🇧🇷 O Brasil é o país com...
🇯🇵 mais japoneses (e descendentes) fora do Japão.
🇮🇹 mais italianos (e descendentes) fora da Itália.
🇱🇧 mais libaneses (e árabes do Levante) fora do mundo árabe.
🇵🇹 a maior comunidade portuguesa fora de Portugal.
🌍 a maior população afrodescendente fora da África.
🇺🇦 um dos maiores polos de ucranianos fora da Ucrânia.
✡️ a 2ª maior comunidade judaica da América Latina.
🪕 Uma das maiores populações ciganas (Romani) do mundo.
🏹 Um dos países com maior diversidade indígena.
👨🏿🦰🧒🏻🧒🏾👩🏿🦱🧔🏼👨🏽🦲Maior miscigenação e diversidade cultural do mundo.
Somos a terra onde o mundo diverso se encontra e se torna um só. Não atoa, o passaporte brasileiro é um dos mais falsificados ao redor do mundo, pois literalmente qualquer um poderia ser um brasileiro.
A gente ama a Copa do Mundo e as Olimpíadas porque quando vemos pessoas de QUALQUER país do mundo, também nos vemos!
Muita gente me pergunta por que sou ateia, como se a resposta tivesse que vir de alguma decepção, trauma ou revolta com a religião. Não é o caso.
Eu nasci católica, participei ativamente da igreja, fui catequista por um longo tempo. Vivi a fé por dentro, com dedicação real, não de forma superficial. E, inclusive, tive referências humanas muito positivas nesse caminho.
Fui amiga do padre da minha paróquia, Agostinho Pretto, e digo sem medo, ele foi uma das melhores pessoas que já conheci na vida, ético, acolhedor, coerente entre discurso e prática.
E talvez seja justamente por isso que a minha trajetória precisa ser entendida com mais honestidade.
Eu não me tornei ateia apesar dessas experiências, nem por causa delas. Eu me tornei ateia porque, com o tempo, minhas perguntas deixaram de encontrar respostas convincentes dentro da fé.
Não foi falta de vivência, foi excesso de reflexão.
A convivência com pessoas boas dentro da religião me mostrou algo importante, caráter não depende de crença.
Existem pessoas extraordinárias na fé, assim como existem fora dela. A moralidade não é monopólio de nenhuma religião.
Minha mudança foi intelectual, não emocional. Foi sobre coerência, sobre evidências, sobre a dificuldade de sustentar certas ideias quando você começa a questioná-las de verdade.
E esse processo não apaga o respeito que tenho por quem vive a fé com integridade, como aquele padre que marcou minha vida.
Ser ateia, pra mim, não é negar pessoas, histórias ou valores que vivi. É só reconhecer que, hoje, minha forma de enxergar o mundo não passa mais pelo sobrenatural.
E isso não me torna menos ética, menos sensível ou menos humana.
Só me torna honesta comigo mesma.
😉
@zcahverse De 2018 pra cá tem sido assim. Até a véspera da estreia do Brasil ninguém nem liga, aí quando chega no dia é que aí a galera se desespera querendo saber onde será o junteiro pra assistir o jogo
Copa no continente africano, waka waka, Jabulani, mick Jagger, polvo Paul e uma final com duas seleções que nunca tinham sido campeãs
Essa copa foi muito massa
Se dias após Putin ordenar a invasão da Ucrânia, algum astro do futebol posasse para fotos com ele, teria contratos cancelados naquele mesmo momento.
A visita do Inter Miami de Messi e Suárez a Trump nessa semana basicamente explica como as regras da FIFA e do COI são diferentes dependendo do país.
O carnaval nem começou oficialmente e já temos:
- fiscal de roda do BaianaSystem
- caga-regra de idade pra curtir Carnaval
- cantor que mostra a rola no onlyfans querendo lacrar
- gente rasa querendo definir o que é carnaval ignorando a diversidade e inventividade do país