Manifestamos nossa indignação diante da ausência de respostas claras por parte do presidente do Corinthians sobre o avanço da Proposta Não Vinculante.
Basta!
É preciso respeito pela Fiel Torcida. É preciso transparência.
O movimento SAFielJá reuniu mais de 85 mil assinaturas, entre elas 2.400 associados do Parque São Jorge, mostrando apoio robusto a um projeto com potencial para não apenas resolver uma situação que requer solução urgente, mas também construir um futuro promissor, preservando a identidade corinthiana.
Diante disso, a SAFiel anuncia a formação de uma comissão com representantes dos diversos setores da comunidade corinthiana para exigir do presidente do Sport Club Corinthians Paulista que a Proposta Não Vinculante finalmente avance, em parceria com a Fiel Torcida. Esta comissão será anunciada em breve.
Assina, Fiel. O Corinthians precisa ouvir o povo.
https://t.co/e68ndvNLbK
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
The Trump administration is planning to dispatch two senior officials to Brazil on a mission to cast doubt on the fairness and integrity of the country’s electoral system before millions of Brazilians vote in a presidential election, according to officials. https://t.co/zKV0cxLarP
@lucasbe07839172@reporterenato te digo o mesmo, quem tem cu tem medo
pq eles decidiram vir aqui analisar as urnas? Logo eles que quase nao tem historico de interferencia externa
NOTA PÚBLICA SAFiel - Sociedade do Povo
Passados 50 dias da entrega da proposta não vinculante do projeto SAFiel, na noite de ontem, após nota emitida pelo Gaviões da Fiel, o presidente do Sport Club Corinthians Paulista, Osmar Stabile, entrou em contato por telefone com a SAFiel.
Durante a chamada, o presidente confirmou que buscará aprovação do CORI (Conselho de Orientação do Corinthians) para realizar a assinatura da proposta, e informou que a próxima reunião com o órgão está agendada para segunda-feira, dia 27.
Confiantes de que Osmar Stabile cumprirá com sua palavra, a SAFiel aguardará até terça-feira por sua posição oficial sobre a assinatura da proposta não vinculante.
Na mesma ligação, Osmar Stabile voltou a negar que esteja mantendo quaisquer conversas para recebimento de propostas de venda do futebol do Corinthians a um grupo externo.
Registramos este esclarecimento com ressalvas, uma vez que todas as evidências apontam em sentido contrário. Acompanhamos com atenção e preocupação qualquer movimentação que indique negociação para entrega do futebol do Corinthians a um investidor externo, sem transparência e sem participação da Fiel Torcida.
O Corinthians é do povo. E o povo está de olho.
Assina, Fiel. O Corinthians precisa ouvir o povo.
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@ekrafael09@keiytse@tristenosimples o cara falar que o neymar pressionou é sacanagemKKKKK
aquela porra gorda tava andando em campo, fez o gol de penalti nos acréscimos (ja ultrapassados) e ainda provocou o goleiro que tava ganhando
Repórter: "Foi difícil ver o Hakimi triste após a partida?"
Kylian Mbappé: "Não. Vai ser mais difícil quando o vir no vestiário, quando voltamos a ser humanos, voltamos a ser amigos, mas aqui não tem emoção, estou aqui para ganhar. E ele também, mas quando nos virmos no vestiário vai mexer comigo, é um grande amigo, mas aqui não tem sentimento."
📷Divulgação
MAIS 4 ANOS DO CAFU DANDO PALESTRA, MAIS 4 ANOS DO VAMPETA CONTANDO A RESENHA DO ROMÁRIO NAS ELIMATORIAS, MAIS 4 ANOS DO DENILSON CONTRA OS TURCOS, MAIS 4 ANOS DO EDILSON CAPETINHA FALANDO QUE JOGOU MAIS QUE O MESSI EM PODCAST
GRAÇAS A DEUS EM 2030 EU NÃO VOU TER QUE MAIS OLHAR A CARA DO ZAGUEIRO MARQUINHOS DO VOLANTE CASEMIRO DO GOLEIRO ALISSON DA PORRA DO NEYMAR E DE OUTROS VAGABUNDO COM A CAMISA DA SELEÇÃO