Até aqui nos ajudou o Senhor
BolsonaroPR
A defesa do aborto é vil, desprezível e imperdoável!
#NãoAoAssassinatoDeBebês!
Filha do Altíssimo; esposa; mãe.
Imã de Michigan:
“Os cristãos são trapaceiros enganadores sob a ira de Alá. Eles são infiéis e não adoram o mesmo Deus que nós. Como os muçulmanos podem se misturar com esses infiéis?”
Imagine odiar a religião da maioria do país que te acolheu!
@realMaalouf
No relatório da operação Contenção, tem vários casos de mulheres negras torturadas pelo CV. Alguma palavra da Hilton, da Benedita, da Talíria, da Gleisi, da Janja? Não. Canalhas!
Trocando as bolas
Por Leonardo Corrêa*
O Judiciário começa a se perder no instante em que se imagina como cérebro do Estado. O ministro Fachin, ao anunciar que o Conselho Nacional de Justiça mapeará organizações criminosas, parece esquecer que o CNJ não é um órgão de inteligência policial, mas um órgão de controle interno da magistratura. O artigo 103-B da Constituição é claro: sua atribuição é fiscalizar a administração dos tribunais e a conduta dos juízes — nada mais.
Mapear o crime não é função do juiz. Combater o crime tampouco. O papel do Judiciário é julgar, e apenas quando provocado, como estabelece o artigo 5º, inciso XXXV, da Constituição. Qualquer passo além disso invade o terreno do Executivo e viola o artigo 2º, que consagra a separação dos Poderes. O STF não é um gabinete de governo nem o CNJ um ministério da Justiça togado.
A confusão institucional que daí decorre é grave. O juiz que se vê como estrategista deixa de ser guardião das leis para se tornar gestor de políticas públicas — um deslocamento perigoso que corrói o próprio alicerce republicano. A toga, que deveria simbolizar a imparcialidade, transforma-se em instrumento de poder.
A tentação de governar é compreensível: nasce da vaidade de crer que o saber jurídico pode corrigir os erros da política. Mas é justamente para conter essa tentação que existe a separação dos Poderes. O juiz que se julga salvador da pátria perde de vista a sua função republicana — e o país perde, junto, a segurança do limite.
A Constituição não pede que o juiz resolva os problemas do governo; pede que ele assegure que o governo resolva os seus problemas dentro da lei. Quando o Judiciário assume para si tarefas de Estado, o Estado de Direito cede lugar à vontade dos intérpretes. E o poder, que deveria ser dividido, passa a concentrar-se em quem menos deveria desejá-lo.
*Leonardo Corrêa – sócio de 3C LAW | Corrêa & Conforti Advogados, com LL.M pela University of Pennsylvania, Co-Fundador e Presidente da Lexum e autor do livro A República e o Intérprete — Notas para um Constitucionalismo Republicano em Tempos de Juízes Legisladores.
🚨 NARCOTERRORISTAS: Morador é torturado e forçado pelo traficante Índio, que atua no Complexo da Penha e no Quitingo, a consumir droga.
Via: @Naescutarj
🚨URGENTE - Tanzânia enfrenta protestos violentos, após Samia Hassan ser declarada vencedora para presidência com 98% dos votos, em eleições marcadas por acusações de fraude
Segundo BBC e Aljazeera já são 700 mortos nos conflitos, mas a ONU diz que este número é de 10 pessoas.
CHOCANTE:
ANTI-SEMITISMO EM MELBOURNE AUSTRÁLIA
Uma mulher judia de 24 anos foi rejeitada para um emprego em um viveiro de plantas em Melbourne por ser israelense.
Ela se candidatou a uma vaga no viveiro The Garden of Eden, no bairro de Albert Park, e recebeu uma mensagem de texto do coproprietário, Brett Dahan, que dizia:
“Infelizmente, o cargo foi preenchido por alguém com um mínimo de humanidade e que se preocupa com plantas, animais e o meio ambiente.
Boa sorte na sua jornada e espero que você saia de Melbourne em breve! Liberdade para a Palestina e fim do genocídio AGORA. Você é cúmplice disso.”
@folha@blogdofred_ Vcs estão falando sozinhos, FDPs, até as proprias maes dos VAGABUNDOS sabem que eles eram VAGABUNDOS. E pior, davam MUITO trabalho para essas maes. Para elas foi LIVRAMENTO.
https://t.co/gxNG30ILKh
A Suprema Corte da Finlândia está decidindo se citar a Bíblia pode ser considerado crime.
O caso envolve o bispo luterano Juhana Pohjola e a parlamentar Päivi Räsänen por terem declarado publicamente que homens e mulheres são diferentes, citando a Bíblia para provar isso.
Räsänen afirma que não se desculpará: "Não me desculpo pelo que o apóstolo Paulo disse, porque não é minha opinião, é o que a palavra de Deus diz".
Críticos argumentam que isso pode criminalizar o cristianismo na Europa.
Fonte: The Federalist