Ano após ano, toda eleição, a mesma coisa: a esquerda burguesa vem criticar o sistema penitenciário e falar de ressocialização.
Vai lá perguntar ao trabalhador que está neste momento fazendo baldeação no Brás o que ele pensa disso.
@CassioGabrielx O melhor seria o José Dirceu, único que pensa um projeto de estado. Mas ele não está nessa lista, a pior seria a Marina, ela só defende os interesses das ongs internacionais.
O escândalo pra vocês é o preso trabalhar. Pobre na rua banca cadeia com imposto enquanto o cara que roubou ele fica deitado esperando a facção dar aula. Isso que é perversidade.
É legítimo o preso pagar a própria estadia. Come, dorme, usa médico e segurança do Estado. Alguém paga. Quase sempre quem nunca cometeu o crime.
Trabalho na pena não é invenção da Tebet. Cuba e China nunca acharam que ócio no cárcere era direito humano.
Uma coisa é empresário amigo levando trabalho escravo.
Outra é o condenado custear a própria estadia, aprender ofício e diminuir pena. Quem mistura as duas está só defendendo vagabundagem com discurso.
A esquerda dá UP finalmente mostra a sua cara, importa toda pauta identitária dos estadunidenses, e chama o maior país do mundo de fascista pq trata bandido como bandido.
Inacreditável oque os fans de diva pop não faz.
Uma parte você acertou. Segurança aqui vira gritaria. Prende, solta, ninguém explica nada.
Agora chamar o país de ignorante porque quer perpétua pra estupro e homicídio é frescura. A mulher da periferia não precisa ler necropolítica pra saber que o filho dela também vira corpo jogado.
Facção escolhe quem morre todo dia. Isso não é teoria. É a rua.
Polícia racista existe. Cadeia virando escola do PCC existe. As duas coisas.
Cuba e China não ficaram esperando o povo ficar culto pra punir crime grave. Quem trata a vítima como desinformada não está defendendo o pobre. Está falando de cima pra baixo.
A Esquerda Leblon precisa entender que nem todo crime é passível de ressocialização.
Você ressocializa o entregador de droga, o fornecedor de gatonet, ladrão de galinhas...
Para crimes hediondos como estupro e latrocínio, o papel do Estado não é ressocializar. É VIGIAR E PUNIR!
Você não precisava escrever “salvo-conduto”. O salto é o seu: ou se espera a revolução perfeita, ou qualquer pena vira “binarismo”.
Racismo da polícia existe e tem que ser enfrentado. Isso não explica o de 16 puxando gatilho porque a lei devolve.
O comando usa exatamente essa porta. China e Cuba não esperaram Estado perfeito pra punir homicídio e estupro.
Fizeram as duas coisas. Aqui a esquerda estadunidense só faz uma adia.
Parabéns, perceba que ser de esquerda não é preto no branco, já é um bom progresso.
O resto da lista é formulário do Partido Democrata estadunidense. Misturar China, maioridade penal, aborto e identidade como se fosse um único teste é catecismo, não política.
A China é de esquerda e mantém pena de morte pra homicídio doloso, tráfico pesado de drogas, terrorismo e outros crimes graves.
Cuba também nunca foi abolicionista. Dá pra ser trabalhista, soberanista e a favor de pena dura no hediondo. Quem recusa o “mas” quer fiéis, não debate.
Isso é esquerda do Partido Democrata estadunidense, não de quem já governou. Transformar pena em “virar direita” é cartilha estadunidense.
Cuba nunca foi abolicionista. China trata crime grave como questão de Estado. Laos e o próprio vocabulário clássico da ditadura do proletariado nunca transformaram estupro e homicídio em seminário.
O brasileiro não está pedindo sangue. Está pedindo rua andável. Quem recusa rigor e prevenção juntos entrega a pauta e depois reclama do reinado alheio.
Se a Constituição vira dogma só nesse artigo, a crítica seletividade é outra.
A esquerda discute teto de gastos, marco temporal e autonomia do Banco Central sem pedir licença.
De repente 18 anos vira cláusula da alma. Não é. É escolha política recente da esquerda liberal.
China e Cuba nunca trataram idade como tabu acima do crime. Ser de esquerda não é assinar o catecismo do ECA.
Eu acho que se você for de esquerda tem de ser contra a redução da maioridade penal, mas levar a constituição como algo que não se pode debate ou mediar mesmo que num horizonte distante é falta de postura crítica também
Direito penal não é tumor no pulmão.
Quem leva o tiro, perde a moto e enterra filho não precisa de diploma pra dizer que estupro e execução não podem virar medida socioeducativa. Especialista discorda entre si o tempo todo.
O que essa frase faz é cassar a fala da vítima e entregar o debate pra campus. Vietnã e Cuba nunca terceirizaram hediondo pra seminário. Povo sente o crime. Isso também é dado.
O cômodo é o contrário. Cômodo é chamar de ignorância a raiva de quem enterrou filha e transformar direito civil em escudo do estuprador. Indignação não anula argumento, mas teoria também não apaga o ato.
Ninguém precisa pedir vala pra defender o óbvio: estupro é hediondo e responde como hediondo.
Vietnã ainda trata estupro de menor como crime da linha vermelha.
Cuba nunca comprou abolicionismo penal. Direitos civis não são o direito de repetir.
É extremamente cômodo dizer q estuprador tem q morrer, complicado é ter coragem p ir contra tds os setores da sociedade q, ressentidos pela violência urbana, chegam a pleitear a fragilização de direitos civis, pleiteam ainda cm se a sua indignação respaldasse a própria ignorância