É uma pena que já transformaram o Todo Mundo No Rio em disputa por números e melhor ou pior show, ao invés de tentarem apreciar a singularidade de cada artista. Lady Gaga foi eletrizante, intensa, teatral. Shakira foi emocionante, libertadora e com uma sensação de intimidade. E Madonna é Madonna. E que venha a próxima botando 1 milhão, 2 ou 2,5, o importante é vir fazer história com a gente.