⚠️ Lorran deve deixar o Flamengo.
A diretoria rubro-negra negocia a saída do meia-atacante de 20 anos para o Granada, da Espanha.
O Fla prioriza uma venda, mas um empréstimo não está descartado.
🗞️ @ESPNBrasil
📸 Gilvan de Souza/CRF
➡️ Após diagnóstico de câncer avançado, jovem faz apelo por ajuda
Walison tem 24 anos e vive em Petrolina, no interior de Pernambuco. Até pouco mais de um ano atrás, sua rotina era acordar antes do sol para trabalhar. No entanto, um diagnóstico de câncer de testículo em estágio avançado, com metástase, mudou tudo.
Atualmente ele faz quimioterapia paliativa e convive com tumores no pescoço e no abdômen que causam dores constantes. Segundo ele, sintomas como falta de ar até em repouso, dificuldade para engolir e dias sem conseguir se alimentar direito nem dormir são comuns.
Sem poder trabalhar, ele enfrenta uma segunda batalha, que é conseguir o básico: “Peço, pelo amor de Deus, o que tocar no coração de vocês. Toda ajuda é bem-vinda”, disse Walison.
Por isso, foi criada uma vaquinha on-line para custear comida, aluguel e o transporte até o hospital para não interromper o tratamento
Doações: [email protected]
🤳 wallisonlemos229 | @myhoodbr
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
🚨 Zenit define condições para negociar Luiz Henrique com o Flamengo.
O clube russo não trabalha com a possibilidade de manter um percentual dos direitos econômicos do atacante em uma eventual venda.
Segundo apuração de Pablo Rua com fontes da Rússia, o Zenit considera dois cenários: uma venda definitiva entre 35 e 40 milhões de euros, ou uma operação de 20 milhões de euros com a inclusão do volante Evertton Araújo.
O interesse no volante acontece pela busca de um substituto para Barrios, após a tentativa frustrada de contratar Danilo.
Até o momento, porém, não existe proposta oficial.
Luiz Henrique ainda tem cerca de três anos de contrato com o Zenit, que não tem pressa para negociá-lo e mantém uma postura firme nas conversas.
As tratativas seguem em estágio inicial e, neste momento, o Flamengo concentra seus esforços na contratação de Thiago Almada.
🗞️ @PabloRaphaelRUA
📸 Reprodução
GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLLLL DO FLAMENGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! SAMUEL LINOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
#GolDoMengão#INTxFLA