Bueno, escrevi um artigo com algumas considerações sobre a relação entre a solidariedade e a sua relação com o Estado. Uma breve tentativa de contrapor as ideologias difundidas pela extrema-direita durante esta nossa tragédia climática.
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Desde que o Intercept revelou as negociações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, aliados do bolsonarismo passaram a afirmar que não existiam provas das transações financeiras. Documentos obtidos por nossa equipe desmentem essa versão e ajudam a reconstruir o caminho percorrido pelo dinheiro.
Segue o fio para mais detalhes 🧶👇
Flávio quer mentir que não tem nada a ver com as tarifas, mas Trump exalta ele no dia do novo tarifaço contra o Brasil.
O motivo é claro: Trump quer os Bolsonaro no poder por que são eles que defendem a entrega das nossas terras raras, a taxação do PIX e enfraquecer nossa democracia!
Não há acasos nessa história, apenas traidores da pátria se aliando aos EUA para atacar o Brasil e a nossa soberania!
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Se Romário recebesse por hora trabalhada no Senado como propõe pro trabalhador, não teria acumulado um salário mínimo em todos os seus anos de mandato.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
O sentido dessa decisão é acabar com a nossa soberania.
Lula na Casa Branca propôs acordos para combater o crime organizado. Relação entre Estados, com regras e colaboração.
Mas Trump e Rubio querem o poder de intervir sobre o nosso país, com o apoio da familícia Bolsonaro.
Isso não é combate ao crime, é a velha “geopolítica do terror dos EUA” + jogo eleitoral. Após o escândalo Dark Horse e a 6x1, vem a tentativa de mudar a agenda.
Começou hoje a intervenção estrangeira nas eleições do Brasil.
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
De forma genuína e obstinada, Rick Azevedo ajudou a mudar a história do Brasil.
Quem diria que um vídeo viral de um balconista de farmácia - esgotado e revoltado - aos poucos inflamaria a sociedade pelo fim da 6x1?
Rick era um jovem de Tocantins na beleza e no caos do RJ.
Se a sociedade o desacreditava e o via apenas como mais um, ele acreditava no que há de mais poderoso: o encontro entre o sonho de prosperidade individual e a identificação da sua realidade com a de seus milhões de pares.
Vendeu sacolé, ralou na beira da praia, trabalhou em casa de família rica, entrou na faculdade, saiu da faculdade, se deprimiu, respirou fundo, deu a volta por cima…
Essa história é comum a tanta gente? É a história de uma geração inteira.
Eis que surge a luta coletiva e o chamado à rebelião contra a superexploração.
Sim, há décadas a esquerda brasileira falava em reduzir a jornada de trabalho, mas falava pra quem?
Rick acertou o alvo e também o método. E vejam, sempre afirmando o que era: classe trabalhadora.
Foi nas redes sociais, na palma da mão e na fixação da atenção, que o Movimento Vida Além do Trabalho floresceu.
Tudo que é meio de luta foi utilizado: panfletagens, atos públicos, paralisações, greves, a articulação parlamentar que proporcionou o encontro com Erika Hilton e o PSOL.
Mas o constrangimento dos políticos e a avalanche digital é que fez o jogo virar. Um novo repertório deve ser descrito no histórico de luta popular a partir dessa experiência.
A opinião pública foi ganha, milhões de curtidas fizeram a diferença, milhares de vídeos, trends e memes explicativos educaram o povo.
As redes sociais são essencialmente o terreno do inimigo, sabemos quem controla o algoritmo. Porém, até aí achamos brechas e agimos sobre as contradições.
O neoliberalismo foi encurralado, a mídia tradicional entrou em choque e a extrema-direita ficou sem argumento.
Mas também existiu constrangimento na esquerda, acomodada com o “possível” na lógica dos acordos de Brasília.
Ousamos. Voltamos a nos conectar com a maioria do povo e a ser um instrumento útil para a classe que queremos representar.
Muitas opinões mudaram até Lula levantar essa bandeira, em maio de 2025, quando a luta mudou de patamar. De lá cá, a história nós já sabemos!
Alguns tentarão ocupar o espaço e roubar a cena. Mas nada teria ocorrido sem o ato inicial: Rick, Erika e o VAT foram a fagulha!
Agora chegou a melhor parte: vamos desfazer a mentira de quem chantageou o povo com a ameaça da quebra generalizada da economia.
A melhor oportunidade de desmoralizar a extrema-direita chegou.
Assim, a chama seguirá acesa e vai ajudar a incendiar o Brasil por novas vitórias pela qualidade de vida do povo trabalhador.
O caminho está aberto! Obrigado, irmão!
Uma vitória histórica: o antigo prédio do INSS, ocupado há dois anos pelo MTST, vai ser moradia popular no Centro de Porto Alegre para os atingidos pelas enchentes.
Meus parabéns ao MTST pela luta e ao governo federal pela decisão inteligente e necessária para o povo gaúcho!
FIM DA 6X1 SEM TRANSIÇÃO!
A extrema-direita queria o fim dessa escala só em 2036.
O Centrão quer uma transição para 40 horas semanais só depois de um ano.
Não é hora de recuar. É hora de aumentar a pressão.
Fim da escala 6x1 e 40 horas semanais já!
O vídeo pós-repercussão diz muito. O apresentador destaca que a fala foi feita em “evento fechado”, fora do programa e das redes. Ou seja, o problema não parece ser o preconceito contra o Bolsa Família, mas o povo descobrir o que ele pensa quando está entre seus.