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Conversamos sobre filmes — dos gigantes aos esquecidos — sempre a partir do que eu realmente assisto.
Não vejo todos os gêneros nem todos os lançamentos do ano, então a conversa é sobre experiência, não checklist.
Pode discordar, argumentar e trazer outra leitura.
Debate faz parte.
Casino (1995), o clássico de Martin Scorsese estrelado por Robert De Niro, Joe Pesci e Sharon Stone, acaba de entrar no catálogo da Netflix.
Mais de 30 anos depois do lançamento, o filme continua sendo um dos retratos mais fascinantes já feitos sobre o submundo de Las Vegas — acompanhando Sam “Ace” Rothstein, um especialista em apostas enviado pela máfia para administrar um cassino, enquanto tudo ao redor dele começa lentamente a sair do controle.
Scorsese conduz a história como um grande épico criminal: ambição, poder, dinheiro, violência e relações completamente corroídas por interesse. E claro, com De Niro e Pesci entregando duas de suas performances mais marcantes, além de Sharon Stone em um papel que praticamente rouba o filme em vários momentos.
É aquele tipo de filme que muita gente revisita várias vezes ao longo dos anos — e por um bom motivo. A forma como Scorsese mistura narrativa, montagem e personagens faz com que Casino continue tão envolvente hoje quanto na época do lançamento.
Agora que chegou ao streaming, ficou ainda mais fácil revisitar esse clássico — ou finalmente descobrir por que tanta gente considera Casino um dos grandes filmes de máfia já feitos.
Horizonte Profundo (Deepwater Horizon, 2016), o filme de desastre estrelado por Mark Wahlberg e baseado na explosão real da plataforma de petróleo no Golfo do México em 2010, acabou de chegar ao catálogo da Netflix — e curiosamente está encontrando um novo público quase 10 anos depois do seu lançamento nos cinemas.
O filme acompanha um grupo de trabalhadores presos na plataforma após uma falha catastrófica provocar uma enorme explosão e transformar o local em um verdadeiro inferno de fogo e metal retorcido. A história segue principalmente Mike Williams (Wahlberg) e seus colegas tentando sobreviver em meio ao caos enquanto tudo ao redor desmorona.
Apesar de ter recebido boas críticas na época, além de duas indicações ao Oscar (Edição de Som e Efeitos Visuais), Horizonte Profundo acabou sendo considerado um fracasso de bilheteria.
Com um orçamento estimado em cerca de US$110 milhões, o filme arrecadou pouco mais de US$120 milhões no mundo todo, o que não foi suficiente para compensar os custos de produção e marketing. Ainda assim, o filme sempre teve uma recepção bem sólida do público — hoje mantém 82% de aprovação no Rotten Tomatoes — e muita gente o considera um thriller de desastre eficiente, daqueles que seguram a tensão do começo ao fim.
Agora, com a chegada ao streaming, Horizonte Profundo parece finalmente estar ganhando uma segunda vida, aparecendo rapidamente entre os filmes mais assistidos da Netflix nos EUA. É mais um daqueles casos curiosos de filmes que não encontraram o público nos cinemas, mas acabam sendo redescobertos anos depois nas plataformas.
🚨 | Primeira imagem oficial da cinebiografia de Michael Jackson mostra Jaafar Jackson completamente transformado no Rei do Pop — e a semelhança impressiona.
O ator, que é sobrinho do próprio Michael, interpreta o cantor no filme dirigido por Antoine Fuqua (O Protetor). A história deve acompanhar a trajetória do artista desde os primeiros passos no Jackson 5 até a explosão mundial que o transformou em um dos maiores nomes da música.
O elenco ainda conta com Colman Domingo, Miles Teller, Kat Graham e Laura Harrier.
O filme estreia nos cinemas 23 de abril. Se a performance estiver à altura da transformação visual, pode ser uma das cinebiografias musicais mais comentadas dos últimos anos.
Casino (1995), o clássico de Martin Scorsese estrelado por Robert De Niro, Joe Pesci e Sharon Stone, acaba de entrar no catálogo da Netflix.
Mais de 30 anos depois do lançamento, o filme continua sendo um dos retratos mais fascinantes já feitos sobre o submundo de Las Vegas — acompanhando Sam “Ace” Rothstein, um especialista em apostas enviado pela máfia para administrar um cassino, enquanto tudo ao redor dele começa lentamente a sair do controle.
Scorsese conduz a história como um grande épico criminal: ambição, poder, dinheiro, violência e relações completamente corroídas por interesse. E claro, com De Niro e Pesci entregando duas de suas performances mais marcantes, além de Sharon Stone em um papel que praticamente rouba o filme em vários momentos.
É aquele tipo de filme que muita gente revisita várias vezes ao longo dos anos — e por um bom motivo. A forma como Scorsese mistura narrativa, montagem e personagens faz com que Casino continue tão envolvente hoje quanto na época do lançamento.
Agora que chegou ao streaming, ficou ainda mais fácil revisitar esse clássico — ou finalmente descobrir por que tanta gente considera Casino um dos grandes filmes de máfia já feitos.