênero. Basta o povo votar no que eles não querem para que o problema passe a ser o eleitor e não mais o candidato. Pobre que vive de programa social, servidor público e mulher solteira viram ameaça na mesma hora. Isso é uma aberração. A Constituição garante o direito ao voto para mulheres, pobres, analfabetos e todo cidadão maior de idade. Se ele fosse coerente, teria que tirar também o voto de assessores parlamentares, que são pagos com dinheiro público, mas isso ele não faz. Programas como o Bolsa Família são motivo de orgulho nacional por terem tirado o Brasil do mapa da fome da ONU. Atacar quem se beneficiou desses programas é atacar o próprio progresso do país. Esse tipo de pensamento só revela o ranço de quem acha que voto é privilégio de elite, não direito de todo cidadão.
É tanta burrice, tanta falta de capacidade, tanto despreparo pra responder uma pergunta genérica e trivial, que vai dando uma pontada na minha barriga de dor de vergonha alheia de absoluto constrangimento
Throw a shirt like that to any other athlete on the planet and he’ll shove it right back in your face.
Meanwhile Messi just picks up the shirt with a smile, signs it and hands it over 😂