Enquanto o Brasil não acabar com esse tipo de "parceria", nunca seremos independentes, nunca teremos armas nacionais e nem tecnologia autônoma.
Isso e mandar o oficialato se formar nos EUA, os caras voltam com a mentalidade formada por eles. Por isso são potenciais TRAIDORES.
E o poço realmente parece não ter fundo.
O Procurador da República Lucas de Morais Gualtieri recebeu autorização para ir aos Estados Unidos participar de uma oficina intitulada "Combate ao Irã e seus Representantes nas Américas".
A viagem do procurador será bancada pelos Estados Unidos, mas ele receberá uma meia-diária do governo brasileiro para atender a esse evento.
É um escárnio. No momento em que o Brasil é ameaçado por Donald Trump e os Estados Unidos realizam constantes crimes de guerra no Irã, permite-se que um procurador vá participar de um evento propagandístico do imperialismo estadunidense com recursos públicos.
É preciso dar um basta nessa situação. O governo brasileiro tem que agir imediatamente para que o Brasil deixe de participar de iniciativas dessa natureza.
Ano após ano, toda eleição, a mesma coisa: a esquerda burguesa vem criticar o sistema penitenciário e falar de ressocialização.
Vai lá perguntar ao trabalhador que está neste momento fazendo baldeação no Brás o que ele pensa disso.
@CassioGabrielx O melhor seria o José Dirceu, único que pensa um projeto de estado. Mas ele não está nessa lista, a pior seria a Marina, ela só defende os interesses das ongs internacionais.
O escândalo pra vocês é o preso trabalhar. Pobre na rua banca cadeia com imposto enquanto o cara que roubou ele fica deitado esperando a facção dar aula. Isso que é perversidade.
É legítimo o preso pagar a própria estadia. Come, dorme, usa médico e segurança do Estado. Alguém paga. Quase sempre quem nunca cometeu o crime.
Trabalho na pena não é invenção da Tebet. Cuba e China nunca acharam que ócio no cárcere era direito humano.
Uma coisa é empresário amigo levando trabalho escravo.
Outra é o condenado custear a própria estadia, aprender ofício e diminuir pena. Quem mistura as duas está só defendendo vagabundagem com discurso.
A esquerda dá UP finalmente mostra a sua cara, importa toda pauta identitária dos estadunidenses, e chama o maior país do mundo de fascista pq trata bandido como bandido.
Inacreditável oque os fans de diva pop não faz.
Uma parte você acertou. Segurança aqui vira gritaria. Prende, solta, ninguém explica nada.
Agora chamar o país de ignorante porque quer perpétua pra estupro e homicídio é frescura. A mulher da periferia não precisa ler necropolítica pra saber que o filho dela também vira corpo jogado.
Facção escolhe quem morre todo dia. Isso não é teoria. É a rua.
Polícia racista existe. Cadeia virando escola do PCC existe. As duas coisas.
Cuba e China não ficaram esperando o povo ficar culto pra punir crime grave. Quem trata a vítima como desinformada não está defendendo o pobre. Está falando de cima pra baixo.
A Esquerda Leblon precisa entender que nem todo crime é passível de ressocialização.
Você ressocializa o entregador de droga, o fornecedor de gatonet, ladrão de galinhas...
Para crimes hediondos como estupro e latrocínio, o papel do Estado não é ressocializar. É VIGIAR E PUNIR!
Você não precisava escrever “salvo-conduto”. O salto é o seu: ou se espera a revolução perfeita, ou qualquer pena vira “binarismo”.
Racismo da polícia existe e tem que ser enfrentado. Isso não explica o de 16 puxando gatilho porque a lei devolve.
O comando usa exatamente essa porta. China e Cuba não esperaram Estado perfeito pra punir homicídio e estupro.
Fizeram as duas coisas. Aqui a esquerda estadunidense só faz uma adia.
Parabéns, perceba que ser de esquerda não é preto no branco, já é um bom progresso.
O resto da lista é formulário do Partido Democrata estadunidense. Misturar China, maioridade penal, aborto e identidade como se fosse um único teste é catecismo, não política.
A China é de esquerda e mantém pena de morte pra homicídio doloso, tráfico pesado de drogas, terrorismo e outros crimes graves.
Cuba também nunca foi abolicionista. Dá pra ser trabalhista, soberanista e a favor de pena dura no hediondo. Quem recusa o “mas” quer fiéis, não debate.