Como assim? Vocês não se lembram do eclipse em 1999 em que foi a loucura por causa de um eclipse parcial, distribuiram óculos gratuitamente e fizeram imensos alertas sobre isto... Eu morava numa aldeia onde Judas perdeu as botas, devia ter uns 8 anos e ainda me lembro.
🚨VEJA: Em novo filme, Anne Hathaway interpreta uma influenciadora conservadora que é transportada para 1855 e acaba vivendo na pele o estilo de vida que defendia para suas seguidoras nas redes sociais.
Jueves 7 am. Puerta de embarque: "Tu maleta de 10 kg no está incluida en tu tarifa base. Son 70 € de recargo o no subes al avión". El pasajero de al lado se indigna. Yo no levanto la voz. Saco mi tarjeta, pago sin protestar y le pido una sola cosa...
Se apaga la luz.
Yo: Salgamos a ver si los vecinos tienen luz.
Mi sobrinito: No hace falta. Fíjate cuantas redes WiFi ve tu celular. Si no ves ninguna, es apagón.
Não consigo perceber porque é que não se fala no risco de observar o eclipse do sol a 12 de agosto. Onde andam campanhas com os óculos distribuídos de forma massiva como no fim dos anos 90? Na farmácia não há. Faltam 10 dias.
https://t.co/RaHhYpOW9i
Pô, um brother meu casou com uma mina que não tem Instagram.
Zero.
Nada de story, nada de foto de comida, nada.
No começo a galera zoava pra caralho.
“Como assim não tem rede? É doida?”
Um ano depois o cara me falou uma parada que eu não consigo esquecer:
“Mano… eu casei com uma pessoa de verdade.”
E aí ele foi me contando.
Na mesa do almoço ela tá presente.
De verdade.
Não fica sumindo no celular a cada dois minutos.
Tu fala e ela escuta.
Parece óbvio, mas hoje em dia é quase luxo.
Ela não vive comparando a vida deles com a de ninguém.
Não tem aquela angústia de ver gente viajando, postando corpo, postando status.
Então não cria drama à toa.
A paz mental dela é outra coisa.
Os momentos deles são só deles.
Não precisa virar conteúdo.
Não precisa provar pra ninguém que tá feliz.
Viagem, jantar, até briga de casal… fica entre os dois.
O julgamento dela não vem de trend.
Não vem de tweet inflamado.
Não vem de gente gritando na internet.
Ela forma opinião com o que viveu, com o que viu na rua, com conversa de bar.
Atenção dela é absurda.
Consegue ler por horas.
Assistir filme sem pausar.
Trabalhar sem ficar pulando de aba em aba.
O cérebro não tá viciado em estímulo de três segundos.
Amizade? Pouca.
Mas de verdade.
Três, quatro pessoas que ela encontra no mundo real.
Não é legião de “amigo” que só manda meme.
Autoestima não depende de curtida.
Ela não precisa postar foto pra se sentir bonita ou validada.
A segurança vem de outro lugar.
E o dinheiro…
quase zero compra por impulso.
Não fica vendo anúncio o tempo todo.
Não sente aquela pressão de “precisar mostrar status”.
O que entra em casa acaba rendendo mais.
Quando rola problema entre os dois, resolve na hora.
Olho no olho.
Cinco minutos de conversa e acabou.
Não tem indireta em status.
Não tem post passivo-agressivo.
Não tem plateia pra validar quem tá certo.
No fim das contas ele me falou uma coisa que ficou martelando na minha cabeça:
Casar com alguém que não precisa da aprovação do mundo
é outra parada.
É sócio de vida de verdade…
não ator procurando plateia.
Sei lá.
Me fez rever os conceitos.
Isto é ridículo, raramente fico doente a ponto de precisar de ir ao médico, e sou acompanhada por especialistas que me mandam fazer exames e análises. Ir ao médico de família seria só para tirar consulta a quem realmente precisa
Me, post surgery today: “do I have any weight or lifting restrictions??”
My husband: “she’s asking because she wants to snuggle our cats - not for any reason like cleaning or laundry..”
My RN: “can absolutely lift the kitties. Laundry and cleaning lifting restrictions are in place for a minimum of 6 months”